Jango

Era Semana Santa. Estava em Diamantina, depois de alguns anos de ausência. As mesmas pedras capistranas em que eu corria atrás de bola até meus nove anos estavam lá. As mesmas igrejas, a mesma paisagem, o mesmo povo simples. Continue lendo “Jango”

Vê-se tudo e ladra um cão

zzzzzmanuel

Não sei se é a vida, não sei se é a morte, sei é que se vê tudo. Eu que dos mor­ros da Gabela, numa manhã de cacimbo, jul­guei ter visto os arre­do­res do infi­nito; eu que de um avião vi nas­cer o Sol no Sara e, de outro, vi a inter­mi­ná­vel bran­cura do Árctico, vi agora, num filme, esse tudo que é toda a terra, todo o cosmos. Continue lendo “Vê-se tudo e ladra um cão”