- :: Com a França era encanto e transgressão. Sem a França? Bah, corporação e droga. Por Manuel S. Fonseca

Quem quer ainda saber do Beaujolais nouveau? Quando é que deixámos de gostar dos franceses! Quando é que eles se tornaram impertinentes e nos começaram a chatear de morte? Ler Mais »
- :: Amorim conseguiu em pouco tempo criar encrenca. Por Sandro Vaia
Lula passou oito anos no poder e teve poucos atritos com militares. Passaram pelo ministério da Defesa José Viegas Filho, o falecido vice José Alencar, Waldir Pires e Nelson Jobim, que foi o que ficou mais tempo - quatro anos – na pasta. Ler Mais »
- :: Dilma corta verbas para a saúde e o que gasta nela gasta mal. Por Mary Zaidan
Com média de 5,47 no IDSUS, novo índice criado pelo governo para avaliar o Sistema Único de Saúde, o atendimento público à saúde dos brasileiros agoniza. Menos de 2% da população têm serviços avaliados acima de 7. Mais de 20% amargam o descaso absoluto. E não passam de razoável os cuidados com os 73% restantes. Bom mesmo, estamos em falta. Ótimo, nem sonhar. Ler Mais »
- :: Os que foram criados na casa errada da História não têm lugar a que possa regressar. Por Manuel S. Fonseca
Num ápice, salta da eufórica multidão para o silêncio da vasta pradaria que uma desgarrada árvore não chega a interromper. Assim começa “The Lusty Men”, de Nicholas Ray. Ler Mais »
- :: A última do Wikileaks foi saudada no Brasil por um silêncio ensurdecedor. Por Sandro Vaia
‘’’…esquecer tudo quanto fosse necessário esquecer, trazê-lo à memória prontamente no momento preciso, e depois torná-lo a esquecer; e acima de tudo, aplicar o próprio processo ao processo”. Ler Mais »
- :: A Copa está aí. Já as obras para a Copa... Por Mary Zaidan
Carnaval festejado, a Copa do Mundo voltará ao centro das atenções. A Câmara dos Deputados deve reiniciar a apreciação da Lei Geral da Copa, com falsas polêmicas como bebida alcoólica nos estádios e meia-entrada para estudantes e idosos. Ler Mais »
- :: Seu filme Merrill’s Marauders é como um retrato de Portugal hoje. Por Manuel S. Fonseca
Um carteirista é o seu melhor herói. Precisávamos de um herói que tivesse o orgulho que Richard Widmark tem nos seus dedos. Nem mesmo Maria João Pires tem os dedos desse herói de Samuel Fuller ou o seu profissionalismo amoral. Orgulhamo-nos demasiado das nossas paixões. Talvez devêssemos ter vaidade numa calculada frieza. Ler Mais »
- :: Livro reconstitui episódios importantes da História do país. Por Sandro Vaia
Por alguma razão desconhecida, João Goulart nunca foi considerado uma figura maiúscula ou sequer relevante na história recente do Brasil. Ler Mais »
- :: Na balbúrdia da política paulistana, todos agem na lógica do avesso. Por Mary Zaidan
O casamento entre a princesa Leopoldina e Tiradentes, que acaba em proclamação da escravidão – paródia do jornalista Sérgio Porto na sua genial encarnação como Stanislaw Ponte Preta – é fichinha perto da balbúrdia da política paulistana, essa sim, o expoente do samba do crioulo doido que se esparrama pelo país. Ler Mais »
- :: Ele está em filmes produzidos por Anotole Dauman. Por Manuel S. Fonseca
Se o erotismo é uma forma de aristocracia, então Anatole Dauman é um príncipe da Renascença. Há duas décadas entrevistei-o neste jornal que ainda tem paciência de me acolher. Ler Mais »
- :: Nada menos do que isso: neste momento, Lúcio Flávio é o jornalismo. Por Sandro Vaia
Lúcio Flávio Pinto é um jornalista moderno às antigas. Não seria difícil imaginá-lo com as viseiras dos épicos jornalistas de cinema. Ler Mais »
- :: Não há novilíngua petiste que engane todos o tempo todo. Por Mary Zaidan
Useiro e vezeiro em criar versões para explicar a inexplicável virada de ponta-cabeça que deu após chegar à Presidência da República, o PT insiste na fórmula: travestir suas ações condenáveis – e até as elogiáveis, mas odiadas por alguns dos seus, como a privatização dos aeroportos – em méritos. E, faça-se justiça, operam isso com maestria. Ler Mais »
- :: O cinema dá lições para o que a vida roubara. Por Manuel S. Fonseca
Camisa e cuecas, sozinho no meio da sala, Tom Cruise, teenager inconsciente, dança o Old Time Rock n’ Roll. O filme é Risky Business que desdenhei nos idos de 80, antes dos intelectuais de Los Angeles (há intelectuais em LA!) me provarem o valor geracional da coisa. Ler Mais »
- :: Eles que tanto defendiam a greve da PM. Por Sandro Vaia
Eu, como a Polícia Militar da Bahia, me declaro em greve. Como não sou uma força armada, a minha greve, ao contrário da deles, é legal. Em vez de escrever, falar e argumentar, vou deixar que eles mesmo falem. Ler Mais »
- :: O governo petista, como já é de praxe, escolheu a trilha marqueteira. Por Mary Zaidan
Em julho de 2010, a então candidata Dilma Rousseff fez a sua primeira intervenção sobre a política externa brasileira. Um completo desastre. Ler Mais »