- :: O resultado mais concreto da viagem da presidente aos EUA é o acordo sobre bebidas. Por Sandro Vaia
Em volta de uma garrafa de Velho Barreiro, que ao contrário do que andaram dizendo não era cravejada de diamantes e nem custava mais de 200 mil reais, a presidente Dilma e o presidente Obama deixaram as relações Brasil- Estados Unidos no mesmo banho-maria em que vêm cozinhando nos últimos anos. Ler Mais »
- :: O Febeapá não tem limites. Dilma agora quer que eu seja jornalisto. Por Sérgio Vaz
Um governo incompetente não se faz apenas besteiras grandiosas, ciclópicas, como a insistência no trem-bala e em Belo Monte, para ficar apenas em dois exemplos. A incompetência se faz também em imbecilidades que parecem pequeninas, como a insistência de Dilma Rousseff em ser chamada de presidenta. Ler Mais »
- :: Se o avô não sabe, quem é que vai saber? Por Vivina de Assis Viana
Um no colo do outro, avô e neto conversam. Ler Mais »
- :: Em dia viajandão, Valdir Sanches se hospeda em hotel todo de gelo
O gostinho. Estilo de vida está no gostinho. Peguei o avião para a Suíça, essa banalidade. Hoje tem gente pegando avião só para comprar chocolate. Minha viagem tinha destino mais definido. Ler Mais »
- :: Nada do que ela faz no setor tem a ver com o que prometeu. Por Mary Zaidan
Exibida na TV no horário eleitoral de 2010, a cena de Dilma Rousseff no Parque Eólico de Osório (RS), com pás brancas gigantes girando o futuro, era auspiciosa. Ler Mais »
- :: Os primeiros tempos da TV, o cinema mudo. Por Fernando Brant
Coisas antigas, mas valem ser lembradas. Fui, há muitos anos, televizinho. Palavra que, hoje, quase ninguém sabe o que significa. Era um tempo em que o Brasil era mais pobre mas a miséria, menor. A televisão, a maior das novidades, onde já se viu rádio com imagem? Ler Mais »
- :: A Cinemateca ousou exibir "Je Vous Salue, Marie". Foi uma loucura. Por Manuel S. Fonseca
O caldo entornou-se. O jovem católico virou-se para o chefe de polícia e disse-lhe em tom de desgarrada: “Gostava que fizessem isso à sua mãe?” Ó meu amigo, palavras não eram ditas e já o até então polidíssimo agente lhe enfiava uma gravata que, vi eu, fez o ar dos pulmões do jovem bater no tecto da sala. Ler Mais »
- :: No Brasil, "Je Vous Salue, Marie" mostrou a tibieza do homem. Por Sérgio Vaz
O artigo brilhante de Manuel S. Fonseca sobre o dia em que ele – na época programador da Cinemateca Portuguesa – e amigos resolveram exibir em Lisboa o filme Je Vous Salue, Marie, de Jean-Luc Godard, me deu comichão nos dedos para escrever também. Ainda que sem a verve, a graça, a elegância do texto dele, que tenho a honra de republicar neste site. Ler Mais »
- :: Dizer que “são todos iguais” pode aliviar consciências, mas nem sempre corresponde à realidade dos fatos. Por Sandro Vaia
Toda vez que arrancam a máscara de um Catão alguns se chocam e outros se alegram. Ler Mais »
- :: Triste constatação: 77% dos brasileiros não lêem jornal. Por Sérgio Vaz
A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff subiu cinco pontos nos últimos três meses e chegou a 77%, segundo a pesquisa CNI-Ibope divulgada na quarta-feira, 4 de abril. Mais alta até que a de Lula. Ler Mais »
- :: Bill Duncan sabia como funcionava no JT de Murilo Felisberto. Por Anélio Barreto
Tive um colega, quando ainda estava no começo da minha carreira no Jornal da Tarde, que não gostava de mim. Até hoje não sei o motivo, mas ele me hostilizava a toda hora. Ler Mais »
- :: Ele prometeu mundos e fundos que até agora o país não entregou. Por Mary Zaidan
Em meados de junho de 2007, três meses e meio antes de o Brasil ser anunciado como país sede da Copa 2014, o presidente Lula assinava, com pompa e circunstância, a carta-compromisso em que o país oferecia mundos e fundos para seduzir a Fifa. Ler Mais »
- :: Um otimista renitente e suas resoluções de estação nova. Por Fernando Brant
O frio que faz lá fora costuma bater na alma. E o agasalho que cobre o corpo não aquece o coração nesses momentos. Examinando bem, é apenas um arrepio de susto, que logo passa. Ler Mais »
- :: Duas historinhas de redação com os mesmos personagens. Por Anélio Barreto
Quando comecei a trabalhar no Jornal da Tarde, efetivado, depois de meses como estagiário, decidiram que eu seria repórter de polícia. Quando me lembro disso hoje, décadas depois, acho que foi uma boa decisão, já que minha atração em termos de leitura hoje, e desde há muito, são novelas policiais. Embora as minhas melhores matérias não tenham tido esse motivo. Ler Mais »
- :: Visto hoje, Beija-me Idiota é uma namorada linda: queremos todos voltar a dormir com ela. Por Manuel S. Fonseca
Este é de 1990. Escrito no “Expresso”, a propósito de uma qualquer exibição de Beija-me Idiota na RTP 2, retomo-o com liberdades. Mais ou menos nessa altura veio cá o Alexander Trauner, que fora decorador do Wilder. Ler Mais »