“Bolsonaro atira e mata”

A manchete do Estadão de domingo, 30 de dezembro, começava no meio da página, exatamente acima da dobra: “Para Temer, Bolsonaro não”. Desdobrando o jornal surgia a segunda linha: “deve desprezar Congresso”. Resolvi fazer uma gaiatice. Introduzi um ponto final na primeira linha. Ficou: “Para Temer, Bolsonaro não.”   Continue lendo ““Bolsonaro atira e mata””

Ágape de Natal

De repente, caí em si, como diz o outro. Se as pessoas cozinham o tempo todo, na tela da tevê ou fora dela, por que eu não? Logo entrava na cozinha com livros de receita escapando dos braços. Continue lendo “Ágape de Natal”

Não confundir zabumba com…

Almira é mulher vistosa, e toca um instrumento singular, a zabumba. Com o sanfoneiro e o do triângulo, faz sucesso na Casa do Nordeste do meu bairro. Desta vez fiquei tão empolgado, que mandei mensagem: “O que mais gostei foi dessa maravilha, a zabumba. ”O corretor de texto corrigiu: “O que mais gostei foi dessa maravilhosa bunda.” Perdi a amiga.  Continue lendo “Não confundir zabumba com…”

O neto e o cãozinho

Meu neto César, doze anos, veio me perguntar, com muito jeito, se podia trazer para casa um cãozinho. Ele e a mamãe Mônica moram em casa, mas estão voltando para o apartamento deles. O problema é que vovô não tem nenhuma simpatia por pets. Mas, explicou ele, é só por 15 dias.  Continue lendo “O neto e o cãozinho”

Quem semeia vento

Happy hour, fim de feriado, por que não mudar o tom da conversa? Esquecer a última do filho do Bolsonaro, o deputado Eduardo, que não vê problema se for preciso prender cem mil. Está certo, temos que resolver o problema de xadrez ocioso nos nossos presídios. Epa! Não era para não falar em política? Continue lendo “Quem semeia vento”

Um sofá é um sofá é um sofá

Gênero do artigo: besteirol.

A rosa é uma rosa é uma rosa, disse Gertrude Stein. Pois digo eu: o sofá é um sofá é um sofá. Nada em comum entre aquilo que se leva ao nariz, e o outro em que se assenta a nádega, embora a poeta tenha posado para Picasso em uma poltrona, o que não tem nada a ver, pois uma poltrona é uma poltrona e… um sofá é um sofá. Continue lendo “Um sofá é um sofá é um sofá”

O casal no restaurante

Não havia aviso, como o comum “você está sendo filmado”. No entanto, o casal que, na segunda-feira, entrou em um restaurante japonês do meu bairro não escapou ileso. Não me perguntem como fui parar em um “rodízio japonês”, essa criação que deve ter deixado de cabelo em pé os antigos donos das tradicionais casas da Liberdade. Continue lendo “O casal no restaurante”

Antes, e hoje

Nota de esclarecimento.

Não é sempre que o artigo para uma publicação começa com um aviso desses. Mas explico. O que segue abaixo não deve ser levado a sério, é um misto de humor com besteirol e uma pitada de nonsense.  Continue lendo “Antes, e hoje”