Más notícias do país de Dilma (34)

“Fernando Pimentel passou o fim do ano escondendo-se da imprensa para evitar questionamentos sobre suas consultorias”, escreveu a jornalista Dora Kramer no Estadão, no dia 4 de janeiro, “mas não poderá passar os próximos três anos esgueirando-se pelos cantos ou recusando-se a dar explicações, sustentado na tese de que ‘ninguém tem nada com isso’. Ler Mais »

O novo ano velho

Pode ser má vontade ou rabugice mesmo. Mas tudo indica que o novo ano que estréia hoje começa velho, caduco. Pelo menos na política, onde mudanças só devem ocorrer para deixar tudo o mais igual possível. Tanto no governo quanto na oposição. Ler Mais »

No vinho, a verdade

Ou na cerveja, no espumante, sei lá. O certo é que, inebriado ou não, a vida tem me ensinado a moderação. Não que eu não tenha cometido ou ainda não cometa exageros. Sou de carne, ossos, emoções e sentimentos, como qualquer um dos meus semelhantes. Mas eu sigo aprendendo e um dia, se der tempo, chego lá. Ler Mais »

Um bom 2012. Se o ano não acabar

2012 é um ano interessante, para muitos místicos e videntes: tem fim do mundo. Crêem que no dia 21 de dezembro o sol nascerá alinhado com o centro da Via Láctea, coincidindo com o fim do calendário maia. Isso destruirá a Terra. Ler Mais »

Um fim de semana com Godard

Havia sangue no asfalto e cadáveres espalhados pela berma, junto ao mato europeu. Sangue e cadáveres desfilavam a 24 imagens por segundo num cine-esplanada do Lobito. Ler Mais »

Dilma, Ano 1

Um ano de governo, Dilma está na praia e o Brasil virou a sexta economia do mundo.

Vamos comemorar? Vamos, mas com cuidado e um pouco de zelo. Ler Mais »

Más notícias do país de Dilma (33)

Começo esta 33ª compilação de notícias e análises que comprovam a incompetência do governo Dilma Rousseff – a última do ano – com um balanço que resume bem os fatos: Ler Mais »

O Dragão e a Serpente

Começa hoje a última semana de 2011 e com ela apressam-se as resoluções de ano novo, as previsões dos búzios, de pais e mães de santo, os desígnios do horóscopo chinês para o Ano do Dragão e tantas outras mandingas. Ler Mais »

Chove mas não pinga aqui dentro

Impossível não falar na chuva quando ela bate incessantemente nos telhados, alagando ruas, derrubando casas e muros, destruindo esperanças e conquistas. Ler Mais »

Entra o urso

Como pode comover-nos o que não nos arranca um sorriso? Shakespeare usou um truque. No The Winter’s Tale, quando a tragédia é já insustentável, entra um urso. Ler Mais »

Correndo atrás da bola

Vamos aproveitar o espírito de Natal e esquecer de banalidades como o corporativismo da Justiça brasileira e as decisões do STF favorecendo indiretamente juízes do STF. Ler Mais »

Uma suave vingança contra a insanidade natalina

Todo mundo que se irrita com Natal (e o número é muitíssimo maior do que se poderia imaginar) deveria ouvir Madeleine Peyroux e k.d. lang cantando “River”. É uma vingança suave, doce, melancolicamente doce, contra essa insanidade de hordas de pessoas fazendo compras freneticamente, freneticamente com a necessidade básica, urgente, absurda, estressante, de se mostrar feliz. Ler Mais »

Dilma teflon

Dilma Rousseff acaba de bater todos os recordes de popularidade para um governante em primeiro ano de mandato. Com 72% de aprovação pessoal, deixou para trás até o padrinho Lula, apontam os dados da última pesquisa CNI-Ibope, divulgada sexta-feira. Seu governo, aplaudidíssimo por políticas de distribuição de renda, ostenta confortáveis 56% de ótimo e bom. Ler Mais »

Os meninos e Juan Miró

As crianças de cinco anos aprendem na escola a magia do traço de Juan Miró. São pequenas, mas falam com uma desenvoltura admirável sobre o que aprenderam. As características essenciais da pintura surrealista contrastando com o olhar real de um outro artista, que retrata animais e objetos que todos conhecem. A simples percepção da diferença de foco já é um achado. Ler Mais »

O cinema é um lugar perigoso

O produtor Walter Wanger puxou da pistola e, logo ali, em pleno estúdio, espetou um balázio no agente Jennings Lang que tombou redondo, mas não morto. Um só tiro. Por honra da firma. Ler Mais »