Arquivos Mensais: fevereiro 2016

Vice-versa

zzzz dorothy

Dorothy Parker escreveu poesia, contos e também muita sátira. Bichos-caretas como eu, que conheçam um terço da história da New Yorker, sabem que ela foi uma das almas, não necessariamente penadas, dessa famosa revista. Ler Mais »

A derrota de Alckmin

Dividido como sempre, e às turras, o PSDB enfrenta hoje mais um round de seu fratricídio sistêmico, que há anos o consome. Ler Mais »

O nacional-idiotismo

Muitos lulo-petistas puseram nas mídias sociais, nos últimos dias, uma foto do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dizendo alguma coisa tipo “fiz um bom negócio: ao comprar uns tucanos, roubei o pré-sal do Brasil”. Ler Mais »

Pense num absurdo. No Brasil tem

zzzz patinhas

A frase original do governador Otávio Mangabeira (1947 e 1951) é outra: “Pense num absurdo, na Bahia tem precedente”. (A charge é de Amarildo.) Ler Mais »

Os imbecis de Umberto Eco

Em memória de Umberto Eco, vamos lembrar aqui uma reflexão recente do mestre da semiótica que, em seus estudos, como o marcante “Apocalípticos e Integrados”, deu um verniz de nobreza às manifestações da cultura de massas, como as histórias em quadrinhos ou o cinema. Ler Mais »

Adeus, Lula

Estava tudo combinado. O encontro comemorativo do 36º aniversário do PT marcaria a ofensiva contra o “cerco e aniquilamento” de Lula, uma fábula existente apenas nas mentes petistas. O resgate da imagem do caudilho tinha um objetivo claro: fazer do seu retorno ao trono presidencial a bandeira de coesão de um projeto de poder que pretendia ser eterno, mas que se encontra em acelerado desmanche. Ler Mais »

Nunca houve governo tão incompetente (34)

Dilma Rousseff, o seu governo, tudo o que ela diz, anuncia, proclama não tem lastro. Não tem correspondência alguma com a verdade dos fatos, não tem base, não significa nada. Ler Mais »

A morte cansada

Não vou falar dele, mas vou dizer o nome dele: Ronald Reagan. Para os leitores bebés do Expresso que andam na casa dos 30, acrescento que, além de presidente, Reagan foi também actor. Ler Mais »

Tempos sinistros

Como trailer de filme de terror, a primeira semana do ano que começou após o carnaval foi de arrepiar. O país aprofundou-se nas trevas do crescimento negativo, com o registro da queda de 4% do PIB em 2015 e previsões tenebrosas para 2016, se viu rebaixado pela segunda vez consecutiva pela mesma agência internacional de avaliação de risco, assistiu ao desemprego crescer 41,5% e à inflação não ceder um único milímetro. Ler Mais »

As mosquitas e os mosquitos

Não sei como dona Dilma faz para diferenciar as mosquitas dos mosquitos. Mal sei, nos dias de hoje, como diferenciar as moças dos moços. Andam todos muito iguais, na moda e nos hábitos. No entanto, ainda assim, acabo por diferenciá-los. Ler Mais »

A mão à palmatória

Foi preciso o preço do petróleo ir ao fundo do poço – US$ 30 – para a presidente Dilma Rousseff começar a admitir a alteração das regras que obrigam a Petrobrás ser a única operadora da área do pré-sal. Quem te viu e quem te vê. Ler Mais »

Nunca houve governo tão corrupto

O ex, o que ficou tão milionário – ele, o filho, o outro filho também – que não dá para esconder, bate no peito e diz aquele despautério: “Não tem uma viva alma mais honesta do que eu”. Ler Mais »

O analógico e o digital

1 – O senhor Fábio Leite de Moura Fonseca se mostrava um homem feliz, quando o entrevistei, em algum dia de 2013. Era quem cuidava do grande relógio do Mosteiro de São Bento, no centro paulistano. Trazia ajustado e azeitado o maquinário em vias de completar cem anos (1914), fabricado por J.Mannhardt, de Munique. Ler Mais »

Cheiras muito a Quinta Avenida

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Oito da manhã ou oito da noite, com Dorothy Dandridge todas as horas eram sensuais. Ler Mais »

Vamos sambar, companheiro?

Tempo de carnaval e cinzas, considerado satânico por alguns, fevereiro é o mês do Partido dos Trabalhadores – do princípio e do início do fim. Ler Mais »