- :: É absurdo usar a criação de compositores, cantores e músicos sem pagar por isso. Por Fernando Brant
A memória nos revela, como filme, pedaços esquecidos de nossa vida. Eu me vejo, calças curtas em Diamantina, saindo de um parque de diversões e o som da praça tocando uma canção de Luiz Vieira, “Menino de Braçanã”: “é tarde, eu já vou indo, preciso ir embora, té manhã; mamãe, quando eu saí, disse meu filho não demora em Braçanã”. Ler Mais »
- :: O desabafo de um brasileiro que não suporta mais certas coisas da política. Por Fernando Brant
Bebendo nas águas do desembargador Rogério Medeiros, cito quem ele cita, o jurista italiano Mauro Capelletti: “os juízes exercitam o poder e onde há poder deve haver responsabilidade. Um poder não sujeito a prestar contas representa uma patologia.” Ler Mais »
- :: Desventuras de um senhor entre muitas mulheres. Por Valdir Sanches
O relacionamento dos casais na velhice não é coisa fácil. As mulheres implicam muito com os maridos. Vejam meu caso (fatos reais). Ler Mais »
- :: Bom é usar a tecnologia e não se deixar usar por ela. Por Fernando Brant
Eu não inventei o amor, nem o Caymmi. Mas eu fico aqui pensando se seria possível viver sem esse sentimento que faz com que tudo seja bonito, que a vida seja essa aventura maravilhosa. Ler Mais »
- :: Passear é vagar sem propósito, nem despropósito. Por Vivina de Assis Viana
Sábado, dez da manhã, vou passear – coisa antiga – no Mercadão, como é chamado, carinhosamente, o Mercado Central. Ler Mais »
- :: A chuva veio enfim, verdadeira. Já não se pode dizer o mesmo do sorvete atual. Por Fernando Brant
Na semana passada a água caiu por uns quinze minutos e eu fiquei pensando “ufa”, acabou a secura, a vida lá fora continua complexa mas a natureza nos traz finalmente a primavera. No fim do dia, notei que a chuva se fora sem deixar marcas e o sol voltou firme e forte, a umidade retornou aos níveis baixos de antes. Ler Mais »
- :: Não se pode aceitar sossegado que qualquer sacanagem seja coisa normal. Por Fernando Brant
Depois de quase quatro meses de seca, a chuva bate em nossa casa. O cheiro de terra molhada penetra pelo nariz e traz uma sensação de tempos melhores. Ler Mais »
- :: Visita abençoada, Tia Olinda contava histórias. Por Vivina de Assis Viana
Na rua, relâmpagos e trovões. Dentro de casa, conversas e lembranças.
Entre uma e outra xícara de café, eu me perguntava, naquela noite escura e molhada, por que levara tanto tempo para conhecer os olhos miúdos e atentos, e o riso largo e ruidoso de minha tia Olinda. Ler Mais »
- :: A História existe para que conheçamos as belezas e as tragédias do caminho da humanidade até nós. Por Fernando Brant
Dizem que era um jovem bonito e bom poeta, admirado pelos rapazes e moças de seu convívio. Atingido pela tuberculose, viveu menos do que merecia e sem obter o reconhecimento da cidade e de seus contemporâneos. Para os que viemos depois nada dele ficou, pois queimaram seus escritos, suas roupas, seus pertences. Ler Mais »
- :: Um vento voando perto do braço - e lá se vai a bolsa. Por Vivina de Assis Viana
Uma da tarde, quase duas. Hora de ficar em casa, sem inventar.
Hora – por exemplo – de almoçar. Salada, arroz, feijão, couve, angu. Ah, pimenta. Ah, malagueta. Ler Mais »
- :: Os panfletos contemporâneos circulam pelos meios eletrônicos. Por Fernando Brant
Um texto é considerado panfleto, pela etimologia, se não tiver capa nem brochura. Geralmente expressa idéias de opositores ao governo do momento, pode ser ou não anônimo e revela, antes de mais nada, que o autor não teve condição econômica de produzir algo mais caprichado. Ler Mais »
- :: Não vou mergulhar na encenação da autópsia do “nine eleven”. Por Fernando Brant
Saí de casa às oito e pouco da manhã e às nove estava a bordo do Embra 45, para viajar do aeroporto da Pampulha para o Santos Dumont. Esse era um vôo bom, pois em trinta e poucos minutos desembarcávamos no Rio. Ler Mais »
- :: Tirar passaporte, para quem não é filho de presidente, é dureza. Por Vivina de Assis Viana
Passaporte vencido, lá fui eu em busca de um novo. Com preguiça, confesso.
— Acesse o site da Polícia Federal, é fácil –, disseram. Ler Mais »
- :: A intolerância varre o país, certamente também o mundo. Por Fernando Brant
A memória filtra o que deve ser lembrado. Ou põe fatos desagradáveis em algum escaninho tão escondido que nunca será encontrado. É defesa, sobrevivência. Melhor recordar o que de bom fizemos ou fizeram por nós, embora esses também sejam acontecimentos que podem e são esquecidos. Ler Mais »
- :: Ainda bem que os meninos têm seu anjo da guarda. Por Fernando Brant
Viver é perigoso, como disse Guimarães Rosa, mas é muito perigoso mesmo. Às vezes nos damos conta de que já vivemos um monte de dias, e queremos sempre mais, e nos lembramos de trapalhadas e estripulias em que nos metemos, saindo ilesos, ou quase, de todas. Ler Mais »