Arquivos Mensais: julho 2018

A melhor das idéias de jerico

Idéia de jerico. A expressão corria solta quando tive a melhor das minhas, aí por 1980. Tratei de fazer uma mesa de centro para a sala da nossa nova casa. A sala, tirada ao rústico, tinha piso coberto por nata de cimento, e paredes sem acabamento fino. Ler Mais »

Em louvor do Panteão

Já me disseram que bem podemos meter o cânone de Harold Bloom no sítio que todos sabem. Ler Mais »

O nome é Rosa

Um dia antes da manifestação que o PT pretende vistosa para registrar Lula como candidato, a ministra Rosa Weber assumirá a chefia do TSE. Caberá a ela definir o rito de exclusão do primeiro condenado em segunda instância – e preso – a solicitar a inserção de seu nome entre os postulantes à Presidência da República. Ler Mais »

Fora do contexto uma ova. Ciro disse o que disse

Aí, diante da repercussão negativa das absolutas – e criminosas –  idiotices que falou em entrevista à TV Difusora do Maranhão, Ciro Gomes vem com o papo de que não era bem assim. Ler Mais »

As voltas que a política dá

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A Justiça tem que agir contra Ciro Gomes

As declarações de Ciro Gomes divulgadas nesta terça, 24 de julho, sobre Lula – de que ele “só tem chance de sair da cadeia se a gente assumir o poder e organizar a carga” – extrapolam todos os limites do razoável e do não razoável. Ler Mais »

Cadernos de receitas

Velhos cadernos de receitas fazem bem ao paladar, ao afeto e à memória de uma família. Em nossa casa temos dois; um para salgados, outro para doces. Estão bem velhos, um deles sem a capa. As receitas, lançadas à mão, mostram caligrafias diferentes. Ler Mais »

Me Tarzan, you Jane

A ver se nos entendemos

A pedestre agramaticalidade de “Me Tarzan, you Jane” nunca foi dita por Johnny Weissmuller nesses pequenos ensaios fílmicos hollywoodianos que projectaram de liana em liana a filosofia de Jean Jacques Rousseau. Ler Mais »

O novo será cumprir a lei

Ao contrário do dito popular do futebol, política não é uma caixinha de surpresas. Quanto mais por aqui, onde as regras são definidas pelos próprios jogadores que querem continuar em campo. Perdeu quem apostava em alguma novidade nas alianças agora anunciadas, que, após ameaças de vindas e idas, recolocam os competidores nas suas raias habituais. Ler Mais »

Celaconto provoca maremoto

Quem já sabia ler no início de 1980 com certeza vai se lembrar dessa frase que tomou conta dos muros do Rio de Janeiro e logo se espalhou pelo Brasil. Não queria dizer nada, era altissonante, era gostosa de dizer e provocava uma baita curiosidade. Ler Mais »

De Somoza a Ortega

A esquerda latino-americana voltou a se reunir em Cuba, no Foro de São Paulo, do qual participou a presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann. Dela não se espere uma palavra de solidariedade aos nicaraguenses, vítimas da ditadura sanguinária de Daniel Ortega, um ícone dos bolivarianos e terceiro-mundistas. Ler Mais »

Coroa prafrentex

Coroa prafrentex. Chamar alguém de coroa ainda pode acontecer nos dias de hoje. Um sujeito… idoso. Agora, prafrentex está sepultado desde que a televisão passou a ser transmitida em cores, calculo. Um cara determinado, avançado. Ler Mais »

Minhas chuteirinhas

Ganhei um par de chuteiras quando tinha uns 5 ou 6 anos de idade. Lindas chuteirinhas nos mesmos moldes das profissionais, de adultos, com os cadarços grandes, as traves muito fortes. Ler Mais »

Lula não é o Brasil

No início de setembro de 2014, o então governador do Distrito Federal, Agnelo Queiróz (PT), candidato à reeleição, comemorou. Seu maior adversário, o também ex José Roberto Arruda (PR), líder absoluto nas pesquisas, com 37%, estava fora do páreo. Ler Mais »

O amor da mulheres

Foi em 1994, e as mulheres, nesse tempo, ainda podiam falar dos homens com amor. A voz, que tem a delicadeza lírica dos tímidos autênticos, é a da actriz Mary Steenburgen. Ler Mais »