Arquivos Mensais: Janeiro 2011

Sinal fechado

Hora de escrever a crônica.

Procuro o mundo, encontro tragédia. Mãe sem filho, avô sem neto, marido sem mulher. Ler Mais »

Férias de verão

Abro as janelas para o sol entrar. A cidade, depois de um bocado de chuva, amanheceu luminosa. Essa é uma época em que a maioria viaja, pois é tempo de férias escolares, e a gente que permanece em casa fica torcendo para que todos cheguem bem. Que aproveitem as praias, as fazendas, e descansem para o ano que se inicia. Ler Mais »

A Espécie Humana. Capítulo 25

é tardeenquanto abro o portão, vejo que ainda há uma luz fraca no sótão-quartosubo tentando fazer o mínimo barulhoo menino está sentado no meu colchão.    Ler Mais »

Notícias da ilha

Notícias da ilha dos irmãos Castro: o restaurante La Guarida, aquele do filme Morango e Chocolate, fechou e voltou a reabrir; Ler Mais »

Vem cá, quem toca a flauta em “London, London”?

– Vem cá, você se lembra da gravação do Caetano de “London, London”, aquela de 1971? Você tem ela? Então ouça, ouça a flauta, que coisa espetacular. Quem é que toca a flauta, você sabe? Depois me liga pra me agradecer pela lembrança. Ler Mais »

Um dia ponho uma lauda na Remington

Preciso mandar um texto para o Servaz, faz tempo que não me dou ao prazer. Muita correria… O que há de agradável na minha mente (de ruim, basta o noticiário), para botar no papel? Ler Mais »

Prevenção não ganha eleição

Há quatro anos, o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou investimentos de R$ 115 milhões para a criação de sistemas de alerta capazes de poupar vidas em catástrofes anunciadas. Ler Mais »

Restos de nada

Olho pela janela, tudo bem, nem tanta nuvem assim, só quatro quadras, vou rapidinho, dá tempo. Ler Mais »

Alguma poesia

Mês de janeiro, ótima ocasião para um passeio às livrarias, principalmente aquelas que não se dedicam apenas aos sucessos comerciais, aos mais vendidos e procurados. Ler Mais »

A Espécie Humana. Capítulo 24

tenho dormido mal nestes últimos diaso sono é irregular e eis que de repente eu percebo que estou acordado já há muito tempomergulhado num silêncio negrohá um momento dentro da noite em que até mesmo os grilos se calam. Ler Mais »

Cem dias de perdão

É tradição conceder aos novos governantes 100 dias de graça até que eles se ajeitem na cadeira e consigam mexer os seus próprios pauzinhos. Nesses 100 dias, espreita-se, prescruta-se, ensaia-se e costuma-se anistiar os novatos, mesmo quando não estão batendo um bolão. Ler Mais »

Historinhas de redação (7): os olhinhos infantis

Na sua época de ouro, o Jornal da Tarde teve grandes phraseurs, mas creio que Humberto Werneck era um dos maiores, senão o maior. Ler Mais »

Um pouco de Marcos Faerman

Para os que sempre conheceram, os que apenas conhecem, e os que sempre ouviram falar, mas não conhecem, um pouco de Marcos Faerman, o ouro da época de ouro do Jornal da Tarde. Ler Mais »

Topam tudo por dinheiro

As excelências que têm assento no Congresso Nacional definitivamente não se emendam. Encenam um jogo que, ao contrário do popular programa criado pelo apresentador Silvio Santos, não tem humor nem pegadinhas: custa caríssimo ao país e joga no lixo qualquer possibilidade de se recompor a imagem do Parlamento, instituição símbolo da democracia. Ler Mais »

Tudo, todo dia, o tempo todo

Nove da noite, ruas mal iluminadas, eu vinha – a pé – do trabalho pra casa, ele tocou. Ler Mais »