- :: Mas, naquela noite, a surpresa veio dos fundos do bar. Por Valdir Sanches
Yes, baby, nós repórteres sentamos de frente para a porta. Não vá algum vilão entrar armado para acabar com a gente, e nos irmos desta estupidamente com um tiro nas costas. Cinema à parte, se o Bolsonaro entrar aos beijos com um gay, não perdemos o furo. Ler Mais »
- :: Eles são perigosos, e estão armados. Por Valdir Sanches
Fotógrafos de jornal, ou repórteres fotográficos, ou foto-repórteres, são no geral ótimas companhias de viagem. Não só para a pauleira da cobertura, mas para os momentos amenos. Mas cuidado: são perigosos e estão armados. Ler Mais »
- :: A volta da discussão sobre o diploma de jornalismo é ociosa, inoportuna e corporativista. Por Sandro Vaia
Um grande tema apaixona todas as faculdades de jornalismo e de comunicação social no Brasil – e só elas: o diploma deve ou não ser obrigatório para o exercício da profissão? Ler Mais »
- :: Com dois meses de jornalismo, Anélio Barreto identificou o primeiro doador de coração do Brasil
Olá. Em um dos últimos fins de semana, conversando com amigos em um dos botecos aqui do Guarujá (na verdade, um restaurante, mas, vá lá, um boteco), contei uma aventura que me aconteceu logo no início de minha passagem pelo Jornal da Tarde, e que até então havia permanecido quieta aqui comigo (não sei por quê). Bem, esses amigos exigiram que eu colocasse a história neste site. Ler Mais »
- :: Os intrépidos repórteres chafurdam – literalmente – na lama. Por Valdir Sanches
Sim, lá estava o grandioso Tocantins, com a ponte por onde passa o trem de Carajás. E, formando um Y, seu belo afluente, o Itacaiúnas. Com tanta beleza, por que essa cidade do sul do Pará – Marabá – tinha um apelido tão marcante – Marabala? Ler Mais »
- :: Já dentro do rio, pelado, o intrépido repórter se lembra dos jacarés. Por Valdir Sanches
Programa de índio, na Amazônia, é você viver como um deles, nem que seja por alguns minutos. A sensação gostosa de se integrar à Natureza de um jeito inteiramente natural, ou seja, nu. Ler Mais »
- :: O texto do escritor dribla as expectativas do leitor, os estilos, a cronologia, o tempo. Por Sérgio Vaz
Não tem jeito: depois que se lê Solar, é impossível resistir à tentação de dizer que Ian McEwan é o melhor escritor da atualidade. Ler Mais »
- :: O relato que se segue, adverte Valdir Sanches, o autor, não é ficção. É fato verídico
Num fim de tarde, chegamos a Ribeirão Preto cansados, depois de um dia correndo atrás da notícia. Se não me engano era coisinha leve, um rapaz de boa aparência, bem vestido, que se insinuava a moças de família da região, como médico. Tão educado, que as escolhidas logo se apaixonavam e pensavam em casamento. Acabavam vítimas de um serial killer, tal era a verdadeira natureza do boa pinta. Ler Mais »
- :: “As TVs transmitem ao vivo uma cena da mais desvairada ficção científica”. Por Sérgio Vaz
Meu amigo Anélio Barreto me liga e fala do 11 de setembro. Ler Mais »
- :: No meio da zorra, da barulhada, Robson ouve uma única frase. Por Sérgio Vaz
Robson Costa era um excelente copy, português perfeitíssimo; era mais um produto do bom jornalismo e das boas escolas de Minas importado pelo JT no início dos anos 70. Era também um sujeito tremendamente tímido – pessoa extraordinária, do bem, mas tímido. Ler Mais »
- :: A jogatina corria solta. Parecia um filme em preto-e-branco. Por Valdir Sanches
Dick Tracy entrando na chefatura de polícia? Bem, o personagem usava capa de chuva e chapéu, como o detetive das tiras dos jornais americanos da década de 1930. Mas não era um detetive, era um repórter policial. Ler Mais »
- :: Uma bela pessoa que se guardava a sete chaves. Por Sérgio Vaz
Denise poderia ser personagem de um filme de Claude Sautet. Claude Sautet criava personagens que “mascaravam em grupo sua solidão” – e a frase vai entre aspas porque é uma citação; eu não seria capaz de criá-la. Ler Mais »
- :: O JT teve o seu Luiz Antônio Pagot. Por Sérgio Vaz
Engana-se quem achar que nunca antes na história deste país aconteceu um caso como o desse afável Luiz Antônio Pagot, o diretor do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), que, pego com a boca na botija, foi afastado do cargo mas continuou nele. Ler Mais »
- :: Uma brincadeira desperta polêmica entre amigos. Imagina se não fosse entre amigos. Por Sérgio Vaz
A greve dos jornalistas de São Paulo teve episódios cômicos, alguns absolutamente hilariantes – como, por exemplo, o diálogo entre o dr. Ruy Mesquita e Nicodemus Pessoa, os dois chacoalhando o gelo em seus copos de uísque, ou o refrão berrado pelos piqueteiros diante do prédio do Estadão para Luiz Fernando Emediato, lá na redação, no sexto andar: “Luiz Fernando Emediato / Desça Emediatamente!” Ler Mais »
- :: A noite em que o dr. Ruy Mesquita serviu uísque aos que fizeram greve. Por Sérgio Vaz
Pessoinha chacoalhou o gelo do copo de uísque, na sala da casa do dr. Ruy Mesquita, olhou nos olhos do patrão, apontou contra ele o indicador, e disse:
- ‘Ruy, você é o capital. Eu sou o trabalho.” Ler Mais »