Arquivos Mensais: setembro 2015

Quem quebrou o país foi Dilma Rousseff

Quem enfiou a economia brasileira nesta crise profunda foi Dilma Rousseff. É bom a gente ter isso sempre em mente, para não esquecer, para não ser levado a erro pela repetição de mentiras que insistam em negar a verdade dos fatos. Ler Mais »

Órfãos de pai e mãe

É extensa, longuíssima, a fila de intelectuais, artistas, sindicalistas e lideranças e de movimentos sociais órfãos de pai e mãe, no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.  Ler Mais »

Neste ano, quatro ministros da Educação

Qualquer pessoa que saiba somar 1 + 1 sabe que, para se obter resultado na área de educação, é preciso tempo e perseverança. Mais do que qualquer outro setor, a educação exige firmeza, paciência. A educação não se dá bem com solavancos, mexidas, improvisações, alterações de rota a cada momento. Ler Mais »

No quarto de Marguerite

As vede­tas. Por mais que quei­ra­mos ser-lhes indi­fe­ren­tes, desprezá-las até com aquele ligeiro véu de nojo do “já estou muito acima disso”, se tro­pe­ça­mos numa, é logo um desas­sos­sego. Desa­ta­mos a cor­rer para o “fei­ce­bu­que” e para o ins­ta­gram, que é um mimo. Ler Mais »

“Minha mãe adora essa banda”

Marina pegou o apoiador de copo com a capa do Abbey Road e falou: “Minha mãe adora essa banda”. Botando especial ênfase no verbo, escandindo as sílabas: a-do-ra. Ler Mais »

Onde Dilma foi se meter

Então como é?

Dilma está negociando ministérios com Leonardo Picciani, um novato no Parlamento, que conseguiu se eleger líder do PMDB na Câmara com o apoio de Eduardo Cunha, e mesmo assim por apenas um voto de diferença do segundo colocado. Ler Mais »

Insustentável

Duas semanas depois do anúncio de cortes de cargos e de ministérios para tentar sinalizar que o governo estaria levando a crise do país a sério, a presidente Dilma Rousseff, como de costume, zanzou para lá e para cá e nada avançou. Ao contrário. Só os impostos avançaram. Ler Mais »

A Volks podia aprender com Lula

Se tivesse batido um papinho com Lula, Martin Winterkorn ainda seria o presidente mundial da Volkswagen. Teria desistido da idéia de renunciar ao cargo, após o escândalo da manipulação dos níveis de poluição de seus veículos a diesel nos Estados Unidos. Ler Mais »

Marta e seus neo-companheiros

A ex-prefeita e senadora Marta Suplicy filiou-se ao PMDB na manhã de hoje com festa, presença maciça dos poderosos do partido, fogos de artifício e coro ensaiado de “1, 2, 3, 4, 5 mil, Marta pra São Paulo e Temer pro Brasil”. Ler Mais »

Crônicas macunaímicas

Que o Brasil não é um país para principiantes já sabíamos há séculos.

Severos cientistas sociais de óculos de lentes grossas poderiam dizer, em mesas redondas da TV, que estamos vivendo um estado de “anomia” – um país sem rumo, sem bússola, sem projeto. Ler Mais »

Vergonha do STF, vergonha do PSDB

Foi – está sendo, porque ainda não terminou – um dia pesadíssimo, esta quarta-feira, 23 de setembro. O dólar bateu em R$ 4,15, o maior valor de toda a História. Houve, como a Mary registrou, “nova rodada de mentiras da presidente Dilma – que transformou em ação anti-impeachment a reforma ministerial que seria para cortar gastos”. Ler Mais »

Justiça social

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Na foto acima – de Domingos Peixoto/O Globo -, o momento exato em que um jovem da classe trabalhadora expropria objeto símbolo do consumismo capitalista de representante da zelite de zôio azul burguesa e decadente. Ler Mais »

Queimou as caravelas

Quando da conquista do México, o espanhol Hernán Cortés mandou queimar as caravelas para não deixar nenhuma rota de fuga. Só restava a seus soldados seguir em frente, se quisessem sobreviver. A presidente Dilma Rousseff foi mais além, na sua reforma ministerial: mandou queimar as caravelas em pleno mar. E com ela dentro! Ler Mais »

Sir Elton no Rock in Rio, e uma certeza

Faz 30 anos que o Rock in Rio mexe comigo. Bem, isso é uma frase meio boba, porque faz 30 anos que o Rock in Rio mexe com o Brasil, não é? Ler Mais »

Curitiba, a capital federal

Mesmo com apoio popular, cercado por alianças fortes, gente competente e confiável, governar é um ato solitário, difícil, não raro angustiante. Sem nada disso é desesperador. Para o governante e, em especial, para os governados. No caso da presidente Dilma Rousseff, uma agonia que agudiza os efeitos da crise que já fez o país retroceder quase duas décadas. Ler Mais »