- :: Há os bons mestres, como o primeiro. E os deseducadores, como o segundo. Por Fernando Brant
No Colégio Arnaldo, batina preta e rosto branco, ele gastava com vontade a saliva para ensinar aos meninos os teoremas essenciais da matemática. Tinha clareza e entusiasmo, o que me contagiava. Confesso que o que aprendi naquele ano colou em minha memória. Ler Mais »
- :: Um 2012 de solidariedade, afeto, amizade, poesia, música. Por Fernando Brant
Os falares do Brasil, essa riqueza lingüística contida em nosso idioma único, costumam surpreender os brasileiros que convivem com gente nascida e criada nas várias regiões do país. Ler Mais »
- :: A vida é assim: enquanto uns nos deixam outros chegam. Por Fernando Brant
Ou na cerveja, no espumante, sei lá. O certo é que, inebriado ou não, a vida tem me ensinado a moderação. Não que eu não tenha cometido ou ainda não cometa exageros. Sou de carne, ossos, emoções e sentimentos, como qualquer um dos meus semelhantes. Mas eu sigo aprendendo e um dia, se der tempo, chego lá. Ler Mais »
- :: Um pavor assistir à enchente chegando, virando carros, desbarrancando morros. Por Fernando Brant
Impossível não falar na chuva quando ela bate incessantemente nos telhados, alagando ruas, derrubando casas e muros, destruindo esperanças e conquistas. Ler Mais »
- :: Algumas escolas já usam arte e beleza para fazer a criançada crescer. Por Fernando Brant
As crianças de cinco anos aprendem na escola a magia do traço de Juan Miró. São pequenas, mas falam com uma desenvoltura admirável sobre o que aprenderam. As características essenciais da pintura surrealista contrastando com o olhar real de um outro artista, que retrata animais e objetos que todos conhecem. A simples percepção da diferença de foco já é um achado. Ler Mais »
- :: Os malefícios da exploração do minério são imensos. Por Fernando Brant
Vozes da cidadania me chamam e não posso ignorá-las. Quem anda pelas Minas Gerais se deslumbra com suas surpreendentes paisagens, pelas montanhas, rios e vales. E se enamora de sua gente simples, sábia, pronta para receber com simpatia todos os viajantes. Ler Mais »
- :: Libertas quae sera tamem também para o queijo mineiro! Por Fernando Brant
Na mão a faca e o queijo. Não qualquer um, desses fabricados pelos grandes laticínios, feitos com leite pasteurizado, à moda norte-americana. Ou aquela coisa mole, soro puro, que faz sucesso nos supermercados e lojas sofisticadas do país. Ler Mais »
- :: Uma canção de Getúlio Macedo embalou nossa infância. Por Fernando Brant
Eu aprendi a gostar de Getúlio Macedo, sempre presente nas assembléias e nas festas dos compositores. Eis que chegou sua hora, como é inevitável: ele morreu no mês de outubro. Ler Mais »
- :: É absurdo usar a criação de compositores, cantores e músicos sem pagar por isso. Por Fernando Brant
A memória nos revela, como filme, pedaços esquecidos de nossa vida. Eu me vejo, calças curtas em Diamantina, saindo de um parque de diversões e o som da praça tocando uma canção de Luiz Vieira, “Menino de Braçanã”: “é tarde, eu já vou indo, preciso ir embora, té manhã; mamãe, quando eu saí, disse meu filho não demora em Braçanã”. Ler Mais »
- :: O desabafo de um brasileiro que não suporta mais certas coisas da política. Por Fernando Brant
Bebendo nas águas do desembargador Rogério Medeiros, cito quem ele cita, o jurista italiano Mauro Capelletti: “os juízes exercitam o poder e onde há poder deve haver responsabilidade. Um poder não sujeito a prestar contas representa uma patologia.” Ler Mais »
- :: Bom é usar a tecnologia e não se deixar usar por ela. Por Fernando Brant
Eu não inventei o amor, nem o Caymmi. Mas eu fico aqui pensando se seria possível viver sem esse sentimento que faz com que tudo seja bonito, que a vida seja essa aventura maravilhosa. Ler Mais »
- :: A chuva veio enfim, verdadeira. Já não se pode dizer o mesmo do sorvete atual. Por Fernando Brant
Na semana passada a água caiu por uns quinze minutos e eu fiquei pensando “ufa”, acabou a secura, a vida lá fora continua complexa mas a natureza nos traz finalmente a primavera. No fim do dia, notei que a chuva se fora sem deixar marcas e o sol voltou firme e forte, a umidade retornou aos níveis baixos de antes. Ler Mais »
- :: Não se pode aceitar sossegado que qualquer sacanagem seja coisa normal. Por Fernando Brant
Depois de quase quatro meses de seca, a chuva bate em nossa casa. O cheiro de terra molhada penetra pelo nariz e traz uma sensação de tempos melhores. Ler Mais »
- :: A História existe para que conheçamos as belezas e as tragédias do caminho da humanidade até nós. Por Fernando Brant
Dizem que era um jovem bonito e bom poeta, admirado pelos rapazes e moças de seu convívio. Atingido pela tuberculose, viveu menos do que merecia e sem obter o reconhecimento da cidade e de seus contemporâneos. Para os que viemos depois nada dele ficou, pois queimaram seus escritos, suas roupas, seus pertences. Ler Mais »
- :: Os panfletos contemporâneos circulam pelos meios eletrônicos. Por Fernando Brant
Um texto é considerado panfleto, pela etimologia, se não tiver capa nem brochura. Geralmente expressa idéias de opositores ao governo do momento, pode ser ou não anônimo e revela, antes de mais nada, que o autor não teve condição econômica de produzir algo mais caprichado. Ler Mais »