Arquivos da Categoria: Anélio Barreto

“Deus existe!”

Hoje, domingo, fui, como faço todos os dias, beber alguma coisa em um determinado boteco no Guarujá. É um boteco do qual gosto muito, ao contrário de minha mulher, que não vê ali atração alguma (acho que as mulheres não costumam ver nada de bom nos botecos em que seus maridos bebem, e eventualmente ficam bêbados). Ler Mais »

O foca chega à redação com o furo histórico

Olá. Em um dos últimos fins de semana, conversando com amigos em um dos botecos aqui do Guarujá (na verdade, um restaurante, mas, vá lá, um boteco), contei uma aventura que me aconteceu logo no início de minha passagem pelo Jornal da Tarde, e que até então havia permanecido quieta aqui comigo (não sei por quê). Bem, esses amigos exigiram que eu colocasse a história neste site. Ler Mais »

Historinhas de redação (4): Modorra na delegacia

Esta é uma historinha que não se passou na redação, mas ali perto, no 40º Distrito Policial. Mas seu personagem é do Jornal da Tarde, e também delegado no 40º: Hélio Cabral. Ler Mais »

O Kindle, o iPad e o Google

Existe um mundo em que, em uma floresta maravilhosa, por onde passeia um riacho que vai descansar em um lago onde cintilam estrelas, vivem os homens-livros. Lá estão Madame Bovary, Ulysses, Lolita, Dom Quixote, Peter Pan, Narizinho e todos – todos – os seus amigos. Eles passeiam, por toda a floresta, contando suas histórias. A floresta é uma enorme, interminável biblioteca que anda e fala. Ler Mais »

Sinatra

“Quando Frank Sinatra morrer e for para o céu, a primeira

coisa que ele fará será procurar Deus e gritar com

ele por tê–lo feito careca.” (Marlon Brando) Ler Mais »

Juízes de futebol, gatunos ou não

O gatunos do título devo a Nelson Rodrigues, que teceu as mais saborosas crônicas sobre o juiz ladrão. Como diria ele, vamos aos fatos, pelo menos a um deles: Ler Mais »

Michelangelo

Quase aos gritos, eles discutem:

– Vocês, escultores, trabalham com os músculos, com a força do braço, com o suor imundo.

– Você, que diz que a pintura é mais nobre que a escultura, não sabe nada, não entende nada.

Os dois homens estão em uma das ruas de Florença, falando alto, gestos exaltados, insultos. O primeiro retruca: Ler Mais »