Arquivos Mensais: maio 2015

Quando os Repórteres Usavam Revólveres (2)

Um filete de sangue escorreu sob a porta de um apartamento, num prédio muito falado no bas-fonds. O risco vermelho avançou cinco centímetros pelo corredor do terceiro andar. Era um sinal tão pequeno que demorou muito para ser notado.

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O avião de Meg Ryan

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O medo de voar fica bem a Meg Ryan. Sem o medo de voar, Meg nunca teria per­dido o pri­meiro namo­rado, em French Kiss. E, se não tivesse feito das tri­pas cora­ção para supe­rar o medo de voar, Meg Ryan nunca teria encon­trado o Kevin Kline expert em vinhos e quei­jos, aven­tu­reiro que dá à sua tez loira um pouco da morena ani­ma­li­dade que bem falta lhe faz. Ler Mais »

A política do absurdo

O desgoverno da presidente Dilma Rousseff, ápice dos 12 anos de domínio petista sobre a máquina pública, tem agido como fertilizante na produção de absurdos políticos. Tudo está ao avesso. Dentro da lama e de costas para o país. Ler Mais »

Nunca houve governo tão incompetente (13)

Em mais um discurso cheio de som e fúria, a presidente Dilma Rousseff prometeu manter dois erros muito custosos da política do petróleo – a exigência de conteúdo nacional nos insumos e equipamentos e a participação da Petrobrás em todas as concessões. Ler Mais »

“Você disse? Foi mal? Desdiga”

Em 12/8/2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a respeito das revelações sobre o mensalão, declarou em rede nacional estar ciente da gravidade da situação, que se sentia traído e que não tinha nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro: “nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas”.  Ler Mais »

O juiz malabarista

Tente imaginar um estrangeiro desavisado passando uma temporada no Brasil e vendo a agitação e a polêmica em torno da nomeação de um juiz da Suprema Corte. Ler Mais »

Quando os Repórteres Usavam Revólveres (1)

Rago está muito à vontade, neste fim de noite. As pernas cruzadas em cima da mesa. O corpo, jogado de tal forma para trás que a cadeira, sob impacto, apoia-se em dois pés. A única luz acesa coa claridade para um jornal, que tem à frente dos olhos. Manchete velha: SANGUE NA BOCA DO LIXO. A esta hora havia sangue novo em outra parte da cidade. Sabia muito bem disso. Ler Mais »

Nunca houve governo tão incompetente (12)

Depois de dez horas de reunião, no sábado 25 de abril de abril, Dilma Rousseff constatou que andava em círculos, sem saber por onde começar o corte de investimentos em obras e a redução dos serviços de manutenção da infraestrutura. Era noite quando despediu-se de ministros e presidentes de bancos federais. Ler Mais »

“Fica mais, por favor”, diz Marina

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Da agenda do vô:

“Fica mais, por favor”, Marina nos disse, olhando para mim com aqueles olhões lindos. Ler Mais »

Mamma mia!

Em março de 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou a alcunha de “mãe do PAC” para sua ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff. No palanque montado no Complexo do Alemão, no Rio, Lula anunciou R$ 1 bilhão em obras para as favelas cariocas, a serem tocadas pela gerente implacável – que dois anos e oito meses mais tarde o sucederia no mais alto posto do país. Ler Mais »

O primo negro

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Nunca fui capi­tão do mato, mas quando ouvi o capi­tão Vini­cius dizer que era o branco mais preto do Bra­sil, quis ser como ele. Ler Mais »

Vergonha: o PSDB faz igualzinho ao PT

Ao votar contra as medidas que tentam conter o estouro de gastos públicos com o seguro-desemprego e o abono salarial, o PSDB faz igual ao PT sempre fez quando estava na oposição. Igualzinho. Igualinho que nem. Ler Mais »

Haja panelas!

Será que o Lula já percebeu que neste país ele já não manda? Que dona Dilma notou que a vaca, de tanto tossir, engasgou? Ou será que eles ainda se acham detentores do poder? Ler Mais »

O PT e o dinheiro dos outros

Definitivamente, estamos num país estranho. Somos governados por um partido de trabalhadores, e o Congresso acaba de aprovar o primeiro item de um ajuste fiscal que restringe alguns direitos dos trabalhadores. Ler Mais »

Curtas – curta!

Saudades do tempo em que governar era abrir estradas. Hoje, governar é distribuir cargos. (Se esta é uma observação batida, favor teclar del.) Ler Mais »