Arquivos Mensais: Fevereiro 2018

A contemporaneidade de FHC

Odiado pelos extremos regressistas – e nem sempre compreendido por seus companheiros de partido – o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é um dos poucos políticos brasileiros capaz de enxergar além do nevoeiro que turva nossos olhos. Intelectual e político atento, é figura obrigatória a ser ouvida por quem quiser entender as intensas transformações que varrem o mundo. Ler Mais »

Marina já não tloca letla

A um mês do quinto aniversálio, já não palece que algum dia Marina tlocava letlas. Nossa pequena é agora uma ex-Cebolinha.

E fica cada vez mais definido que ela é, afinal, uma canhotinha. Ler Mais »

Somos todos arguidos

Mas quem é que não vai ao cinema para matar ou morrer? No cinema abraça-se, beija-se, acaricia-se, come-se. Come-se tudo. O cinema é a cama de toda a virgindade: ali se perde, ali se volta a ganhá-la. Ler Mais »

O novo JB chega com ginástica mental

A volta do título Jornal do Brasil às bancas é em princípio um fato positivo, que deveria ser saudado e festejado por todas as pessoas de bem, todos os cidadãos que apreciam a democracia. Ler Mais »

Avançar para trás

Regras eleitorais perfeitas são raríssimas ou simplesmente utópicas. Isso vale para todas as partes do mundo. No Brasil, elas são perversas: parecem servir apenas para perpetuar oligarquias, inibir a participação popular e a renovação. Ler Mais »

O lulo-petismo a tudo avilta

“La derecha, a todo lo envilece.”

A direita avilta tudo – mas em espanhol fica mais bonito. Envilece! Que palavra forte, poderosa. A direita a tudo avilta, a tudo desonra. A direita a tudo transforma em coisa vil. Vil. Má. Pestilenta. Ler Mais »

A voz mais lúcida

Democracia implica necessariamente em tolerância com o diferente. É preciso sempre ouvir o outro.

Ser progressista é uma visão de mundo, uma visão moderna, de quem entende as profundas mudanças pelas quais o mundo está passando. Ler Mais »

Caixa de marimbondos

A Lei da Anistia de 1979 foi uma obra de engenharia política e amplo consenso que contribuiu para a pacificação nacional. Os militares recuaram organizadamente para os quartéis, dedicando-se exclusivamente às suas funções constitucionais e profissionais, e o Brasil pode concluir sua transição democrática. Ler Mais »

O vampirão acabou com a recessão

O tom é mais ou menos assim: é um governo pavoroso, um horror, um nojo, o pior do mundo, nunca houve nem haverá outro tão horrível – mas, diabo, que droga, infelizmente é preciso admitir que ele melhorou a economia. Tirou o país da recessão em que o lulo-petismo o enfiou!  Ler Mais »

A mulher imperseguível

Não sei o que pensava Camões, mas eu estou farto de mudança: invoco um tempo definitivo.  Não quero que nada mude. Num filme, Baisers Volés, de Truffaut, havia um detective que anunciava esse tempo sempre igual, perene. Ler Mais »

Viva a ditadura

Abaixo a ditadura. A causa que uniu as esquerdas latino-americanas na segunda metade do século passado já havia se perdido quando o encantamento por Cuba cegou os que escolheram aplaudir os desmandos de Fidel Castro. Agora, diante da tirania venezuelana, foi enterrada de vez. Pior: substituída por “vivas”. Ler Mais »

Tinha mesmo que fazer a intervenção

É correta a decisão do governo Temer de promover a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Ler Mais »

Complô familiar

Descobri há pouco uma trama familiar contra objeto de uso profissional que me era caro. A peça, é verdade, tinha algum tempinho de uso, hã… duas décadas. Tratava-se de uma bolsa de lona verde, com duas divisões, e, costurados fora, dois bolsos. Como as que se vendiam em lojas de artigos para pesca e caça, quando esta não era proibida. Ler Mais »

Alegria? Será mesmo alegria? Tenho cá minhas dúvidas…

Todos temos pequenas ou grandes alegrias em nosso dia a dia. O nascimento de um filho. Um diploma arduamente perseguido. Uma doença vencida. O regresso de um amigo muito querido. O sucesso profissional que tanto desejávamos… Ler Mais »

Carnaval, desengano

É absolutamente fantástico, incrível, inacreditável como o lulo-petismo ainda consegue enfeitiçar tanta gente tida como intelectual e artista – nessas categorias incluídos também carnavalescos e chefões de escolas de samba –, conforme demonstraram os desfiles da Marquês de Sapucaí e os histéricos aplausos dos seguidores da seita à Tuiuti e à Beija-Flor. Ler Mais »