Arquivos Mensais: Fevereiro 2012

15 grandes, belas reportagens de Anélio Barreto

Eis aí uma excelente notícia, numa época em notícia boa é raridade: Anélio Barreto colocou na internet seu livro Histórias que os jornais não contam mais. Ler Mais »

Seu Villas, Seu Sardenberg, Seu Graciliano e as palavras

Vejo nos jornais de hoje que Alberto Villas, jornalista de primeira, está para lançar o Pequeno Dicionário da Língua Morta. Segundo notinha da coluna do Ancelmo Gois no Globo, o livro “trará palavras hilárias e curiosas que caíram em desuso, como… ‘xumbrega’, cuja origem remonta a 1600 e que significa ‘coisa ruim, feia, mal-acabada’”. Ler Mais »

Feliz 2014

Carnaval festejado, a Copa do Mundo voltará ao centro das atenções. A Câmara dos Deputados deve reiniciar a apreciação da Lei Geral da Copa, com falsas polêmicas como bebida alcoólica nos estádios e meia-entrada para estudantes e idosos. Ler Mais »

Carnaval, carnavais

Não vou ao carnaval, o carnaval vem a mim em forma de lembrança e de um certo otimismo quanto ao que virá. Essa segunda parte se deve a um movimento que sinto na cidade. Ler Mais »

As lágrimas de Fuller

Um carteirista é o seu melhor herói. Precisávamos de um herói que tivesse o orgulho que Richard Widmark tem nos seus dedos. Nem mesmo Maria João Pires tem os dedos desse herói de Samuel Fuller ou o seu profissionalismo amoral. Orgulhamo-nos demasiado das nossas paixões. Talvez devêssemos ter vaidade numa calculada frieza. Ler Mais »

Goulart revisitado

Por alguma razão desconhecida, João Goulart nunca foi considerado uma figura maiúscula ou sequer relevante na história recente do Brasil. Ler Mais »

Más notícias do país de Dilma (40)

“Oito anos depois de atuação como principal figura na gerência do governo Lula e agora completando um ano na Presidência da República, é Dilma quem deve ser cobrada no quesito resultados.” Ler Mais »

I met my old lover on the street last night

I met my old lover on the street last night.

Não sei se ela parecia tão feliz em me ver. Parecia, acho, um tanto curiosa. Ler Mais »

Samba do crioulo doido

O casamento entre a princesa Leopoldina e Tiradentes, que acaba em proclamação da escravidão – paródia do jornalista Sérgio Porto na sua genial encarnação como Stanislaw Ponte Preta – é fichinha perto da balbúrdia da política paulistana, essa sim, o expoente do samba do crioulo doido que se esparrama pelo país. Ler Mais »

O horror do humano ao humano

Se o erotismo é uma forma de aristocracia, então Anatole Dauman é um príncipe da Renascença. Há duas décadas entrevistei-o neste jornal que ainda tem paciência de me acolher. Ler Mais »

Lúcio Flávio e o jornalismo

Lúcio Flávio Pinto é um jornalista moderno às antigas. Não seria difícil imaginá-lo com as viseiras dos épicos jornalistas de cinema. Ler Mais »

Quando o grande músico deu destaque à palavra

Caçador de Mim, 15º LP em 14 anos de carreira profissional de Milton Nascimento, é um disco musicalmente riquíssimo. Os arranjadores, os regentes, os instrumentistas são alguns dos melhores do País: Wagner Tiso, Hélio Delmiro, Robertinho da Silva, Mauro Senise, Luiz Alves, para citar apenas alguns dos mais conhecidos. Ler Mais »

Já deu na vista

Useiro e vezeiro em criar versões para explicar a inexplicável virada de ponta-cabeça que deu após chegar à Presidência da República, o PT insiste na fórmula: travestir suas ações condenáveis – e até as elogiáveis, mas odiadas por alguns dos seus, como a privatização dos aeroportos – em méritos. E, faça-se justiça, operam isso com maestria. Ler Mais »

Conversa antiga

(Sábado frio, chuva fina, melhor sossegar em casa, ler um livro. Antigo, de preferência. Combina com dias assim, mais sombra que luz. Ler Mais »

A menina dança?

Camisa e cuecas, sozinho no meio da sala, Tom Cruise, teenager inconsciente, dança o Old Time Rock n’ Roll. O filme é Risky Business que desdenhei nos idos de 80, antes dos intelectuais de Los Angeles (há intelectuais em LA!) me provarem o valor geracional da coisa. Ler Mais »