Arquivos da Categoria: Sérgio Vaz

O PT esmaga o jornal Correio

Nos anos 70, a ditadura militar e seu representante maior na Bahia, Antônio Carlos Magalhães, asfixiaram de todas as maneiras o Jornal da Bahia, o único que fazia oposição ao governador. Ler Mais »

Quem toca a bateria?

No mesmo dia em que a Cora Rónai, aquela arauta das modernidades, escreveu em O Globo mais um dos tantos obituários definitivos dos suportes físicos – livros, discos, LPs, CDs, DVDs, Blu-rays –, recebi uma mensagem do meu amigo e mestre Carmo Chagas perguntando quem toca a bateria em “Noite dos Mascarados” com Chico e Elis e quem toca a viola em “Felicidade (Felicidade foi embora)” com Caetano. Ler Mais »

Marina e a primeira escova

Sentadinha na sua cadeira no nosso carro, voltando do salão onde tinha lavado e cortado e feito escova, Marina, aos 4 anos e quase 4 meses, passava a mão no cabelo, e uma hora lá, quando chegávamos perto da Avenida Antártica, falou: – “Meu cabelo tá tão macio!…” Ler Mais »

Boas notícias insistem em acontecer

Já faz um mês e meio que se divulgou, com imenso, colossal estardalhaço, que o presidente Michel Temer recebeu no Palácio do Jaburu, tarde da noite, o empresário Joesley Batista – e, daquele dia 17 de maio para cá, repete-se a cada dia que o Brasil está vivendo uma crise política gravíssima, sem precedentes. Ler Mais »

Fantástico: uma notícia positiva na capa do Globo!

Fantástico: O Globo desta quinta-feira, 22/6, traz na primeira página uma notícia positiva sobre o Brasil sem usar qualquer tipo de adversativa. Que eu saiba, é a primeira vez que isso acontece desde o dia 18 de maio, quando o jornal iniciou sua Cruzada para derrubar o governo e publicou a manchete “Temer é gravado ao dar aval a compra de silêncio de Cunha”. Ler Mais »

Mais perdida que cego em tiroteio

Já faz algum tempo que parece claro para as pessoas com alguma informação e lucidez que o Brasil está mergulhado na mais profunda crise econômica, política e moral da sua história. Tem me impressionando, no entanto, que a imprensa está igualmente chafurdando num fundo de poço inimaginável. Ler Mais »

Belíssima Carly

Em 2005, o ano em que fez 60 anos, linda, forte, poderosa, após vencer um câncer, Carly Simon resolveu dar um tempo como compositora e fazer um disco só de covers, de canções dos outros. Gravou então Moonlight Serenade – como o nome indica, uma coletânea de clássicos, de standards da Grande Música Americana. Ler Mais »

O Brasil é maior que esse buraco

Tenho me sentido quase solitário. Sei que pertenço a um grupo absolutamente minoritário de brasileiros – o grupo que não acha que tirar Michel Temer da Presidência é a tarefa, a necessidade mais urgente do país. Ler Mais »

Por que essa Cruzada das Organizações Globo?

Por diversos motivos, o principal deles o fato de ser a absoluta líder de audiência no país, a Rede Globo é odiada por muita gente, e não é de hoje.

Há quem veja nela “a inimiga número 1 do Brasil”. Ler Mais »

As Organizações Globo piraram

As empresas jornalísticas têm o absoluto direito de tomar partido. Assim como toda e qualquer empresa. Assim como toda e qualquer pessoa física. Só que quando as empresas jornalísticas tomam partido, é fundamental que expliquem ao respeitável público por que o fazem. E que não misturem o que é opinião com o que é informação.  Ler Mais »

Fui apressado. Errei. Não vejo prova de crime de responsabilidade

Eram 12h20 desta quinta-feira, 18/5. quando postei um texto dizendo que o menos ruim para o Brasil era afastar Michel Temer o mais rápido possível da Presidência.

Passadas menos de 10 horas, vejo que fui apressado. Errei.  Ler Mais »

A saída está na Constituição

É muito difícil, praticamente impossível, ter calma nesta hora, mas é preciso tentar.

O menos ruim para o Brasil agora é:

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Está melhorando (9)

Os últimos dias foram especialmente repletos de boas notícias para o Brasil – e de más notícias para o lulo-petismo que enfiou o país na pior crise econômica, na mais profunda crise política e na mais avassaladora crise moral da História. Ler Mais »

Mestre Antonio Candido

Em 1975, o ano em que nasceu minha filha, Antonio Candido escreveu:

“Adoniran Barbosa é um grande compositor e poeta popular, expressivo como poucos, mas não é Adoniran nem Barbosa, e sim João Rubinato, que adotou o nome de um amigo funcionário do Correio e o sobrenome de um compositor admirado. A idéia foi excelente, porque um artista inventa antes de mais nada a sua própria personalidade; e porque, ao fazer isto, ele exprimiu a realidade tão paulista do italiano recoberto pela terra e do brasileiro das raízes européias. Adoniran Barbosa é um paulista de cerne que exprime a sua terra com a força da imaginação alimentada pelas heranças necessárias de fora.”

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O país sai maior e melhor

Minha primeira consideração sobre o dia do depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro: juntar 5 mil pessoas na Praça Santos Andrade, em Curitiba, é pouco. Muito pouco. É mixaria. Ler Mais »