Arquivos da Categoria: Anélio Barreto

O mistério dos primeiros serial killers

O viajante senta-se para jantar. Atrás dele uma pessoa se aproxima e dá-lhe uma martelada na têmpora. Ele cai. Aquela pessoa se inclina sobre ele e corta-lhe a garganta. Em seguida levanta um alçapão e joga o corpo no porão, entre várias poças de sangue ressequido. Ler Mais »

James Dean vem aÍ

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O Porsche Spyder 550 prateado, o número 130 pintado nas portas e no capô, estava ali. Os dois homens entraram prontos para uma viagem de sete horas. Estavam em Los Angeles, Califórnia, EUA, e partiriam para Salinas, no mesmo estado, para uma corrida de automóvel – era o dia 30 de setembro de 1955. Ler Mais »

“Eram as mais puras crianças da Terra, jovens e boas”

O 15 de junho era um dia de verão perfeito, com céu azul, sol brilhando, alegria a bordo, crianças correndo em suas explorações, uma bandinha alemã tocando. A igreja havia pago US$ 350 pelo aluguel do barco, e os ingressos, aproximadamente mil, foram vendidos somente para adultos. Crianças tinham acesso livre, e as mães as levavam ou pediam a amigas que as acompanhassem. Foram mais de trezentas. Ler Mais »

Grace Kelly de volta aos holofotes

zzgrace2Por que o diretor Gregory Ratoff gostava dela? Nas palavras dele: “Ela é perfeita! O que eu amo nesta garota é que ela não é bonita”. Ler Mais »

Cem anos de Chaplin na tela

1914, 2 de fevereiro, 100 anos atrás: Charles Chaplin vai às telas em seu primeiro filme, “Making a Living” (no Brasil, Carlitos Repórter). Ler Mais »

Almir, um marginal do futebol

Em uma disputa contra o clube italiano Milan, pelo mundial de clubes aqui no Maracanã, jogando pelo Santos, um dos assistentes do técnico Lula perguntou a Almir Pernambuquinho se ele queria uma bola (Dexamil).

“Por que não iria querer? O bicho era de 2.000 cruzeiros, o que valia um fusca zero. Disse: me dá uma aí”. Ler Mais »

A visita do mal

“Mas quando chegamos lá – eu não

quis ir em frente. E entrar na casa. Fiquei

com medo, e não sei por que, pois

nunca me ocorreu –, bem, uma coisa

 assim nunca tinha ocorrido a ninguém”.

(A Sangue Frio, Truman Capote) Ler Mais »

Histórias de viagens, Nat e Ray

O nosso amigo Valdir Sanches, talvez sem que ele saiba, foi um dos meus professores. Não que eu tenha aprendido muito com ele – não me atrevo a dizer isso, pois ainda me considero aprendiz – mas ele, através de seus textos, me ensinou a conversar com o leitor. Pois o Valdir, já há um bom tempo, vem me cobrando histórias que aconteceram nos bastidores das minhas matérias. Ler Mais »

Uma pedra do Fórum Romano

Fui a Roma, pela primeira vez, em 1982, dois ou três meses antes da Copa do Mundo, para entrevistar o Falcão, que jogava no Roma. Ler Mais »

O jeito certo de pedir aumento

Tive um colega, quando ainda estava no começo da minha carreira no Jornal da Tarde, que não gostava de mim. Até hoje não sei o motivo, mas ele me hostilizava a toda hora. Ler Mais »

Murilo Felisberto e o repórter iniciante

Quando comecei a trabalhar no Jornal da Tarde, efetivado, depois de meses como estagiário, decidiram que eu seria repórter de polícia. Quando me lembro disso hoje, décadas depois, acho que foi uma boa decisão, já que minha atração em termos de leitura hoje, e desde há muito, são novelas policiais. Embora as minhas melhores matérias não tenham tido esse motivo. Ler Mais »

O dia em que Anélio Barreto parou as máquinas

O Jornal da Tarde estava às vésperas de completar dez anos, e a data pedia uma comemoração. Eu era subeditor da Reportagem Geral, mas já tinha feito uma ou duas coisas que chamaram a atenção do redator-chefe, o inesquecível Murilo Felisberto, e ele determinou que seria eu o editor de um suplemento especial celebrando a data. Ler Mais »

“Deus existe!”

Hoje, domingo, fui, como faço todos os dias, beber alguma coisa em um determinado boteco no Guarujá. É um boteco do qual gosto muito, ao contrário de minha mulher, que não vê ali atração alguma (acho que as mulheres não costumam ver nada de bom nos botecos em que seus maridos bebem, e eventualmente ficam bêbados). Ler Mais »

O foca chega à redação com o furo histórico

Olá. Em um dos últimos fins de semana, conversando com amigos em um dos botecos aqui do Guarujá (na verdade, um restaurante, mas, vá lá, um boteco), contei uma aventura que me aconteceu logo no início de minha passagem pelo Jornal da Tarde, e que até então havia permanecido quieta aqui comigo (não sei por quê). Bem, esses amigos exigiram que eu colocasse a história neste site. Ler Mais »

Historinhas de redação (4): Modorra na delegacia

Esta é uma historinha que não se passou na redação, mas ali perto, no 40º Distrito Policial. Mas seu personagem é do Jornal da Tarde, e também delegado no 40º: Hélio Cabral. Ler Mais »