- :: Garotos da periferia vão à mais bela sala de concertos e ficam deslumbrados. Por Valdir Sanches
Falo por mim, mas sei que repórteres adoram quando acham (ou lhes cai no colo) um personagem sob medida para sua matéria. Agora, esse personagem é como diamante. A menor imperfeição compromete a qualidade. Ler Mais »
- :: Andam confundindo das coisas: imprensa existe para vigiar, e não para adular o poder. Por Sandro Vaia
A premissa do professor Washington Araújo, em seu artigo da semana passada neste Observatório (*), não é nada republicana. O título do artigo é “A má vontade com o presidente“. Ler Mais »
- :: A pauta era boa; o repórter achou bons personagens. Mas tinha o editor. Por Valdir Sanches
Era Sexta-Feira da Paixão, feriado. Este que vos escreve perfilava-se entre os repórteres de plantão na redação do Jornal da Tarde. O Zé Maria, no comando da redação, nessa manhã, me vem com uma pauta. Ler Mais »
- :: Inajar, o Cafa, derruba uma bomba diante da moça. Por Valdir Sanches
O Inajar de Souza morreu jovem e hoje é nome de avenida da zona norte de São Paulo. Era pessoa amável, e se divertia fazendo o gênero cafajeste. Na redação, havia uma repórter bonita, que vestia com sobriedade, mas, obediente à moda, com a saia acima do joelho. Ler Mais »
- :: O início do que espero seja uma série longa. Por Sérgio Vaz
Histórias de redação são sempre saborosas. Dezenas de vezes, na cachaça pós fechamento, defendi a tese de que deveríamos escrever as histórias, para não perdê-las. Ler Mais »
- :: Um perfeito exemplo de como funcionam as coisas no petismo. Pela transcrição, Sérgio Vaz
Alberto Dines – um dos nomes mais importantes da história do jornalismo brasileiro – foi censurado pelo portal Último Segundo, do iG. Há cinco anos Dines escrevia um artigo semanal para o portal; semana passada, para publicação na sexta, dia 27 de fevereiro, ele escreveu sobre a viagem de Lula a Cuba e a morte do preso político Orlando Zapata Tamaya. Ler Mais »
- :: Fiquemos en garde sempre que vierem com esse papo: é sinal de perigo. Por Melchíades Cunha Júnior
Em nações onde impera a liberdade de imprensa o poder é sempre vigiado e cobrado, independentemente de sua coloração ideológica. No Brasil dos nossos dias, a oposição mais lúcida e conseqüente que está sendo feita ao governo Luiz Inácio Lula da Silva – superior em larga medida à dos partidos políticos – está nas páginas de jornais e revistas do País. Ler Mais »
- :: Aportavam a seu lado aqueles que queriam ouvir palavras de serenidade, de lucidez, de bom senso. Por Sandro Vaia
No começo, o Jornal da Tarde foi formado pela fusão de várias tribos. A maior delas era a dos mineiros. A diáspora mineira foi produzida por Murilo Felisberto, o secretário de Redação, que recrutou dezenas de talentos que militavam nas redações dos jornais de Minas. Ler Mais »
- :: Na hora da dor de perder um amigo querido, escreve-se. E adia-se um pouco a dor. Por Sérgio Vaz
Algumas lembranças fortes ficaram me perseguindo no dia em que morreu meu amigo Pedro França Pinto. Duas delas têm a ver com morte. A outra, que na verdade é mais de um período que de um momento, é gostosa, prazerosa, agradável. Ler Mais »
- :: Imaginem Hemingway na nova linguagem: "O representante da terceira idade e o mar". Por Valdir Sanches
O mecânico que me serve há anos virou reparador automotivo. Vendedor de loja agora é agente de negócios. O que há de mal com o nome próprio de honestas profissões? Ler Mais »
- :: É sempre bom ficar atento: o autoritarismo costuma instalar-se disfarçado de justiceiro. Por Sandro Vaia
Está bem que um ex-porta-voz do governo lulista nos afiança, do alto de uma conversa confidencial com ‘um dos ministros mais importantes do governo Lula’, que esse negócio de ‘controle social da imprensa’ é papo furado. Para tranqüilizar-nos, diz que podemos ‘tirar o cavalinho da chuva’ porque esse negócio não vai rolar – pelo menos neste governo. Ler Mais »
- :: O dia em que um garoto de 18 anos entrou pela primeira vez numa redação. Texto de Valdir Sanches
Dobrei a esquina para a Rua Araújo, com o coração aos pulos. Logo aprenderia que essa expressão – coração aos pulos – morreu com os antigos folhetins literários. Mas, naquela época, eu não sabia disso. Ler Mais »
- :: Com uma pequena ajuda - modéstia às favas - deste 50 Anos de Textos. Por Eduardo Ribeiro
Sem saber ao certo o que a estava esperando, Laïs de Castro acompanhou na quarta-feira (dia 20 de janeiro de 2010) a equipe deste Jornalistas & Cia para um encontro-surpresa. Reservamos para ela, com o apoio da Abril, uma espécie de reencontro com o seu passado, com seus primeiros dias de jornalista, com seu tempo de repórter da revista InTerValo, um grande sucesso editorial da editora nos anos 60. Ler Mais »
- :: Pedaços de vida com os famosos da década de 1960, quando tudo era bem mais simples. Texto de Laïs de Castro
Em 1966, a cantora Maria Odette defendeu a música “Boa Palavra”, de Caetano Veloso, no II Festival do Música Popular Brasileira da TV Excelsior, e ficou com o quinto lugar. Caetano era ainda um jovem baiano que não se arriscava a subir no palco para cantar. Hoje canta e fala… até demais! Ler Mais »
- :: Três textos sobre texto. Por Valdir Sanches
Não, meus amigos. Isto não é uma declaração belicista. É um problema de acento. Como ocorreu na segunda-feira, 21/12. Washington já estava coberta de neve, e o portal do Globo dava o título: “Neve para a capital dos Estados Unidos”. Mais neve, não chegava tanto? Ler Mais »