- :: Sem energia elétrica, o mundo pára. Por Maria Helena RR de Sousa
Às vezes eu me surpreendo pensando em como Galileu, Isaac Newton, Edmond Halley, esses ‘mártires’ da inteligência acima da média, completaram suas obras sem luz elétrica… Ler Mais »
- :: Um viajandão babão e bobão sobre ser avô. Por Sérgio Vaz
Faz dois meses que estou aprendendo na prática aquela verdade que tantos milhões de pessoas já haviam experimentando antes de mim, aquele axioma: avô é pai duas vezes. Ler Mais »
- :: Vô é mesmo um bicho bobo. Mas com toda razão. Por Sérgio Vaz
Aos 48 dias de vida, Marina fez hoje sua primeira visita. Quer dizer, sua primeira visita a uma casa que não a sua. Já havia ido ao consultório do pediatra, mas isso não é bem uma visita, né? Ler Mais »
- :: Gerald Thomas agrediu todas as mulheres do mundo. Por Maria Helena RR de Sousa
Há notícias terríveis rolando em nossos jornais, revistas, jornais falados, internet. Crimes hediondos, brutais, revoltantes. Ler Mais »
- :: Valdir Sanches reage contra a insanidade com humor
(Das agências. Bomba da Coréia do Sul pesa 4 t, mas mísseis só levam 500 kg. Precisa ir de avião, mas a esquadrilha, dos anos 60, não aguenta. Pode acabar como sempre: eles ficam bonzinhos, e EUA mandam alimentos.) Ler Mais »
- :: Marina ri de um filme. Por Lúcia Zaidan (*)
Aconteceu num apartamento no bairro das Perdizes, em São Paulo. Ler Mais »
- :: Por que não se calam? Por Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa
Gostava que alguém me explicasse o motivo pelo qual os locutores de programas da TV não podem ficar calados mais de um minuto. Nos mais diversos tipos de programas, tem sempre um locutor tentando nos explicar aquilo que estamos vendo. Ler Mais »
- :: Que Marina viva cercada de amor, forever young. Por Sérgio Vaz
Lá de muito longe, Inês manda, em mensagens via Facebook, fechadas, só para mim e para a Fê, coisas lindas que não podem ficar só conosco. Ler Mais »
- :: Ela fez minha filha feliz como eu nunca tinha visto. Por Sérgio Vaz
Marina verá 2100.
Meu Deus do céu e também da terra, e eu que sou do tempo em que 2001 era um futuro distante? Ler Mais »
- :: Valdir Sanches me envia mensagem que é um primor
Exausto da vida sem qualidade de Gua(ba)rulhos e São Paulo, da violência, do medo, da barulheira do trânsito e dos autofalantes, da agitação irracional, da descortesia, pus-me a imaginar como, na flor da aposentadoria, poderia mudar para longe e eventualmente frilar para um amável jornalzinho local. Ler Mais »
- :: Sobre canções folk e escalas de valores. Por Sérgio Vaz
Após muito tempo longe, o homem reencontra seu antigo amor, e diz a ela que, nas terras por onde andou, poderia ter-se casado com a filha do rei. Mas não quis, recusou – porque quer mesmo é ela, seu velho amor. Ler Mais »
- :: Lista de melhores é mania universal – mas é também uma grande bobagem. Por Sérgio Vaz
Cidadão Kane é o melhor filme jamais feito. Durante meio século, essa verdade foi martelada na nossa cabeça. Recentemente, surgiu uma lista, vinda da Inglaterra, que subvertia essa verdade meio-secular: Um Corpo que Cai, sim, é o melhor filme que jamais foi feito. Ler Mais »
- :: As origens e os mestres da mais antiga forma de encenação. Por Jorge Teles
O altar do deus Dionísio (fecundidade e embriaguez) ficava no centro de um círculo. Nesse círculo um coro dançava e cantava hinos em homenagem ao deus. Ler Mais »
- :: São necessárias grande dose de bom-senso e nenhuma pitada de servilismo. Por Jorge Teles
Quando os franceses introduziram nos países de língua portuguesa um objeto composto de uma lâmpada sobre uma base e uma cobertura para diminuir ou suavizar o impacto da luz, chamado “abat-jour”, o termo foi assumido entre aspas porque era necessário designar o objeto. Ler Mais »
- :: Livros de todo o planeta podem ser lidos nessa língua. Por Jorge Teles
Você já ouviu falar em Shakespeare? Camões? Balzac? Goethe? Tagore? Garanto que já. A cultura internacional faz pipocar aqui e ali nomes que aparecem e não mais se apagam. Ler Mais »