Arquivos da Categoria: Anélio Barreto

O jeito certo de pedir aumento

Tive um colega, quando ainda estava no começo da minha carreira no Jornal da Tarde, que não gostava de mim. Até hoje não sei o motivo, mas ele me hostilizava a toda hora. Ler Mais »

Murilo Felisberto e o repórter iniciante

Quando comecei a trabalhar no Jornal da Tarde, efetivado, depois de meses como estagiário, decidiram que eu seria repórter de polícia. Quando me lembro disso hoje, décadas depois, acho que foi uma boa decisão, já que minha atração em termos de leitura hoje, e desde há muito, são novelas policiais. Embora as minhas melhores matérias não tenham tido esse motivo. Ler Mais »

O dia em que Anélio Barreto parou as máquinas

O Jornal da Tarde estava às vésperas de completar dez anos, e a data pedia uma comemoração. Eu era subeditor da Reportagem Geral, mas já tinha feito uma ou duas coisas que chamaram a atenção do redator-chefe, o inesquecível Murilo Felisberto, e ele determinou que seria eu o editor de um suplemento especial celebrando a data. Ler Mais »

“Deus existe!”

Hoje, domingo, fui, como faço todos os dias, beber alguma coisa em um determinado boteco no Guarujá. É um boteco do qual gosto muito, ao contrário de minha mulher, que não vê ali atração alguma (acho que as mulheres não costumam ver nada de bom nos botecos em que seus maridos bebem, e eventualmente ficam bêbados). Ler Mais »

O foca chega à redação com o furo histórico

Olá. Em um dos últimos fins de semana, conversando com amigos em um dos botecos aqui do Guarujá (na verdade, um restaurante, mas, vá lá, um boteco), contei uma aventura que me aconteceu logo no início de minha passagem pelo Jornal da Tarde, e que até então havia permanecido quieta aqui comigo (não sei por quê). Bem, esses amigos exigiram que eu colocasse a história neste site. Ler Mais »

Historinhas de redação (4): Modorra na delegacia

Esta é uma historinha que não se passou na redação, mas ali perto, no 40º Distrito Policial. Mas seu personagem é do Jornal da Tarde, e também delegado no 40º: Hélio Cabral. Ler Mais »

O Kindle, o iPad e o Google

Existe um mundo em que, em uma floresta maravilhosa, por onde passeia um riacho que vai descansar em um lago onde cintilam estrelas, vivem os homens-livros. Lá estão Madame Bovary, Ulysses, Lolita, Dom Quixote, Peter Pan, Narizinho e todos – todos – os seus amigos. Eles passeiam, por toda a floresta, contando suas histórias. A floresta é uma enorme, interminável biblioteca que anda e fala. Ler Mais »

Sinatra

“Quando Frank Sinatra morrer e for para o céu, a primeira

coisa que ele fará será procurar Deus e gritar com

ele por tê–lo feito careca.” (Marlon Brando) Ler Mais »

Juízes de futebol, gatunos ou não

O gatunos do título devo a Nelson Rodrigues, que teceu as mais saborosas crônicas sobre o juiz ladrão. Como diria ele, vamos aos fatos, pelo menos a um deles: Ler Mais »

Michelangelo

Quase aos gritos, eles discutem:

– Vocês, escultores, trabalham com os músculos, com a força do braço, com o suor imundo.

– Você, que diz que a pintura é mais nobre que a escultura, não sabe nada, não entende nada.

Os dois homens estão em uma das ruas de Florença, falando alto, gestos exaltados, insultos. O primeiro retruca: Ler Mais »