- :: Para Bernardo Carvalho. Por Vivina de Assis Viana
Há oito anos – desde dois mil e dois – recebo um telefonema anual. Um só, de Salvador. Em dezembro. Curtinho, combinando duas coisas. Três, quando há exagero. Ler Mais »
- :: Para Rogério, Biela e Gugu. Por Vivina de Assis Viana
De vez em quando, ao ver alguém sendo entrevistado, me imagino lá, na berlinda.
Resposta a resposta, ensaio a minha, enquanto espero a alheia. Ler Mais »
- :: Desde a queda do muro de Berlim, a tevê não me presenteava com momentos tão sublimes. Por Vivina de Assis Viana
No deserto do Atacama, o lugar mais seco do mundo, e um dos menos povoados, uma multidão inusitada dividiu, com grande parte do planeta, a comoção de vivenciar uma ressurreição. Ler Mais »
- :: Reler os contos de Ildeu Brandão é um convite ao espanto e à emoção. Por Vivina de Assis Viana
Madrugada, casa dormindo, quase silêncio – apenas a suavidade da voz de Joan Baez evocando os anos sessenta –, hora de escrever a crônica semanal. Ler Mais »
- :: Por Vivina de Assis Viana, para Magda Soares
Nos últimos tempos, com uma freqüência que eu gostaria que fosse menor, tenho me perguntado se realmente estou lendo o que estou lendo. Ou ouvindo o que estou ouvindo. Ler Mais »
- :: “Meu pai queria conhecer o mar e assistir, ao menos uma vez, a uma tourada em Madri.” Por Vivina de Assis Viana
Meu pai, a vida inteira mineiro e fazendeiro, morreu sem conhecer o mar. Não que não quisesse. Ler Mais »
- :: “O homem que diz, vou, não vai.” Por Vivina de Assis Viana
Por mais que eu tente obedecer a conselhos médicos, tendo um mínimo de bom senso, durmo tarde. Muito tarde. Ler Mais »
- :: Lembranças de Vargas Llosa, amigo de longa data, nunca visto. Por Vivina de Assis Viana
Quando estive no Peru, há alguns anos, me lembrei de Vargas Llosa nos lugares por onde andei, poucos. Lima, Cuzco, Machu Pichu. Ler Mais »
- :: Por que será que a memória guarda pequenos grandes horrores? Por Vivina de Assis Viana
Quando eu nasci – quarta de cinco irmãos – dois nomes me esperavam. O de meu pai, Francisco, e o de minha mãe. Ler Mais »
- :: Aquelas escadas dobráveis, domésticas, sem as quais não se vive – infernais. Por Vivina de Assis Viana
Não sei por que guardo badulaques, bugigangas, seja lá o que for, na parte alta dos armários. Aliás, sei. Só pra cair da escada. Ler Mais »
- :: No caminho para o interior mineiro, uma vaca atravessada na pista. Por Vivina de Assis Viana
Se eu ainda fosse estudante, e se os professores de hoje ainda se interessassem pelas idas e vindas de seus alunos durante as férias, minha vida estaria resolvida. Ler Mais »
- :: Para Edmir Perrotti. Texto de Vivina de Assis Viana
Meu amigo paulistano, nascido e criado na colônia italiana, me olha com olhos de espanto quando lhe digo, entre acertos e desacertos de um texto em que trabalhamos juntos, que fazer pão de queijo é tarefa bem mais fácil. Ler Mais »
- :: Computador em greve, crônica escrita à mão. Por Vivina de Assis Viana
Ai, meu Deus! Logo agora, em cima da hora da crônica, o computador resolve entrar em greve. Ler Mais »
- :: Na janela, olhando a vida lá embaixo, enquanto a crônica não vem. Por Vivina de Assis Viana
Em busca de uma crônica, vou até à janela.Talvez a rua me inspire, penso. Ou a altura, quem sabe? Ler Mais »
- :: “A gente não pode mais ficar espantado com coisa nenhuma neste mundo”. Por Vivina de Assis Viana
Criança de fazenda, cresci em meio a muito boi e muita vaca. Alguns cavalos. Cachorros, gatos, galinhas. Gente, muito pouca. Ler Mais »