Arquivos Mensais: maio 2017

Está melhorando (9)

Os últimos dias foram especialmente repletos de boas notícias para o Brasil – e de más notícias para o lulo-petismo que enfiou o país na pior crise econômica, na mais profunda crise política e na mais avassaladora crise moral da História. Ler Mais »

Dalí era virgem

Com excepção da mão que num sonho se lhe enxameou de formigas, Salvador Dalí era virgem. Já o ateu Luis Buñuel, que num sonho desatou a cortar olhos humanos com uma lâmina, nem dos dedos do pé era casto, como bem se vê em L’Age d’Or. Ler Mais »

Saudades do triplex

Quando os 78 executivos da Odebrecht — incluindo Emílio, dono da empreiteira, e seu filho Marcelo – fecharam acordo de delação com a Lava-Jato, acreditava-se no fim do mundo. Tratava-se do desbaratamento de um sistema organizado e sólido de corrupção em obras públicas — moldado no Brasil e com braços e pernas em outros 12 países – que existia há décadas, mas que se vitaminou e ganhou músculos nos governos petistas. Ler Mais »

Lula e o vaso chinês

O juiz Sergio Moro abriu a sessão do depoimento do Lula afirmando que não é inimigo do depoente, que essa é uma visão distorcida dos fatos. Ler Mais »

Mestre Antonio Candido

Em 1975, o ano em que nasceu minha filha, Antonio Candido escreveu:

“Adoniran Barbosa é um grande compositor e poeta popular, expressivo como poucos, mas não é Adoniran nem Barbosa, e sim João Rubinato, que adotou o nome de um amigo funcionário do Correio e o sobrenome de um compositor admirado. A idéia foi excelente, porque um artista inventa antes de mais nada a sua própria personalidade; e porque, ao fazer isto, ele exprimiu a realidade tão paulista do italiano recoberto pela terra e do brasileiro das raízes européias. Adoniran Barbosa é um paulista de cerne que exprime a sua terra com a força da imaginação alimentada pelas heranças necessárias de fora.”

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O país sai maior e melhor

Minha primeira consideração sobre o dia do depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro: juntar 5 mil pessoas na Praça Santos Andrade, em Curitiba, é pouco. Muito pouco. É mixaria. Ler Mais »

O dique do Rio Sena

A onda nacional-populista que ameaçava se espraiar pelo velho continente com a força de um tsunami encontrou seu dique de contenção às margens do Rio Sena. A vitória consagradora de Emmanuel Macron afasta, por pelo menos cinco anos, o fantasma de o extremismo xenófobo e racista levar a Europa a ingressar nas trevas de uma nova idade média. Ler Mais »

Tomai e comei

Que coisa exprime hoje as nossas esperanças ou o nosso mal-estar? Que filmes, livros ou canções? Os filmes de Pedro Costa, de Malick ou o Fast and Furious 8? Ler Mais »

Está melhorando (8)

Nesta próxima sexta-feira, 12 de maio, completa-se um ano que Dilma Rousseff saiu do Palácio do Planalto, deixando o país enfiado no fundo do fundo do fundo do poço, na maior recessão de sua História, as contas públicas em frangalho, a inflação altíssima e subindo mais, um índice assustador de desemprego e as maiores empresas estatais – Petrobrás e Eletrobrás – saqueadas, tomadas pela corrupção e com valor de mercado imensamente menor do que já haviam tido. Ler Mais »

O ministro Fachin engrandece a Justiça

Falei asneira, falei besteira. Errei. Errei feio – e me penitencio por isso.

Falei mal aqui de Luiz Edson Fachin, quando ele foi indicado por Dilma Rousseff para uma vaga no Supremo Tribunal Federal – a vaga de Joaquim Barbosa, que havia ficado em aberto por longos oito meses. Ler Mais »

Qualquer idade é boa para aprender

Tiro o título destas linhas de uma frase de José Saramago: “Qualquer idade é boa para aprender. Muito do que sei aprendi-o já na idade madura e hoje, com 86 anos, continuo a aprender com o mesmo apetite”. Ler Mais »

Esqueçam o que defendi

No início dos anos 80 nascia no ABC paulista o chamado sindicalismo combativo, tendo como bandeiras a modernização das relações de trabalho por meio de livres negociações entre patrões e trabalhadores e o fim da unicidade sindical – apenas um sindicato por categoria em uma mesma base territorial – com a consequente adesão do país à Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho, consagradora do princípio do pluralismo sindical. Ler Mais »

Torto feito faca

Dizem que a vida imita a arte. No caso de Belchior, a constatação foi sempre um vaticínio. Basta um conhecimento mínimo de sua obra musical para que o exegeta encontre algum verso que tenha sido transformado em ação durante, logo ou após ter sido concebido e musicado. Ler Mais »

A starlet

Gosto de starlets. Negá-las, seria negar a minha adolescência. E o cinema precisou tanto delas. O que seria de Botticelli sem Vénus, essa starlet do Olimpo? Peço desculpa aos mais fundamentalíssimos cinéfilos, mas de vez em quando faz-me falta um fim-de-semana com Elke Sommer.

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