- :: O excesso de partidos vitamina a descrença popular na atividade política. Por Mary Zaidan
Com 27 siglas registradas no Tribunal Superior Eleitoral, outras sete na fila de espera, duas pré-aprovadas – Partido Democrata Nacional (PDN) e Partido da Mulher Brasileira (PMB) – e outra, o Partido da Pátria Livre (PPL) quase pronta, o Brasil é um dos campeões mundiais em número de partidos políticos. Ler Mais »
- :: Uma preciosidade: o disco Thelma canta Nelson Cavaquinho, de 1966. Por Fernando Brant
A internet, para quem sabe procurar, reserva surpresas, achados e lembranças. Mas é preciso ter muita ciência, para não cair nessa tsunami de informações excessivas, muitas vezes inúteis e mentirosas. Ler Mais »
- :: Um romance, um capítulo por semana. Por Jorge Teles
Kamala estragou alguns canteiros. meu pai nunca se impacientou.
os grandes fazem o mesmo. irracionais são o que são. vamos ensinando, talvez eu cerque este trecho do jardim pra você. Ler Mais »
- :: 40 anos depois, o segundo se lembra de uma frase do primeiro. Por Sérgio Vaz
- Serginho, Vivaldi escreveu mais de 500 concertos. Ainda não ouvi todos, e muitos deles ainda não ouvi tantas vezes quanto gostaria. Ler Mais »
- :: Estranho país que precisa de lei para evitar que bandidos sejam eleitos. Por Sandro Vaia
A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até 1 (um) ano da data de sua vigência. ( Artigo 16 da Constituição da República.) Ler Mais »
- :: Toscas lembranças sobre uma estrela maior. Por Sérgio Vaz
Liz Taylor entrou na minha vida com o nome de Leslie. Era uma moça rica do Norte chique, da Nova Inglaterra; um fazendeiro grandão do Texas foi visitar o pai dela, para comprar cavalos. Leslie encantou-se com o cara. O cara, e eu, e mais milhões de pessoas do mundo inteiro nos apaixonamos perdidamente por ela. Ler Mais »
- :: Aécio diz a sério o que na canção era ironia brava, e a Comissão aprova. Por Mary Zaidan
A Comissão de Reforma Política do Senado faz a pulga coçar bem detrás da orelha. Da velocidade que imprimiu aos trabalhos às cortesias entre desafetos. Ler Mais »
- :: Para Vânia Helena Leite Pereira. Por Vivina de Assis Viana
Tarde quente de fevereiro, meu filho me passa o telefone.
— Pra você, mãe. Vânia.
— Vânia? Ler Mais »
- :: Passou-se há exatos 20 anos, em pleno sambódromo do Rio de Janeiro. Por Fernando Brant
Essa a tradução brasileira do título do filme Blow up, de Antonioni. Mas a história de um beijo, que eu vou aqui contar, é singela e bela como são todos os amores. Não guarda conexão alguma com ampliações de fotos tiradas, na ficção, em um parque londrino. Ler Mais »
- :: Um romance, um capítulo por semana. Por Jorge Teles
há um apavorante silêncio em torno de mim. sei bem que há sons me envolvendo mas não sou capaz de decifrá-los. Ler Mais »
- :: Não há partido que represente milhões de brasileiros desamparados. Por Sandro Vaia
Houve um tempo, mais precisamente durante o vintênio militar, que ser de direita no Brasil não era apenas de bom tom, como era praticamente obrigatório, sob pena de ser mal visto, na mais benigna das hipóteses, ou de ser preso e torturado, na mais policialesca e brutal das hipóteses. Ler Mais »
- :: A tarde em que o são-paulino Toninho viu a massa corintiana. Por Mário Marinho
Era um sábado à tarde e o Toninho Boa Morte, sempre com seu terno cinza, sorriso de quem está bem com a vida, passava pelo estádio do Pacaembu. Viu a grande movimentação e perguntou quem estava jogando: Ler Mais »
- :: Os dois grandes artistas me impressionam desde sempre. Por Sérgio Vaz
Aquilo deve ter sido, sem dúvida, uma coisa louca, inimaginável, emocionante, de arrepiar, de dar taquicardia: no Maracanãzinho lotado, Yves Montand anuncia que vai apresentar “Les Bijoux”, de Baudelaire. Ler Mais »
- :: Lembranças sobre o homem do obituário. Por Sérgio Vaz
Antônio Carvalho Mendes adorava o que fazia. Só essa característica já bastaria para torná-lo um jornalista diferente da imensa maioria: em geral, os jornalistas gostariam de estar fazendo outra coisa, cobrindo outro tipo de assunto, trabalhando em alguma outra função, numa outra empresa, num outro veículo de preferência com salário melhor que o seu, é claro – ou simplesmente prefeririam não estar trabalhando. Ler Mais »
- :: Os governantes fazem oba-oba, mas a saúde e a educação são uma vergonha. Por Mary Zaidan
Não há político em campanha nem eleitor ao ser pesquisado que não aponte educação e saúde como temas líderes de suas preocupações. A eles se juntam aqui e acolá reivindicações por mais segurança, mais emprego, melhores estradas, menos impostos. Ler Mais »