- :: Nós pagaremos este ano mais R$ 200 bilhões para os apadrinhados. Por Mary Zaidan
Com 22 mil cargos de confiança, o governo brasileiro é recordista absoluto em um ranking nefasto que só neste ano vai custar mais de R$ 200 bilhões. Ganha de lavada dos oito mil cargos dos Estados Unidos e dos quatro mil da França. E, garantidamente, o Estado nacional não funciona melhor do que o da Inglaterra, com apenas 300 servidores comissionados. Ler Mais »
- :: Bartolomeu Campos de Queirós, um grande ser humano, educador e escritor. Por Fernando Brant
Quando se morre não há mais possibilidade de página em branco, a obra está completa. É deixar de existir e passar a ser, diriam os existencialistas, se é que aprendi bem a lição. Fechado e imutável, porém, o livro está ali, pronto para ser lido e desvendado. Ler Mais »
- :: Bosch poderia ser o pai, o avô de David Lynch. Por Manuel S. Fonseca
Vivemos tempos de Bosch. Entra-se num comboio, num avião e os gemidos vêm das próprias cadeiras. As ruas gritam, os restaurantes sussurram. A realidade está a hiperventilar. Ler Mais »
- :: Erraram os governos, a imprensa, a torcida nas redes sociais. Por Sandro Vaia
A reintegração de posse da área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos, foi a materialização da mais completa tragédia de erros ocorrida nos últimos tempos. Em diversas frentes: Ler Mais »

“Neste Maracanã de ministros, a pobre presidente Dilma até some na paisagem (repare só na foto), no fundo da sala da reunião ministerial de ontem (segunda, 23/1), no Palácio do Planalto. Ler Mais »
- :: Faro, agilidade. E Sandro Vaia mostra a blogueira antes de todo mundo. Por Sérgio Vaz
Faro jornalístico, assim como outros talentos, não se aprende em escola. Ou se tem, ou não se tem. Uns têm mais que os outros. Quando Sandro Vaia resolveu ir a Cuba entrevistar Yoani Sánchez, em julho de 2008, pouquíssima gente, por aqui, já havia ouvido falar nela. Ler Mais »
- :: O texto da orelha do livro “A Ilha Roubada”, de Sandro Vaia. Por Sérgio Vaz
Há 120 organizações contrárias ao regime castrista, mas a voz oposicionista mais ouvida não tem conexão com nenhuma delas. Ler Mais »
- :: Mas, naquela noite, a surpresa veio dos fundos do bar. Por Valdir Sanches
Yes, baby, nós repórteres sentamos de frente para a porta. Não vá algum vilão entrar armado para acabar com a gente, e nos irmos desta estupidamente com um tiro nas costas. Cinema à parte, se o Bolsonaro entrar aos beijos com um gay, não perdemos o furo. Ler Mais »
- :: O Brasil exibe indicadores mais trágicos que nações em guerra. Por Mary Zaidan
Como diz o grupo paulistano Premeditando o Breque, “aqui não tem terremoto, aqui não tem revolução”. Ainda assim, 49.932 pessoas foram vítimas de homicídios em apenas um ano no Brasil, 192.804 nos últimos quatro anos. Ler Mais »
- :: Tudo o que há de corajoso, livre, luminoso no tropicalismo é como o espírito de Nara Leão. Por Caetano Veloso (*)
É muito por causa de Nara que eu desejo dissuadir os dirigintes da Odebrecht de manter o nome Tropicália no projeto de condomínio que eles estão construindo em Salvador. Dizem-me até que este seria nas bordas da floresta que fica entre a Orla e a Paralela, na altura do Parque de Pituaçu. Ler Mais »
- :: Trinta anos depois, Fernando Brant se lembra do dia em que o mundo perdeu Elis Regina
Acordei naquele dia 19 de janeiro do ano de 1982 com duas tarefas, uma burocrática e outra, poética. Saí pela manhã em direção ao banco para tratar de assuntos tributários que já nos afligiam em todo o começo de ano. Ler Mais »
- :: Três passagens de ano em filmes para não esquecer. Por Manuel S. Fonseca
Meia-noite e os lábios de Al Pacino parecem uma sanguessuga. Doem nos de John Cazale e doem-nos a nós no mais infame beijo de Fim de Ano. John Cazale é Fredo. Pacino é Michael Corleone, o Padrinho. Ler Mais »
- :: A massa torce pela dra. Eliana, a corregedora. Por Sandro Vaia
Engana-se quem pensa que a juíza Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, tenha recolhido as armas. Ler Mais »
- :: Que o povo gasta mais com saúde que o governo é só uma delas. Por Sérgio Vaz
O governo federal gastou R$ 745 milhões com obras de prevenção contra chuvas e acidentes naturais – e R$ 6,3 bilhões em obras emergenciais depois que as tragédias aconteceram. O rombo da Previdência dos servidores aumenta e chega a R$ 56 bilhões. Ler Mais »
- :: Quando as trevas atacam, é bom lembrar o brilho de Milos Forman. Por Sérgio Vaz
“Toda censura, por menor que seja, sempre, necessariamente, leva a uma censura maior. Começa-se censurando uma coisa específica, amplia-se a censura a outras e outras coisas. Por isso é necessário ser contra todo o tipo de censura.” Ler Mais »