Arquivos do Rótulo: Histórias de jornalistas

O assalto ao Banco Itaú

No início de 1980 passei a dividir a chefia de Reportagem Geral do Estadão com José da Silva (nome fictício), um dos sujeitos mais agitados que conheci. Na mesma época, por indicação do Faustão, então repórter esportivo, fui chefiar a Reportagem do sistema Globo de Rádio (Globo AM e Excelsior FM), que alimentava dois radiojornais. Ler Mais »

Uma historinha da revista Afinal – e o cigarro

O que vai abaixo é mezzo uma Historinha de Redação, mezzo um viajandão sobre cigarro.

Nos gloriosos tempos da revista AfinalLer Mais »

Historinhas de redação (17): o grande Cláudio Abramo

Uma historinha de redação que não é divertida, mas quero contar para lembrar a figura do Cláudio Abramo. Foi um grande diretor de redação, na Folha e no Estado, na época dos jornais em preto-e-branco. Ler Mais »

Historinhas de redação (16): Sobre o relento

Sandro Vaia, então editor de Reportagem Geral do Jornal da Tarde, resolveu demitir o repórter X. Foi no início dos anos 80, não me lembro do ano exato. Ler Mais »

Pingão da Marta, boneco do Covas

“Desce o pingão!”

Não é conversa de bar, é de redação de jornal. Propunha-se um “pergunta e resposta”, quando a idéia era publicar uma entrevista com esse formato. Ler Mais »

Historinhas de redação (15): O poeta demitido

– “É assim mesmo. Os mais novos chegam e demitem os velhinhos. Nós mesmos fizemos assim quando tomamos o Jornal do Brasil.”

A frase foi dita pelo poeta Ferreira Gullar no dia em que foi demitido do Estadão. Ler Mais »

Histórias de viagens, Nat e Ray

O nosso amigo Valdir Sanches, talvez sem que ele saiba, foi um dos meus professores. Não que eu tenha aprendido muito com ele – não me atrevo a dizer isso, pois ainda me considero aprendiz – mas ele, através de seus textos, me ensinou a conversar com o leitor. Pois o Valdir, já há um bom tempo, vem me cobrando histórias que aconteceram nos bastidores das minhas matérias. Ler Mais »

O jeito certo de pedir aumento

Tive um colega, quando ainda estava no começo da minha carreira no Jornal da Tarde, que não gostava de mim. Até hoje não sei o motivo, mas ele me hostilizava a toda hora. Ler Mais »

Murilo Felisberto e o repórter iniciante

Quando comecei a trabalhar no Jornal da Tarde, efetivado, depois de meses como estagiário, decidiram que eu seria repórter de polícia. Quando me lembro disso hoje, décadas depois, acho que foi uma boa decisão, já que minha atração em termos de leitura hoje, e desde há muito, são novelas policiais. Embora as minhas melhores matérias não tenham tido esse motivo. Ler Mais »

O dia em que Anélio Barreto parou as máquinas

O Jornal da Tarde estava às vésperas de completar dez anos, e a data pedia uma comemoração. Eu era subeditor da Reportagem Geral, mas já tinha feito uma ou duas coisas que chamaram a atenção do redator-chefe, o inesquecível Murilo Felisberto, e ele determinou que seria eu o editor de um suplemento especial celebrando a data. Ler Mais »

Historinhas de redação (14): O Cafa e Olga

Olga Vasone, figura maravilhosa, solar, sempre bem humorada, era repórter da Geral. Fui colega dela no primeiro ano da ECA; depois do JT ela iria para a Rede Globo, onde ficaria anos e anos. Ler Mais »

Repórter senta de frente para a porta

Yes, baby, nós repórteres sentamos de frente para a porta. Não vá algum vilão entrar armado para acabar com a gente, e nos irmos desta estupidamente com um tiro nas costas. Cinema à parte, se o Bolsonaro entrar aos beijos com um gay, não perdemos o furo. Ler Mais »

Cuidado com os repórteres fotográficos

Fotógrafos de jornal, ou repórteres fotográficos, ou foto-repórteres, são no geral ótimas companhias de viagem. Não só para a pauleira da cobertura, mas para os momentos amenos. Mas cuidado: são perigosos e estão armados. Ler Mais »

Atolados na Transamazônica

Sim, lá estava o grandioso Tocantins, com a ponte por onde passa o trem de Carajás. E, formando um Y, seu belo afluente, o Itacaiúnas. Com tanta beleza, por que essa cidade do sul do Pará – Marabá – tinha um apelido tão marcante – Marabala? Ler Mais »

Na Amazônia, ao natural

Programa de índio, na Amazônia, é você viver como um deles, nem que seja por alguns minutos. A sensação gostosa de se integrar à Natureza de um jeito inteiramente natural, ou seja, nu. Ler Mais »