Arquivos da Categoria: Vivina de Assis Viana

Nada acontece lá fora

Ontem, sábado, depois de um dia inteiro brigando com um texto que teimava em não me obedecer, busquei o melhor remédio. Música. Fora de casa, pra me distanciar do teimoso. Ler Mais »

Os tempos são outros

Li no jornal. Alguém – quem? –, disse que não se usa mais escrever crônicas sobre falta de assunto, como Rubem Braga se cansou – ou não? – de fazer. Os tempos são outros. Ler Mais »

Felicidade suprema

Tenho pensado em meus amigos de origem japonesa.

Alguns, de longa, longa data, como Jiro Takahashi, autor do mais belo depoimento que já ouvi sobre o ofício de editor. Anos oitenta, Bienal Nestlé de Literatura, coordenação de Ricardo e Iraty Ramos, amigos de adolescência e de sobrenome, sem parentesco algum. Ler Mais »

Nós sonhávamos

Tarde quente de fevereiro, meu filho me passa o telefone.

— Pra você, mãe. Vânia.

— Vânia? Ler Mais »

Abraço de leitor comovido

Trabalhei com Moacyr Scliar muitas vezes, desde os anos oitenta, na Bienal Nestlé de Literatura, coordenada pelo escritor Ricardo Ramos, amigo pródigo em conhecimentos, amizades e afetos. Ler Mais »

Daqui a pouco, nunca mais

Hoje, o plano era escrever sobre um certo telefonema e um certo vestido de noiva.

No entanto, atropelada pelo final do horário de verão, adio tudo. Minha amiga, no sul de Minas, há de entender. Ler Mais »

Agendas e dentifrícios

Vez ou outra, descubro não ser nada fácil envelhecer em um mundo cada vez mais novo.

Tudo se transformando, algumas coisas sumindo, ó, nunca mais. Ler Mais »

Recadinho de nada

De vez em quando, acontece. O tempo passa, chega o aniversário de alguém que não quero esquecer. Nem o aniversário, nem o aniversariante. Ler Mais »

Cores, traços e afetos

Há umas duas semanas, inesperadamente, ganhei um presente muito especial. Livro. Com dedicatória e tudo. Mais: dedicatória carinhosa, me chamando de “cumadre” – assim, entre aspas –, mandando abraço. E muita saudade. Ler Mais »

Sinal fechado

Hora de escrever a crônica.

Procuro o mundo, encontro tragédia. Mãe sem filho, avô sem neto, marido sem mulher. Ler Mais »

Restos de nada

Olho pela janela, tudo bem, nem tanta nuvem assim, só quatro quadras, vou rapidinho, dá tempo. Ler Mais »

Tudo, todo dia, o tempo todo

Nove da noite, ruas mal iluminadas, eu vinha – a pé – do trabalho pra casa, ele tocou. Ler Mais »

Meu segundo pensamento

Toda vez da primeira vez de uma arrumadeira em casa, penso no destino de minha coleção de caixinhas. Se é que tenho uma coleção de caixinhas. Ler Mais »

Carregando a vida

Talvez ela seja uma das personagens mais conhecidas por quem passa – a pé – pela Rua Augusta e suas vizinhanças. Ler Mais »

Eram muitas vezes

Era uma vez e passou tempo nenhum só uma semana eu li uma frase tão bonita não saiu do meu coração: “Era uma vez e já passou faz tempo eu fiz uma cama de caixotes de maçã e tinha sonhos perfumados toda noite”. Ler Mais »