A leitora

O que um número – 403 – pode significar na vida de uma pessoa apaixonada por livros? No caso de Dena Brandão, significa que ela leu, em seu e-book, essa quantidade de obras em 2019. Nem que tenha sido um pequeno trecho, descartado se não a agradou. O número foi mandado a ela pelo Kindle, da qual é cliente – assídua, como se vê. Continue lendo “A leitora”

O Baile!

O baile, ou os bailes que costumam acontecer no suntuoso Palácio do Planalto, têm sido bastante movimentados ultimamente, com um intenso troca-troca de dançarinos. Continue lendo “O Baile!”

Doces Olheiras!

Os acontecimentos da semana me fizeram lembrar da música “Doces Olheiras” composta por João Bosco e Aldir Blanc, especialmente o trecho que diz: “escândalos, paixões e correrias, têm sido assim os meus dias…” É só substituir “meus dias” por “dias deles” (dos ilustres representantes da República da Banânia), e tudo se encaixa. Continue lendo “Doces Olheiras!”

Agora Vai!

Oba! Mudamos o Ministro da Saúde! Sai Pazuello, entra Queiroga!

Depois da série de tropeços cometidos pelo ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o Congresso começou a fazer pressão para que ele pegasse sua mochila e fosse acampar em outro terreno. Muito justo, diante do absurdo número de mortos provocado pela Covid-19 e da inércia dele diante da gravíssima situação. Continue lendo “Agora Vai!”

Pé na Jaca!

Até que ponto a novela imita a vida ou a vida imita a novela?

Nesta semana, personagens do nosso cenário político enfiaram o “Pé na Jaca” e acabaram criando um clima de “Bang-Bang” no país, com decisões pra lá de polêmicas em assuntos diretamente ligados à vida dos brasileiros. Continue lendo “Pé na Jaca!”

Do Tocantins aos sons dos tempos do onça

Para ouvir a valsa “Carrossel”, com André Kostelanetz e sua orquestra de concerto, girei várias vezes a manivela, movi o braço com a peça onde se encaixa a agulha e baixei-os sobre o disco que girava. Gesto comum nas primeiras décadas de 1900. Se não citei uma corneta, é porque meu gramofone não tem o dispositivo. É um modelo portátil. Continue lendo “Do Tocantins aos sons dos tempos do onça”

Os médicos do jornal

Na época em que redigir notícia produzia barulho – o dos teclados das Olivettis, as máquinas de escrever – o consultório médico do Estadão/JT ficava no térreo da nova sede, na Marginal do Tietê. O médico que nos atendia era um senhor de maneiras conservadoras, com a fala de um avô dando conselhos. Continue lendo “Os médicos do jornal”

Pra que vacina, se o importante é ter arma?

Estimulado pelo presidente da República, comprou uma arma para proteger-se. Saiu à rua para o que desse e viesse. Morreu sem disparar um tiro. Foi pego pelo vírus. Se Bolsonaro tivesse dito “eu quero todo mundo vacinado”, não estaríamos com os mais de 239 mil mortos da pandemia de hoje. Mas o que disse, recentemente, foi: “Eu quero todo mundo armado”. Continue lendo “Pra que vacina, se o importante é ter arma?”

Haja!

Quase nove horas da noite de uma quinta-feira, e o texto que vai ser publicado no dia seguinte e que já deveria estar revisado pela minha equipe de copy-desks (😂 acreditaram?) ainda não tinha ainda sido sequer esboçado na minha mente. Continue lendo “Haja!”

O grilo falante

Ora, o que é isso? Olhei bem e notei que era um grilo. O invasor estava agarrado no lado de dentro da cortina do meu quarto. Explico que estou morando em aprazível condomínio de casas, onde há muito verde, em cidade do Alto Tietê. Uma placa de trânsito, perto de onde moro, mostra o desenho de um jabuti e alerta: “Atenção com nossos animais silvestres”. Continue lendo “O grilo falante”