Ele está de volta

Começou a pipocar nas redes sociais nesta quarta-feira, 31/7, uma trágica charge de Adolf Hitler com o mapa do Brasil no lugar do bigode – ou seja, uma imagem associando o presidente Jair Bolsonaro ao ditador que lançou o mundo na Segunda Guerra Mundial e matou nos campos de concentração mais de 6 milhões de judeus, ciganos, portadores de problemas físicos.

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Mais Brasília, menos Brasil

Se fosse só gogó, falação, palavras, imbecilidades ditas a cada momento, a toda hora, todo dia, já seria péssimo para o país. Mas não é só da boca pra fora: o governo Jair Bolsonaro age. Executa, obra, opera – e sempre para o lado do mal, das trevas. Do autoritarismo. A cada ato desse governo, o país fica um pouco pior. Continue lendo “Mais Brasília, menos Brasil”

Imbecilidades, desmandos, ofensas

No curtíssimo espaço de dois dias, a quinta e a sexta-feiras, 18 e 19/7, o presidente Jair Bolsonaro conseguiu a proeza de protagonizar uma série incrível de imbecilidades, desmandos e ofensas à Constituição, à Federação, a diversas personalidades respeitáveis, à liberdade de expressão, à verdade dos fatos e ao bom-senso. Continue lendo “Imbecilidades, desmandos, ofensas”

O maior monstro da usina de besteiras

Como o show de besteiras, a usina de imbecilidades, estultices, absurdos do governo Bolsonaro não pára nunca, não dá folga, não descansa, há um risco grave – fora, é claro, os resultados trágicos de cada uma das idiotices. O risco de o país perder a capacidade de se indignar. De as pessoas se cansarem de protestar, reclamar, condenar. Continue lendo “O maior monstro da usina de besteiras”

Ou a Luz, ou as Trevas

Que os conceitos de esquerda e direita são hoje vagos, imprecisos, disso pouca gente pensante tem dúvida. Criados logo após a Revolução Francesa de 1789, com base na posição em que se sentavam girondinos e jacobinos na Assembléia Nacional, eles vieram sendo arranhados, amarfanhados, desbotados ao longo destes 230 anos de História. Continue lendo “Ou a Luz, ou as Trevas”

Disco-voador na Benedito Calixto

Na Praça Benedito Calixto, onde ficava, no subsolo de uma loja, o pequenino teatro Lira Paulistana – o palco do que veio a ser conhecido como a Vanguarda Paulista, onde surgiram para o Brasil o grupo Rumo, o Premeditando o Breque que iria virar Premê, Itamar Assunção, Arrigo Barnabé, o Paranga, Passoca – deve ter pousado um disco-voador. Continue lendo “Disco-voador na Benedito Calixto”

Parque, o Minhocão já é. Quando tiver dinheiro, é derrubar

Aos 69 anos bem vividos, bem fumados e bem bebidos, participei pela primeira vez de uma prova de 5 quilômetros, uma Track & Field Run Series. A saída e a chegada eram no Memorial da América Latina, e praticamente todos os 5 quilômetros eram no Minhocão – desde o Largo Padre Péricles, em Perdizes, até a altura da Marquês de Itu, já em Santa Cecília, junto do Centro. Ida e volta.

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O menos ruim é não fazer nada com o Minhocão

Se eu pudesse fazer um pedido, uma sugestão ao prefeito Bruno Covas, seria assim: – “Pô, Bruno, desista dessa idéia de Parque Minhocão, vai. Pense melhor. Se você anunciar que abandonou a idéia, que vai encaminhar para que  sejam feitos mais estudos, pesquisas, tenho a certeza de que esse será um grande legado para a cidade.” Continue lendo “O menos ruim é não fazer nada com o Minhocão”