- :: Ainda bem que os meninos têm seu anjo da guarda. Por Fernando Brant
Viver é perigoso, como disse Guimarães Rosa, mas é muito perigoso mesmo. Às vezes nos damos conta de que já vivemos um monte de dias, e queremos sempre mais, e nos lembramos de trapalhadas e estripulias em que nos metemos, saindo ilesos, ou quase, de todas. Ler Mais »
- :: A perspectiva deixa Valdir Sanches apavorado. Mas o humor ele não perde
Mulheres têm a mania de, na velhice, querer sair de sua confortável casa, com árvores e passarinhos ciscando migalhas do café da manhã, e mudar para um apartamento. A queixa, todos conhecem: a casa é muito grande, dá trabalho. Ler Mais »
- :: Autores contam suas histórias durante uns mil quilômetros de retas e de curvas, sobretudo de curvas. Por Vivina de Assis Viana
Algumas seis vezes por ano, quando a saudade começa a falar alto, ou quando precisam de mim – coisa rara –, tomo o rumo de Minas. Ler Mais »
- :: Às vezes a vida chega muito dura e não abre espaço para boas sonoridades. Por Fernando Brant
Às vezes falta música em minhas crônicas. Não é culpa minha. A vida é que, às vezes, chega muito dura e não abre espaço para boas sonoridades. Ler Mais »
- :: Se os vereadores não podem ajudar, que pelo menos não atrapalhem. Por Fernando Brant
Na saída do supermercado, com produtos espalhados em seu carrinho, a senhora olha para os companheiros de infortúnio e protesta. Ler Mais »
- :: Um vazio que se faz é um espaço a ser preenchido. Por Fernando Brant
A vida não pára. No mês de junho eu me despedi de minha mãe com um misto de muita tristeza e um pouco de alívio. Não foi, não é mole não. Ler Mais »
- :: Será que morri e ninguém me avisou? Por Valdir Sanches
Ontem abri o jornal e vi minha foto na coluna de óbitos. Estranho, pensei. Será que morri e ninguém me avisou? Pior, não percebi? Ler Mais »
- :: Continuam sobrando assuntos. Mas não seduzem. Por Vivina de Assis Viana
Há algum tempo, década de noventa, publiquei, durante dez anos, sei lá quantas mil crônicas em um jornal semanal. Os assuntos, sedutores, sobravam. Ler Mais »
- :: Cronista inspirado, ironizou os ridículos personagens de nossa sociedade. Por Fernando Brant
Cresci ouvindo músicas brasileiras que entraram definitivamente em minha alma de menino e me acompanham até hoje. Canções e pessoas, naturalmente. Ler Mais »
- :: Por que eu devo pagar a TV a cabo e ela não paga os direitos autorais? Por Fernando Brant
Sempre convivi bem com a tristeza, aquela interior vinda de pensamentos que nos pegam de repente, aquela melancolia que toma conta de nós, com ou sem metafísica. Um pequeno choque que nos faz refletir. Esses momentos costumam me levar à criação e à compreensão do que é humanidade, do que somos. Ler Mais »
- :: Para o Marden, meu sobrinho. Por Vivina de Assis Viana
Passamos três dias no interior de Minas, minha irmã, meu irmão e eu. Na fazenda onde crescemos, sonhamos, aprendemos, desaprendemos. Vivemos. Ler Mais »
- :: AInda é tempo de contribuir. Por Fernando Brant
São as lembranças, pequenas ou grandes, recentes ou longínquas, como a primeira recordação de estar vivo. Pés descalços na terra da cidadezinha que continua igual ao que era há mais de meio século. A casa de tantos meninos e meninas, cada qual nascido em um lugarejo de Minas. Ler Mais »
- :: Coração enorme e justo, sabia distribuir seu amor para tantos em parcelas iguais. Por Fernando Brant
Essa mulheres são essenciais em nossas vidas. Estou diante da que me gerou e ouço o seu respirar intenso e sei do seu coração forte. Ela está ali, mas não como esteve antes. Beijo sua testa, seu rosto, mas a cada dia que passa, são mais imperceptíveis as respostas, mais diminutas ou inexistentes. Ler Mais »
- :: Muito do Brasil está presente nas ruas e cidades de Portugal. Por Fernando Brant
Estava eu descansando da tortuosa subida à Torre de Belém quando, ao olhar para o lado, vejo o nosso governador Antônio Anastasia. Ao me aproximar vi que não era ele, naquele momento certamente despachando em seu gabinete na Cidade Administrativa. Ler Mais »
- :: Os bons professores fazem milagres. Por Fernando Brant
Na mesa, entre amigos, provocado por um comentário meu, ele conta suas peripécias em seu tempo de aluno. Narra com tanta clareza que parece que os acontecimentos são recentes. As traquinagens infantis e juvenis, fatos que se passaram nos tempos da calça curta e da inocência, saem de sua boca com um humor raro, o que nele é comum. Ler Mais »