O piano de cauda

Você prestou atenção nas palavras de Lula no inacreditável encontro petista com o objetivo insidioso de salvar a Petrobras:  “A nossa companheira Dilma Rousseff tem que deixar o negócio da Petrobrás para a Petrobrás, a corrupção para o ministro da Justiça ou para a Polícia Federal. A Dilma tem que levantar a cabeça e dizer eu ganhei as eleições.”? Continue lendo “O piano de cauda”

Um governo estarrecedor

A decisão do governo Dilma Rousseff de financiar a construção de térmicas a carvão na República Dominicana levou alegria ao Palácio Nacional, em Santo Domingo, e à sede da Odebrecht, na Praia de Botafogo, no Rio. Os seis mil quilômetros que separam os edifícios foram abstraídos no mapa de interesses dos governos e da empreiteira brasileira. Continue lendo “Um governo estarrecedor”

Dilma, 4.435 dias depois

Depois de dois meses se escondendo de jornalistas, a presidente Dilma Rousseff falou. E até sobre a roubalheira na Petrobras. Suas palavras foram muito além das sandices de que a corrupção na estatal só existe agora porque FHC não apurou e não puniu um funcionário da empresa há 20 anos, ou da velha lengalenga do engavetador-geral da República. Continue lendo “Dilma, 4.435 dias depois”

A marcha da verdade

Hesitei em deixar a bela frase de Émile Zola no original. Mas se o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, pode usar a elegante língua francesa, por que eu não poderia?  Às favas com os escrúpulos e copio o que Zola disse quando tomou a si a defesa de Alfred Dreyfuss: “La vérité est en marche et rien ne l’arrêtera”. Continue lendo “A marcha da verdade”

O guia de filmes mais vendido do mundo acabou

Pode-se até não gostar dele, mas o guia de filmes de Leonard Maltin é uma instituição – e uma instituição importante, venerável, respeitável. Não só é o guia de filmes mais vendido do mundo, como é, certamente, o mais longevo, o que teve maior número de atualizações. Continue lendo “O guia de filmes mais vendido do mundo acabou”