Arquivos Mensais: janeiro 2015

“Podia passar mais rápido, por favor?”

O discurso de dona Dilma na primeira reunião ministerial de seu segundo governo e o ansiado balanço da Petrobrás, que vieram à luz no mesmo dia, sofrem de mal idêntico: inutilidade. Ler Mais »

A batalha da propaganda

Presa em seu labirinto, guerreando contra suas convicções e tropeçando no teleprompter, a presidente da República reuniu o maior ministério da história do Brasil e possivelmente o maior do mundo, para ler sua arenga incolor, sem som e sem fúria, significando nada. Ler Mais »

Para os cavalos, misericórdia

Tenho testemunhado o sofrimento infindo de uma pessoa muito próxima – e me sinto um idiota impotente porque não há o que fazer. Ler Mais »

O sonho não acabou

A história tem dessas coincidências felizes.  Vinte e quatro horas após o “Martin Luther King Day”, e às vésperas dos 50 anos do “Domingo Sangrento”, Barak Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, conclamou seu país a virar a página dos últimos 15 anos. E promover uma economia que gera aumento de renda e oportunidade para todos. Ler Mais »

A primeira história para Marina

P1150694Hoje, pela primeira vez, Marina me pediu para ler história para ela.

Li oito histórias e meia. Ler Mais »

Mudos

A presidente Dilma Rousseff está muda. O ex Lula, idem. Há mais de um mês nenhum deles dá um pio. Receio de cobranças sobre a adoção de medidas econômicas ortodoxas, que contrariam o que foi dito em campanha? Difícil crer. Ler Mais »

O Cristo redentor de Pasolini

zzzzpaso1

Era eu. Numa mão um livro, na outra uma metra­lha­dora Vig­ne­ron. O livro era pequeno e ver­me­lho. Boa para a guer­ri­lha urbana, a metra­lha­dora fora recu­pe­rada à FNLA, diziam-me os cama­ra­das. Nunca a dis­pa­rei, se me des­cul­pam come­çar a cró­nica com um anticlímax. Ler Mais »

Um raio X do racismo dentro de casa

Kathryn Stockett tem muitas coisas em comum com Eugenia Phelan, que todos chamam pelo apelido de Skeeter. As duas nasceram e cresceram em Jackson, no Mississipi. Na infância, passaram mais tempo com as empregadas negras do que com suas mães brancas. Ler Mais »

O sorriso do doutor Levy

Em ‘Torresmo à Milanesa’, Adoniran e Carlinhos Vergueiro falam de dois operários que na hora do rango pegam suas marmitas e sentam num canto para comer e “conversar sobre isso e aquilo, coisas que nóis não entende nada…” Ler Mais »

Espelho, espelho meu: que PT sou eu?

O PT está vivendo uma aguda crise existencial e procura, dentro de sua própria psique, a verdadeira identidade que o trouxe até aqui, ao início de seu quarto mandato consecutivo no comando do Poder Executivo. Ler Mais »

Longe de Davos, perto de Evo

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, desembarca esta semana em Davos, na Suíça, com a tarefa de convencer a elite da economia mundial que o Brasil, agora, entrará nos eixos. Ler Mais »

Aproveitemos para caçar ursos

zzzzzanuck

Era homem para dobrar a natu­reza. E mulhe­res, dizem. Mesmo que só o tenham amado metade das que amou, ou com quem se dei­tou, já daria para fazer um gra­ci­oso cor­dão humano à volta dos estú­dios da Fox ou da Warner. Ler Mais »

Levar você pra jantar no Maksoud

Leio na Vejinha que há um movimento para reavivar o Maksoud – e aí me dá uma vontade danada de escrever um textinho sobre o Maksoud, ou – vá lá – escrever um textinho usando o Maksoud como pretexto.

Ler Mais »

O Brasil, um viveiro de aloprados

Ontem, aqui neste Blog do Noblat onde faço minha pós-graduação, li dois artigos que se entrechocavam. O Papa Francisco, que anda tão preocupado em aumentar a audiência da Igreja Católica que às vezes exagera em bonomia e simpatia, disse “Se meu bom amigo, o doutor Gasparri, xingar minha mãe, pode esperar que levará um soco. É normal”. Ler Mais »

O limite da liberdade de expressão

Quando alguém começa a colocar aspas antes e depois de liberdade de expressão é porque alguma coisa está errada. Ler Mais »