- :: Dormir até cansar? Ah, depois da escola, da faculdade, depois que os filhos crescerem, depois... Por Vivina de Assis Viana
É esquisito, mas, ás vezes, tenho a sensação de que já fui feliz. Completamente. Ler Mais »
- :: Notícias de jornal – Collor, Zélia, Besame Mucho – e uma viagem de trator. Por Vivina de Assis Viana
Mesmo tendo sido criada em fazenda, custei a conviver com tratores.
Meu pai, mineiro, antigo, cauteloso, incapaz de um passo maior que as pernas, pelejava com arados e carros de bois. Ler Mais »
- :: A descoberta de que a palavra escrita abriga segredos e talvez gere felicidade. Por Vivina de Assis Viana
Um dia, vendo um de meus filhos extasiados diante do aparelho preferido, não resisti:
— Até parece que você nasceu vendo televisão, filho. Ler Mais »
- :: “Afinal, nem sei se tenho biografia”. Por Vivina de Assis Viana
De vez em quando, por e-mail ou pelo correio, alguns estudantes pedem minha biografia. Capas e contracapas de livros dizem pouco, quase nada, garantem. Ler Mais »
- :: A berlinense guardou um livro, o artista pescou vários na Lagoa Rodrigo de Freitas. Por Vivina de Assis Viana
Uma vez, uma só, sonhei ser repórter em Berlim. Ler Mais »
- :: Suely Rossanez só deixou boas lembranças. Por Vivina de Assis Viana
Hoje, acordei pensando em conversar com o Saramago. Conversa pouca, pequena. De um lado só, monólogo. Ler Mais »
- :: Eles lembravam que o país, celebrado, amado e idolatrado, não era tão verde-amarelo assim. Por Vivina de Assis Viana
A atual disputa eleitoral, que não me interessa nem um pouco, me traz à lembrança fatos remotos e personagens temporariamente esquecidos. Aqueles dois caipiras, por exemplo. Ler Mais »
- :: Tempos de guerra trazem lembranças de outros tempos, vividos em família. Por Vivina de Assis Viana
Nos primeiros dias de abril de 1991, terminada a Guerra no Golfo Pérsico, imaginei que a convivência forçada com os massacres que desabavam – quase instantaneamente – da crueza dos jornais televisivos para o aconchego de minha sala diminuiria um pouco. Ao menos um pouco. Ler Mais »
- :: “Greve de correio é muito triste”, diz Raimundo, zelador como não há mais. Por Vivina de Assis Viana
– Carta pra mim?
– Não, hoje não teve nada pra ninguém, por causa da greve. Ler Mais »
- :: Por Vivina de Assis Viana
Para meu irmão Juarez
Há poucas semanas, aqui em São Paulo, o anúncio de um show de Dori Caymmi me levou às lembranças deixadas pela música de seu pai. E a uma crônica, escrita há quase 20 anos. Ler Mais »
- :: Lembranças sobre Tancredo, Gonzaguinha e multidões em Belo Horizonte. Por Vivina de Assis Viana
Nos dias em que se lembraram a execução de Tiradentes, os cinqüenta anos de Brasília e os vinte e cinco da morte de Tancredo Neves, uns escritos guardados me levaram ao reencontro de mais uma personagem dessa época. Ler Mais »
- :: Uma crônica do tempo de Collor que vale bem para estes nossos dias. Por Vivina de Assis Vianna
Em 1991, segundo ano do governo Collor, eu escrevia para um jornal de Belo Horizonte. Esta crônica é daquela época. Submetida a um teste de antiguidade, penso que continua valendo nestes nossos dias atuais, com governantes polêmicos, contraditórios, nada edificantes. Ler Mais »
- :: Ou Mineiros x Paulistas. Para Maria Balé. Por Vivina de Assis Viana
Uma vez, alguns anos após me arranchar em São Paulo, me convidaram pra ir a São José dos Campos. Ler Mais »
- :: “Quem tem noventa anos vai precisar de quê?”, indaga ela. Por Vivina de Assis Viana
Sardas desenhando o rosto claro, cabelos brancos presos em um coque antigo, a primeira moradora do prédio recém construído chega ao décimo e último andar – três quartos, sala, cozinha, área de serviço -, ajeita frutas, verduras, jornais, ajeita-se. Ler Mais »
- :: Era a palavra mágica de Estáquio Rodrigues. Por Vivina de Assis Viana
Segunda-feira, meio da tarde, chave na porta a caminho do trabalho, calor dos últimos tempos – insuportável -, o telefone chama. Ler Mais »