- :: Estão na rede as “Histórias que os jornais não contam mais”. Por Sérgio Vaz
Eis aí uma excelente notícia, numa época em notícia boa é raridade: Anélio Barreto colocou na internet seu livro Histórias que os jornais não contam mais. Ler Mais »
- :: É um horror: botam aspas onde elas simplesmente não cabem. Por Sérgio Vaz
Vejo nos jornais de hoje que Alberto Villas, jornalista de primeira, está para lançar o Pequeno Dicionário da Língua Morta. Segundo notinha da coluna do Ancelmo Gois no Globo, o livro “trará palavras hilárias e curiosas que caíram em desuso, como… ‘xumbrega’, cuja origem remonta a 1600 e que significa ‘coisa ruim, feia, mal-acabada’”. Ler Mais »
- :: A Copa está aí. Já as obras para a Copa... Por Mary Zaidan
Carnaval festejado, a Copa do Mundo voltará ao centro das atenções. A Câmara dos Deputados deve reiniciar a apreciação da Lei Geral da Copa, com falsas polêmicas como bebida alcoólica nos estádios e meia-entrada para estudantes e idosos. Ler Mais »
- :: Nas cinzas após a festa, ainda a aposta na alegria. Por Fernando Brant
Não vou ao carnaval, o carnaval vem a mim em forma de lembrança e de um certo otimismo quanto ao que virá. Essa segunda parte se deve a um movimento que sinto na cidade. Ler Mais »
- :: Seu filme Merrill’s Marauders é como um retrato de Portugal hoje. Por Manuel S. Fonseca
Um carteirista é o seu melhor herói. Precisávamos de um herói que tivesse o orgulho que Richard Widmark tem nos seus dedos. Nem mesmo Maria João Pires tem os dedos desse herói de Samuel Fuller ou o seu profissionalismo amoral. Orgulhamo-nos demasiado das nossas paixões. Talvez devêssemos ter vaidade numa calculada frieza. Ler Mais »
- :: Livro reconstitui episódios importantes da História do país. Por Sandro Vaia
Por alguma razão desconhecida, João Goulart nunca foi considerado uma figura maiúscula ou sequer relevante na história recente do Brasil. Ler Mais »
- :: Nove anos, um mês e meio de Dilma no governo, e está tudo empacado. Por Sérgio Vaz
“Oito anos depois de atuação como principal figura na gerência do governo Lula e agora completando um ano na Presidência da República, é Dilma quem deve ser cobrada no quesito resultados.” Ler Mais »
- :: Um pequeno conto, ou quase. Uma crônica. Fiapo de memória. Por Sérgio Vaz
I met my old lover on the street last night.
Não sei se ela parecia tão feliz em me ver. Parecia, acho, um tanto curiosa. Ler Mais »
- :: Na balbúrdia da política paulistana, todos agem na lógica do avesso. Por Mary Zaidan
O casamento entre a princesa Leopoldina e Tiradentes, que acaba em proclamação da escravidão – paródia do jornalista Sérgio Porto na sua genial encarnação como Stanislaw Ponte Preta – é fichinha perto da balbúrdia da política paulistana, essa sim, o expoente do samba do crioulo doido que se esparrama pelo país. Ler Mais »
- :: Ele está em filmes produzidos por Anotole Dauman. Por Manuel S. Fonseca
Se o erotismo é uma forma de aristocracia, então Anatole Dauman é um príncipe da Renascença. Há duas décadas entrevistei-o neste jornal que ainda tem paciência de me acolher. Ler Mais »
- :: Nada menos do que isso: neste momento, Lúcio Flávio é o jornalismo. Por Sandro Vaia
Lúcio Flávio Pinto é um jornalista moderno às antigas. Não seria difícil imaginá-lo com as viseiras dos épicos jornalistas de cinema. Ler Mais »
- :: No disco de 1981, Milton, que não é muito disso, assinou duas das letras. Por Sérgio Vaz
Caçador de Mim, 15º LP em 14 anos de carreira profissional de Milton Nascimento, é um disco musicalmente riquíssimo. Os arranjadores, os regentes, os instrumentistas são alguns dos melhores do País: Wagner Tiso, Hélio Delmiro, Robertinho da Silva, Mauro Senise, Luiz Alves, para citar apenas alguns dos mais conhecidos. Ler Mais »
- :: Não há novilíngua petiste que engane todos o tempo todo. Por Mary Zaidan
Useiro e vezeiro em criar versões para explicar a inexplicável virada de ponta-cabeça que deu após chegar à Presidência da República, o PT insiste na fórmula: travestir suas ações condenáveis – e até as elogiáveis, mas odiadas por alguns dos seus, como a privatização dos aeroportos – em méritos. E, faça-se justiça, operam isso com maestria. Ler Mais »
- :: Pelas conversas, vale a pena sair, até enfrentar o frio. Por Vivina de Assis Viana
(Sábado frio, chuva fina, melhor sossegar em casa, ler um livro. Antigo, de preferência. Combina com dias assim, mais sombra que luz. Ler Mais »
- :: O cinema dá lições para o que a vida roubara. Por Manuel S. Fonseca
Camisa e cuecas, sozinho no meio da sala, Tom Cruise, teenager inconsciente, dança o Old Time Rock n’ Roll. O filme é Risky Business que desdenhei nos idos de 80, antes dos intelectuais de Los Angeles (há intelectuais em LA!) me provarem o valor geracional da coisa. Ler Mais »