- :: Dirceu Martins Pio homenageia o jornalista que reinventou a Agência Estado. Por Sérgio Vaz
Na última edição do Jornalistas & Cia – a de número 843, de 25 de abril de 2012 -, foi publicada uma carta de Dirceu Martins Pio que, mesmo sem a autorização formal dele, quero reproduzir aqui. Ler Mais »
- :: Ele mesmo descreve como conseguiu a façanha com que todo jornalista sonha
O Jornal da Tarde estava às vésperas de completar dez anos, e a data pedia uma comemoração. Eu era subeditor da Reportagem Geral, mas já tinha feito uma ou duas coisas que chamaram a atenção do redator-chefe, o inesquecível Murilo Felisberto, e ele determinou que seria eu o editor de um suplemento especial celebrando a data. Ler Mais »
- :: Estão na rede as “Histórias que os jornais não contam mais”. Por Sérgio Vaz
Eis aí uma excelente notícia, numa época em notícia boa é raridade: Anélio Barreto colocou na internet seu livro Histórias que os jornais não contam mais. Ler Mais »
- :: Nada menos do que isso: neste momento, Lúcio Flávio é o jornalismo. Por Sandro Vaia
Lúcio Flávio Pinto é um jornalista moderno às antigas. Não seria difícil imaginá-lo com as viseiras dos épicos jornalistas de cinema. Ler Mais »
- :: Mas, naquela noite, a surpresa veio dos fundos do bar. Por Valdir Sanches
Yes, baby, nós repórteres sentamos de frente para a porta. Não vá algum vilão entrar armado para acabar com a gente, e nos irmos desta estupidamente com um tiro nas costas. Cinema à parte, se o Bolsonaro entrar aos beijos com um gay, não perdemos o furo. Ler Mais »
- :: Eles são perigosos, e estão armados. Por Valdir Sanches
Fotógrafos de jornal, ou repórteres fotográficos, ou foto-repórteres, são no geral ótimas companhias de viagem. Não só para a pauleira da cobertura, mas para os momentos amenos. Mas cuidado: são perigosos e estão armados. Ler Mais »
- :: A volta da discussão sobre o diploma de jornalismo é ociosa, inoportuna e corporativista. Por Sandro Vaia
Um grande tema apaixona todas as faculdades de jornalismo e de comunicação social no Brasil – e só elas: o diploma deve ou não ser obrigatório para o exercício da profissão? Ler Mais »
- :: Com dois meses de jornalismo, Anélio Barreto identificou o primeiro doador de coração do Brasil
Olá. Em um dos últimos fins de semana, conversando com amigos em um dos botecos aqui do Guarujá (na verdade, um restaurante, mas, vá lá, um boteco), contei uma aventura que me aconteceu logo no início de minha passagem pelo Jornal da Tarde, e que até então havia permanecido quieta aqui comigo (não sei por quê). Bem, esses amigos exigiram que eu colocasse a história neste site. Ler Mais »
- :: Os intrépidos repórteres chafurdam – literalmente – na lama. Por Valdir Sanches
Sim, lá estava o grandioso Tocantins, com a ponte por onde passa o trem de Carajás. E, formando um Y, seu belo afluente, o Itacaiúnas. Com tanta beleza, por que essa cidade do sul do Pará – Marabá – tinha um apelido tão marcante – Marabala? Ler Mais »
- :: Já dentro do rio, pelado, o intrépido repórter se lembra dos jacarés. Por Valdir Sanches
Programa de índio, na Amazônia, é você viver como um deles, nem que seja por alguns minutos. A sensação gostosa de se integrar à Natureza de um jeito inteiramente natural, ou seja, nu. Ler Mais »
- :: O texto do escritor dribla as expectativas do leitor, os estilos, a cronologia, o tempo. Por Sérgio Vaz
Não tem jeito: depois que se lê Solar, é impossível resistir à tentação de dizer que Ian McEwan é o melhor escritor da atualidade. Ler Mais »
- :: O relato que se segue, adverte Valdir Sanches, o autor, não é ficção. É fato verídico
Num fim de tarde, chegamos a Ribeirão Preto cansados, depois de um dia correndo atrás da notícia. Se não me engano era coisinha leve, um rapaz de boa aparência, bem vestido, que se insinuava a moças de família da região, como médico. Tão educado, que as escolhidas logo se apaixonavam e pensavam em casamento. Acabavam vítimas de um serial killer, tal era a verdadeira natureza do boa pinta. Ler Mais »
- :: “As TVs transmitem ao vivo uma cena da mais desvairada ficção científica”. Por Sérgio Vaz
Meu amigo Anélio Barreto me liga e fala do 11 de setembro. Ler Mais »
- :: No meio da zorra, da barulhada, Robson ouve uma única frase. Por Sérgio Vaz
Robson Costa era um excelente copy, português perfeitíssimo; era mais um produto do bom jornalismo e das boas escolas de Minas importado pelo JT no início dos anos 70. Era também um sujeito tremendamente tímido – pessoa extraordinária, do bem, mas tímido. Ler Mais »
- :: A jogatina corria solta. Parecia um filme em preto-e-branco. Por Valdir Sanches
Dick Tracy entrando na chefatura de polícia? Bem, o personagem usava capa de chuva e chapéu, como o detetive das tiras dos jornais americanos da década de 1930. Mas não era um detetive, era um repórter policial. Ler Mais »