Arquivos Mensais: novembro 2017

Marina dançadeira

O teatro estava absolutamente lotado para a apresentação das 20 crianças entre 4 e 5 anos que fazem dança na escola. Verdade que é um teatro pequeno, o Centro da Terra, na Rua Piracuama, em Perdizes, mas o fato é que a primeira apresentação de Marina num palco de verdade foi diante de casa cheia. Ler Mais »

Já que é inevitável, algum bom humor, vai

Com a descupinização fase 2 (sala e corredor), e a necessidade de tirar tudo das estantes grudadas nas paredes, estou me iniciando na nobre arte do desapego. Ler Mais »

Indiana Jones e o Reino dos Suportes Físicos

Valdir, caríssimo,

Tá dureza retomar a vida depois de 16 dias fora de casa. Tá tudo um caos. Ler Mais »

A sereia e o mar

Desfeito o mistério da odisséia de Luciano Huck. Desde quinta-feira passada, quando o barômetro político Estadão-Ipsos apontou o apresentador com 60% de aprovação, o mundo político entrou em ebulição. Consolidava-se ali um possível candidato com potencial para romper a polarização Lula-Bolsonaro e liderar a tão sonhada, pelos brasileiros, renovação política. Ler Mais »

De novo: quem quebrou o Brasil foi Dilma Rousseff

O Brasil é um país abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza, em que “a cada 15 anos se esquece dos últimos 15 anos”, como diziam Jorge Ben e na segunda parte Ivan Lessa. Ler Mais »

Está melhorando (21)

Nos últimos dias – como, aliás, vem acontecendo há várias semanas -, os jornais trouxeram  ótimas notícias sobre a economia brasileira.

* A inflação medida pelo IPCA-15, o índice que é uma prévia da inflação oficial mensal, segundo o IBGE, subiu 2,58% no acumulado de 11 meses em 2017 – o menor valor dos últimos 19 anos. Quando Dilma Rousseff foi afastada da Presidência da República, a inflação anual passava de 10,5%. Ler Mais »

Um rosto pré-Big-Bang

Olhem para a cara de pedra de Buster Keaton. Pode parecer uma cara irresoluta. Ou de uma inexpressiva perplexidade. Ler Mais »

O povo não é bobo

No palanque, o ex Lula, travestido de alvo das elites, prega que o “povo não tem de pagar imposto de renda sobre salário”. Na outra ponta, o deputado Jair Bolsonaro promete que todos os brasileiros terão armas de fogo. Ler Mais »

Bob Marley e Bob Mugabe, o sonho e o pesadelo

Uma das coisas mais tristes do mundo é quando uma pessoa saudada como herói, guerreiro, libertador, se transforma em ditador.

Outra das coisas mais tristes do mundo é ver pessoas inteligentes, sensíveis, poetas, sonhadores, não perceberem quando o sonho acaba e vira pesadelo. Ler Mais »

O condestável de Temer

Reza o folclore político que, ao passar a faixa presidencial para seu sucessor, Hermes da Fonseca teria dito a Venceslau Brás: “olha, Venceslau, Pinheiro Machado é tão bom amigo que governa pela gente”. O mesmo pode-se dizer de Rodrigo Maia. Ele está tão próximo de Michel Temer que governa pelo presidente. Nomeou o novo ministro das Cidades, definiu como será a repartição do butim da pasta entre o “Centrão ampliado” e vai fazer o presidente do BNDES. Ai do ministro que não cair em sua graça. É tombo certo. Ler Mais »

O obstetra de John Barrymore

O António, digo eu a toda a gente que me quer ouvir,
é o meu obstetra. Conhecemo-nos, não no consultório, mas nas salas de cinema de Tróia. Digo eu para facilitar. Estavam connosco a Antónia, minha mulher, de quem, por acaso, o António não é obstetra, que já bem basta que seja o meu.
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Está melhorando (20)

“A economia se move, o País tem rumo, fixado pela política de ajustes e reformas, a vida melhora e fica para trás o desastre causado pela irresponsabilidade populista.” Ler Mais »

De mal a pior

A um ano das eleições gerais, os protagonistas conhecidos na disputa para o Planalto impressionam. Não por ideias, plataformas ou coisa que o valha. Mas pela falta delas. Pela repetição de vícios e modos. Ler Mais »

Quem sabe essa á a nossa chance?

Em 11 de julho de 2008 assinei aqui neste Blog um artigo sobre o Rio que, entre outras coisas, dizia o seguinte:

“Só não vê quem não quer: ruas sujas, esgoto a céu aberto, um cheiro de urina entranhado até nas esquinas do centro financeiro da cidade, que dirá em bairros afastados. Ler Mais »

Refundação do Estado

A questão do papel do Estado é um divisor de águas e tende a estar no centro da disputa presidencial. As duas candidaturas populistas estão presas a modelos passados que perderam sentido e não respondem às necessidades do século 21. O Brasil de hoje é inteiramente diferente do que era nos tempos do varguismo ou do estatismo do presidente militar Ernesto Geisel. Mas a direita e a esquerda estatistas pensam ainda ser possível alavancar o desenvolvimento a partir do intervencionismo estatal. Não por coincidência, Lula e Bolsonaro são pródigos em elogios à era Geisel. Ler Mais »