Os autores
Antonio Carlos Rizeque Malufe , advogado, é presidente do Instituto de Cultura Democrática e secretário de Relações Governamentais da Prefeitura de São Paulo. Foi secretario particular de Mario Covas na campanha presidencial de 1989 e posteriormente no Governo do Estado, durante seus dois mandatos. Presidiu a Fundação Mario Covas.
Anélio Barreto é jornalista. Trabalhou no Jornal da Tarde e em O Estado de S. Paulo por mais de 35 anos, em períodos não consecutivos. Foi diretor de jornalismo da Rádio Eldorado de São Paulo e editor executivo da revista Afinal.
Antonio Contente é jornalista desde 1960. Passou pelo Shopping News, Última Hora, O Globo, O Cruzeiro, Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde, Folha da Tarde, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Publicou os livros Um Doido no Quarteirão, Editora Soma, O Vampiro Cantador, Editora Soma, e Antes da Estação das Chuvas, Editora Abril. Hoje escreve crônicas para o Correio Popular de Campinas e divide seu tempo entre Campinas e sua ilha na Amazônia, a cinco horas de barco de Belém.
Fernando Brant é um dos mais conceituados poetas da MPB. Parceiro de Milton Nascimento, Wagner Tiso, Márcio Borges, Nivaldo Ornellas, Toninho Horta, Tavinho Moura, criou ainda roteiros e letras para balés, teatros e trilhas de filmes e novelas. Nos início dos anos 60, antes da formação do Clube da Esquina, foi repórter da sucursal mineira da revista O Cruzeiro e hoje, além das letras de música, escreve semanalmente para o jornal O Estado de Minas.
Hubert Alquéres é diretor-presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Engenheiro civil e físico, formado pelo Instituto de Física da USP, lecionou na Escola Politécnica da USP e coordenou os cursos de informática do Colégio Bandeirantes. Secretário-adjunto de Educação do Estado de São Paulo no Governo Mario Covas (1995-2001), é cinéfilo assumido e amante das artes.
Jorge Teles é formado em Letras-Português, apesar de ter trabalhado mais especificamente com Arte na Educação. Durante todo o magistério foi diretor de grupos de teatro amador e esteve à frente de textos de Gil Vicente, Plauto, Cervantes, Camões e outros. Em 1986 conheceu o Esperanto, tendo publicado duas obras de ficção em edição bilingue. Gosta de brincar de fazer música.
Laïs de Castro é jornalista. Trabalhou 18 anos no Grupo Abril, onde foi desde repórter da revista Cláudia até diretora da Boa Forma. Trabalhou 12 anos na editora Símbolo, onde foi diretora de redação da revista Barbara. Lançou, pela Siciliano, selo ARX, o livro Um Velho Almirante e Outros Contos.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa’.
Melchíades Cunha Júnior é jornalista desde 1968, quando trocou a advocacia pelo jornalismo. Trabalhou, sucessivamente, na Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde, Rádio Eldorado, revista Afinal, Agência Estado e Universidade de São Paulo, onde dirigiu a USP-FM e criou a Agência USP de Notícias. Há cinco anos faz a crítica interna das edições de O Estado de S. Paulo.
Sandro Vaia é jornalista e escritor. Trabalhou por mais de três décadas no Grupo Estado – Jornal da Tarde, Agência Estado e O Estado de S. Paulo; foi diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo. É autor do livro A Ilha Roubada – Yoani, a blogueira que abalou Cuba, Editora Barcarola. Colabora em várias publicações.
Sérgio Vaz foi jornalista entre 1970 e 2007 (Jornal da Tarde, revista Afinal, Agência Estado, Marie Claire, Agência Estado de novo, estadao.com.br, Estadão, muitos frilas ao longo desse tempo). Hoje é aposentado, leitor de jornais, internet e livros, assistidor de filmes, ouvinte de música, e brinca de fazer os sites 50 Anos de Filmes e 50 Anos de Textos.
Valdir Sanches está há cerca de 45 anos (perdeu a conta) na reportagem. Começou como foca na Folha, firmou-se no time pioneiro do glorioso Notícias Populares (na época com muita polícia, mas bem escrito). Sempre convidado, voltou para a Folha, foi para o Jornal da Tarde em seu período obra-prima, depois para a revista Afinal, Jornal do Brasil (SP) e novamente JT. Hoje, aposentado, faz frilas, especialmente para o Diário do Comércio. E escreve uns textinhos, como lembranças de aventuras vividas em reportagens feitas pelo País.
Vivina de Assis Viana , mineira, escritora, três filhos, costuma ter umas horas vagas. Então, lê, ouve música, vai ao cinema. Preferências: Graciliano Ramos, Paulinho da Viola, Billy Wilder, Pedro Almodóvar. Às vezes – muitas – liga a tevê. Precisa ver os jogos do Galo, e todas as partidas de todos os campeonatos de vôlei e de tênis, no Brasil e no resto do mundo. PS. Há muitos anos, em Belo Horizonte, no Colégio de Aplicação da UFMG, foi professora de Sérgio Vaz, destes 50 anos de textos. Desnecessário dizer que seguem amigos.