Arquivos Mensais: julho 2015

Má-fé como ideologia

Até os peixes do lago Paranoá sabem que o marco legal do pré-sal engessou a Petrobrás, ao defini-la como única operadora a participar, obrigatoriamente, de todos os consórcios, com um mínimo de 30% dos investimentos. Ler Mais »

Parabéns, Filha

2013-07 - Fê dia 14 - P1090977 - Corte

Minha filha – que faz hoje 40 anos – é o que me dá mais orgulho, felicidade, satisfação na vida. Ler Mais »

007 contra Steve Jobs

zzzzmanuel1

Já é uma lenda. Imprima-se a lenda. Ler Mais »

Dilma, a insuperável

Aécio Neves deve estar exultante. Desde outubro do ano passado, na quase virada entre o primeiro e o segundo turnos das eleições, ele não surfava nem mesmo perto do topo da onda. Volta agora sob o patrocínio de Dilma Rousseff, que, relegada ao volume morto, bate boca e dá trela ao rival, abrindo generosos espaços para ser criticada por ele. Em dobro, triplo ou mais. Ler Mais »

A palavra empenhada

Não creio que haja algo mais tenebroso para uma pessoa do que estar aprisionada e ser torturada. A tortura é hedionda e deveria levar o torturador à prisão perpétua.

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Palavras no avesso

A palavra pode ser um instrumento poderoso de conhecimento, de mistificação ou de convencimento e persuasão. Ler Mais »

Nervos de aço

Vivemos aqueles dias que se equivalem a vários anos. A crise é de tal ordem que quase todas as previsões são atropeladas pelos fatos, de uma hora para outra.  Quem imaginaria, ali por outubro de 2014, que poucos meses depois a proa do navio da presidente Dilma Rousseff estaria submersa? Ler Mais »

Como um bêbado em um coral da meia-noite

zzzzcohen

Como um pássaro na gaiola, como um bêbado em um coral da meia-noite, eu tentei, do meu jeito, ser livre. Ler Mais »

Mais trevas

No ano de 1970, eu ainda morava em Paris, fugindo da ditadura no Brasil, quando conheci Elia Kazan, um dos maiores diretores do cinema americano no século XX. Uma noite, na casa do jornalista Michel Ciment (biógrafo de Kazan), o cineasta nos anunciou que havia sido convidado, por uma universidade de São Paulo, a passar uns dias na cidade exibindo seus filmes e dando palestras para os estudantes. Ler Mais »

Quem quer filmar Kant?

zzzzhanna1

Com des­pu­dor e veni­a­li­dade, em cró­nica ante­rior, exibi a lín­gua de Sarita Mon­tiel. Uma lín­gua, por elás­tica que seja, não é, dizem-me, assunto nobre. Vinha penitenciar-me e tro­peço em Imma­nuel Kant. Ler Mais »

Era doce e se acabou

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já não é mais o mesmo. Pouco parece ter sobrado do hábil hipnotizador de platéias. Na sexta-feira, durante a 5ª Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros, nem o macacão laranja – figurino que já usara em 2006 para anunciar, de mãos sujas de óleo, a autossuficiência de petróleo que nunca veio – conseguiu salvá-lo. Ler Mais »

Extra, extra! A Folha dissecou a natureza da alma!

Estou habituado a ver como a Folha de S. Paulo é um jornalzinho danado de metido a besta, a absoluto e único dono da verdade. Mas, mesmo assim, o título abaixo me assustou:

“Natureza da alma é dissecada em novo livro da Coleção Folha” Ler Mais »

Nas mãos de quem estamos

Nasci um mês antes de Getúlio decretar o Estado Novo. Como ainda estou por aqui, vocês podem ver por quantos Brasis passei… Ler Mais »

Em busca do eixo perdido

O candidato do PT ao governo de São Paulo Eduardo Suplicy desapareceu misteriosamente no meio da campanha eleitoral de 1986 e depois anunciou que tinha se refugiado na Serra da Cantareira para reencontrar o “eixo” que tinha perdido. Ler Mais »

Sem saída

Não é a primeira vez que o Brasil passa por momentos extremamente difíceis, no período pós 1964. Já vivemos outras crises, mas, ao contrário da atual, vislumbrou-se uma saída e conseguimos atravessar as tempestades. Ler Mais »