Arquivos da Categoria: Hubert Alquéres

Indiretas Já

Na semana passada, neste mesmo espaço, elogiei o governo Temer pelos feitos de sua política econômica e de seu programa reformista. Tudo que afirmei era verdade. Em um ano o país deixou de se equilibrar no chamado tripé da maldade (inflação alta, juros estratosféricos e recessão) e o avião da economia começou a embicar para cima. Ler Mais »

Adeus à insanidade

Há um ano, o Brasil estava sem rumo e à beira do precipício. Pagávamos o preço do voluntarismo, do intervencionismo e dirigismo estatal, frutos de uma loucura chamada “nova matriz econômica”. Mambembe, o país se equilibrava sobre o tripé da insanidade: inflação alta, recessão e juros estratosféricos. Ler Mais »

O dique do Rio Sena

A onda nacional-populista que ameaçava se espraiar pelo velho continente com a força de um tsunami encontrou seu dique de contenção às margens do Rio Sena. A vitória consagradora de Emmanuel Macron afasta, por pelo menos cinco anos, o fantasma de o extremismo xenófobo e racista levar a Europa a ingressar nas trevas de uma nova idade média. Ler Mais »

Esqueçam o que defendi

No início dos anos 80 nascia no ABC paulista o chamado sindicalismo combativo, tendo como bandeiras a modernização das relações de trabalho por meio de livres negociações entre patrões e trabalhadores e o fim da unicidade sindical – apenas um sindicato por categoria em uma mesma base territorial – com a consequente adesão do país à Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho, consagradora do princípio do pluralismo sindical. Ler Mais »

As veias abertas da social-democracia

As urnas francesas deixaram expostas as vísceras da social-democracia européia, mergulhada na sua maior crise pós Segunda Guerra Mundial. Por mais de 60 anos, os social-democratas foram hegemônicos no seio da velha classe operária e erigiram-se em poder graças à idéia-força do binômio igualdade-liberdade. Agora, estão sendo desidratados à direita e à esquerda. Ler Mais »

A bomba mãe e a lanterna de Diógenes

A mãe de todas as bombas – a delação da Odebrecht – gerou a maior escuridão na vida política nacional desde o advento da República. Nela, todos os gatos parecem ser pardos, embora haja matizes de cinza entre eles. Ler Mais »

Educação: a segunda revolução

O Brasil dá, finalmente, passos significativos para deixar de ser retardatário na educação e pôr um pé no século XXI.  Com a definição de uma base curricular comum para todas as escolas do país, criam-se as condições para que todos os fatores do sistema educacional estejam alinhados. Se o currículo vai mudar, a formação dos professores e o sistema de avaliação deverão acompanhar esse movimento. Essa é a chave para o sucesso. Ler Mais »

Reforma em dois tempos

Se a política é a arte do possível, como afirmava Otto Von Bismarck, se faz necessário convergir para uma reforma política consistente e palatável à opinião pública, para que não se aprofunde mais ainda o fosso entre a sociedade e seus representantes. O desafio é dar passos na direção de uma reforma capaz de contribuir para a superação da gravíssima crise de representação. Ler Mais »

Nas mãos da França

Sessenta anos após o Tratado de Roma – embrião da União Européia, com um mercado de 500 milhões de pessoas que uniu rivais históricos e construiu a paz entre os países membros -,  joga-se na França o destino do bloco. Ler Mais »

Expediente de ocasião

Em meio à renúncia de Jânio Quadros, em agosto de 1961, o jeitinho brasileiro levou nossas elites a adotar o sistema parlamentarista para contornar o conflito entre os militares, que não queriam a posse do vice João Goulart, e as forças perfiladas no respeito à legalidade e à Constituição. Ler Mais »

Anatomia de um desastre

Só agora, com a divulgação da queda do PIB de 2016, temos a verdadeira dimensão da tragédia construída ao longo dos governos Lula-Dilma, que fez a economia brasileira retroceder aos níveis de 2010, com uma queda nunca vista em nossa história. Não deixa de ter razão o jornalista Clovis Rossi ao caracterizar a queda em 10% da renda dos brasileiros e a geração de um exército de 13 milhões de desempregados como um crime de lesa pátria. Ler Mais »

A mãe de todas as batalhas

Costuma-se chamar de mãe de todas as batalhas aquela determinante para o desfecho da guerra. Na batalha de Waterloo, os deuses da vitória sorriram para o Duque de Wellington, enquanto Napoleão amargou o fel da derrota. O mesmo aconteceu com os alemães em Verdun, na Primeira Guerra Mundial, e nas ruas de Stalingrado se deu a inflexão da Segunda, com a ruína de Hitler. Ler Mais »

O legado de Serra

Pode-se indagar se a rápida passagem do senador José Serra no Ministério das Relações Exteriores deixou um legado para o seu sucessor. A resposta é sim, se for considerada a brutal inflexão da política externa brasileira sob seu comando, quando comparada à política terceiro-mundista e ideologizada da era do lulo-petismo. Ler Mais »

A economia salva

Nos últimos meses de 2016 havia um clima de baixo astral na economia, com muitos analistas vaticinando a invasão da agenda da recessão – inflação alta, aumento do desemprego e PIB em queda livre – no ano de 2017. Ler Mais »

Rasgaram a fantasia

A crise, por si só já suficientemente grave, está a um passo de se transformar em crise de autoridade. Ler Mais »