Universo Pollyanna

Pollyanna, aquela garota pobre imortalizada por Eleonor Porter num dos maiores clássicos da literatura infanto-juvenil, vivia em universo próprio. Desejava receber uma boneca de presente, mas ganhou um par de muletas. Para não vê-la triste, seu pai lhe aconselhou a ficar satisfeita pelo fato de não precisar de muletas.

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De olho no próprio umbigo

Poucas vezes na história brasileira o país foi tão ausente do cenário internacional como agora. É como se não tivéssemos política externa. As crises ética, econômica e política são tão grandes que a presidente Dilma Rousseff simplesmente esqueceu que há um mundo lá fora. Olha apenas para o próprio umbigo. Continue lendo “De olho no próprio umbigo”

Não se xinga o povo de golpista

A presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e a turma do PT ainda não descobriram que não se xinga o povo, cansado de corrupção, de golpista. No panelaço do Dia Internacional da Mulher rotularam a manifestação como uma tentativa das elites de forçar o terceiro turno eleitoral. Continue lendo “Não se xinga o povo de golpista”

Panelaço é só a ponta do iceberg

O que foi dito pelo Palácio do Planalto logo após ser surpreendido pelo panelaço do último domingo não convence sequer o mais crédulo e fanático petista. Acusar a classe média, a burguesia e a oposição de querer um terceiro turno eleitoral, e desqualificar a barulhenta manifestação, é mero discurso para consumo interno.É a única e quase desesperada linha de defesa ao alcance das mãos de uma presidente isolada de tudo e todos. Continue lendo “Panelaço é só a ponta do iceberg”

Reforma política alça vôo

Cobrar da presidente Dilma Rousseff um projeto amplo para o Brasil, fiscalizar com rigor os desmandos do executivo e ajudar a reformar o que precisa ser ajustado no país. Esta é a agenda, necessária e urgente, para a qual o Parlamento tem de dar resposta e que impõe ao Congresso Nacional a necessidade de mudança. Continue lendo “Reforma política alça vôo”

Novo mandato de Dilma nasce velho

Nas crises alguns governantes se agigantam e entram para a história, como foi o caso de Churchill na Segunda Guerra Mundial. Diante do risco de o Império Britânico desaparecer do mapa, o então Primeiro Ministro disse a verdade a seu povo: “Só tenho para oferecer sangue, sofrimento, suor e lágrimas. Temos perante nós uma dura provação (…) muitos e longos meses de luta e sofrimento”. Continue lendo “Novo mandato de Dilma nasce velho”