- :: Se o avô não sabe, quem é que vai saber? Por Vivina de Assis Viana
Um no colo do outro, avô e neto conversam. Ler Mais »
- :: Pelas conversas, vale a pena sair, até enfrentar o frio. Por Vivina de Assis Viana
(Sábado frio, chuva fina, melhor sossegar em casa, ler um livro. Antigo, de preferência. Combina com dias assim, mais sombra que luz. Ler Mais »
fevereiro 12, 2012
|
Rotulado Crônicas
|
- :: Era quando Sebastião e o patrão conversavam, todos os dias. Por Vivina de Assis Viana
— A gente já não pode mais se espantar com coisa nenhuma nesse mundo, compadre.
Na cozinha da fazenda, mesa de madeira, bancos também, chão de tijolos, fogão de lenha, paredes enfumaçadas, a cena se repetia, diariamente. Ler Mais »
- :: Um livro que é uma densa e intensa declaração de amor aos livros. Por Vivina de Assis Viana
Há poucos dias, ao terminar a leitura de Crônicas de Papel, livro simpático, e publicação cuidadosa da Editora Mercuryo Jovem, fiquei pensando em sua autora, Januária Alves. Ler Mais »
- :: São Paulo? Que São Paulo, que nada. Por Vivina de Assis Viana
Mais de dez da noite, o ônibus deixa a rodoviária simples, no interior mineiro, e toma o rumo da maior cidade do país. Poucos metros adiante, procura o acostamento: Ler Mais »
- :: Uma casinha branca, no meio de tantas outras igualinhas. Por Vivina de Assis Viana
Quase nove da noite, chuvinha chata – ir pra casa, nem pensar –, converso com o porteiro do prédio em que trabalho.
O sotaque nordestino me conta que seu dono acalenta um sonho antigo, nascido há tempos, antes de vir pro sul. Ler Mais »
- :: Passear é vagar sem propósito, nem despropósito. Por Vivina de Assis Viana
Sábado, dez da manhã, vou passear – coisa antiga – no Mercadão, como é chamado, carinhosamente, o Mercado Central. Ler Mais »
- :: Visita abençoada, Tia Olinda contava histórias. Por Vivina de Assis Viana
Na rua, relâmpagos e trovões. Dentro de casa, conversas e lembranças.
Entre uma e outra xícara de café, eu me perguntava, naquela noite escura e molhada, por que levara tanto tempo para conhecer os olhos miúdos e atentos, e o riso largo e ruidoso de minha tia Olinda. Ler Mais »
- :: Um vento voando perto do braço - e lá se vai a bolsa. Por Vivina de Assis Viana
Uma da tarde, quase duas. Hora de ficar em casa, sem inventar.
Hora – por exemplo – de almoçar. Salada, arroz, feijão, couve, angu. Ah, pimenta. Ah, malagueta. Ler Mais »
- :: Tirar passaporte, para quem não é filho de presidente, é dureza. Por Vivina de Assis Viana
Passaporte vencido, lá fui eu em busca de um novo. Com preguiça, confesso.
— Acesse o site da Polícia Federal, é fácil –, disseram. Ler Mais »
- :: Autores contam suas histórias durante uns mil quilômetros de retas e de curvas, sobretudo de curvas. Por Vivina de Assis Viana
Algumas seis vezes por ano, quando a saudade começa a falar alto, ou quando precisam de mim – coisa rara –, tomo o rumo de Minas. Ler Mais »
- :: Continuam sobrando assuntos. Mas não seduzem. Por Vivina de Assis Viana
Há algum tempo, década de noventa, publiquei, durante dez anos, sei lá quantas mil crônicas em um jornal semanal. Os assuntos, sedutores, sobravam. Ler Mais »
- :: Para o Marden, meu sobrinho. Por Vivina de Assis Viana
Passamos três dias no interior de Minas, minha irmã, meu irmão e eu. Na fazenda onde crescemos, sonhamos, aprendemos, desaprendemos. Vivemos. Ler Mais »
- :: A garota tinha certeza: quem escreve é diferente dos mortais comuns. Por Vivina de Assis Viana
Uma vez, em uma escola, uma garota – treze, quatorze anos –, saia curta, cabelos compridos, olhos atentos, jeito de quem sabia das coisas, quis saber se eu me considerava diferente dos outros mortais.
— Outros mortais? Ler Mais »
- :: Príncipes, rainhas, carruagens, como nas histórias da infância. Por Vivina de Assis Viana
Quando eu era criança, ouvi muitas histórias.
Algumas tinham reis, rainhas, príncipes, princesas, fadas, madrastas, bruxas, castelos, carruagens, cavalos. Casamentos. Ler Mais »