- :: Para Jiro Takahashi. Por Vivina de Assis Viana
Tenho pensado em meus amigos de origem japonesa.
Alguns, de longa, longa data, como Jiro Takahashi, autor do mais belo depoimento que já ouvi sobre o ofício de editor. Anos oitenta, Bienal Nestlé de Literatura, coordenação de Ricardo e Iraty Ramos, amigos de adolescência e de sobrenome, sem parentesco algum. Ler Mais »
- :: Para Vânia Helena Leite Pereira. Por Vivina de Assis Viana
Tarde quente de fevereiro, meu filho me passa o telefone.
— Pra você, mãe. Vânia.
— Vânia? Ler Mais »
- :: Com os pés bem plantados no chão, Moacyr Scliar voa como poucos. Por Vivina de Assis Viana
Trabalhei com Moacyr Scliar muitas vezes, desde os anos oitenta, na Bienal Nestlé de Literatura, coordenada pelo escritor Ricardo Ramos, amigo pródigo em conhecimentos, amizades e afetos. Ler Mais »
- :: O governo esquece de avisar à natureza sobre o horário de verão. Por Vivina de Assis Viana
Hoje, o plano era escrever sobre um certo telefonema e um certo vestido de noiva.
No entanto, atropelada pelo final do horário de verão, adio tudo. Minha amiga, no sul de Minas, há de entender. Ler Mais »
fevereiro 27, 2011
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Rotulado Crônicas
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- :: A vida já foi mais simples. Por Vivina de Assis Viana
Vez ou outra, descubro não ser nada fácil envelhecer em um mundo cada vez mais novo.
Tudo se transformando, algumas coisas sumindo, ó, nunca mais. Ler Mais »
fevereiro 21, 2011
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Rotulado Crônicas
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- :: Para Jorge Nagao. Por Vivina de Assis Viana
De vez em quando, acontece. O tempo passa, chega o aniversário de alguém que não quero esquecer. Nem o aniversário, nem o aniversariante. Ler Mais »
fevereiro 13, 2011
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Rotulado Crônicas
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- :: Na obra de Elifas Andreato, um pedaço da história do Brasil. Por Vivina de Assis Viana
Há umas duas semanas, inesperadamente, ganhei um presente muito especial. Livro. Com dedicatória e tudo. Mais: dedicatória carinhosa, me chamando de “cumadre” – assim, entre aspas –, mandando abraço. E muita saudade. Ler Mais »
- :: Ainda que possa escrever sobre o que quiser, não quero nada. Não quero tudo. Por Vivina de Assis Viana
Hora de escrever a crônica.
Procuro o mundo, encontro tragédia. Mãe sem filho, avô sem neto, marido sem mulher. Ler Mais »
- :: Impossível não lembrar dos que procuram por pedaços de famílias. Por Vivina de Assis Viana
Olho pela janela, tudo bem, nem tanta nuvem assim, só quatro quadras, vou rapidinho, dá tempo. Ler Mais »
- :: Toca o celular. Mas como achar o celular na bolsa? Por Vivina de Assis Viana
Nove da noite, ruas mal iluminadas, eu vinha – a pé – do trabalho pra casa, ele tocou. Ler Mais »
- :: "Não sei – direito – o que é uma coleção. Só mais ou menos." Por Vivina de Assis Viana
Toda vez da primeira vez de uma arrumadeira em casa, penso no destino de minha coleção de caixinhas. Se é que tenho uma coleção de caixinhas. Ler Mais »
- :: Toninha vive na rua e da rua. Não de esmolas - de doações. Por Vivina de Assis Viana
Talvez ela seja uma das personagens mais conhecidas por quem passa – a pé – pela Rua Augusta e suas vizinhanças. Ler Mais »
- :: Para Marcílio Godoi. Por Vivina de Assis Viana
Era uma vez e passou tempo nenhum só uma semana eu li uma frase tão bonita não saiu do meu coração: “Era uma vez e já passou faz tempo eu fiz uma cama de caixotes de maçã e tinha sonhos perfumados toda noite”. Ler Mais »
- :: Para Bernardo Carvalho. Por Vivina de Assis Viana
Há oito anos – desde dois mil e dois – recebo um telefonema anual. Um só, de Salvador. Em dezembro. Curtinho, combinando duas coisas. Três, quando há exagero. Ler Mais »
- :: Para Rogério, Biela e Gugu. Por Vivina de Assis Viana
De vez em quando, ao ver alguém sendo entrevistado, me imagino lá, na berlinda.
Resposta a resposta, ensaio a minha, enquanto espero a alheia. Ler Mais »