- :: Lula está em 2010, mas a massa dos lulistas militantes está em 1989. Por Sandro Vaia
Um país está indo bem, com a cabeça no lugar.
O presidente do Banco Central, com a austeridade de um monge, preside a reunião de um comitê de sábios financeiros que aumenta, por unanimidade, em 0,75% a taxa básica de juros, porque a inflação de demanda ameaça ressuscitar o velho e aparentemente adormecido dragão da inflação. Ler Mais »
- :: Inajar, o Cafa, derruba uma bomba diante da moça. Por Valdir Sanches
O Inajar de Souza morreu jovem e hoje é nome de avenida da zona norte de São Paulo. Era pessoa amável, e se divertia fazendo o gênero cafajeste. Na redação, havia uma repórter bonita, que vestia com sobriedade, mas, obediente à moda, com a saia acima do joelho. Ler Mais »
- :: Ou Mineiros x Paulistas. Para Maria Balé. Por Vivina de Assis Viana
Uma vez, alguns anos após me arranchar em São Paulo, me convidaram pra ir a São José dos Campos. Ler Mais »
- :: Lula pode repetir o êxito de Vargas – mas também pode, assim com JK, colher revezes. Por Mary Zaidan
Há 65 anos, a ditadura do Estado Novo chegava ao fim, mas Getúlio Vargas não fora de todo vencido. Deposto, nem mesmo teve seus direitos políticos cassados, como fizera com seu antecessor. Permutou sua alforria em troca do apoio explícito a Eurico Gaspar Dutra, seu leal ministro da Guerra. Ler Mais »
- :: Kate Wolf é a melhor coisa que conheci na música nos últimos muitos, muitos anos. Por Sérgio Vaz.
Minha maior paixão musical na primeira década dos anos 2000 foi e é Kate Wolf. Ler Mais »
- :: Problema no Planalto: carta questiona o presidente sobre a flor inculta e bela. Por Antonio Contente
A um gabinete presidencial, como se sabe, chegam muitas cartas. Nestes tempos petistas a coisa não é diferente. E como ocorre em qualquer administração, as mensagens dificilmente sequer roçam as mãos do chefe do governo – há uma equipe de assessores que faz a triagem e responde o que é para responder. Ler Mais »
- :: Comentários sobre o livro “Journal intime d'un marchand de canons”, de Philippe Vasset. Por Jorge Teles
Journal intime d’un marchand de canons, que poderia ser traduzido como Diário íntimo de um vendedor de canhões é uma ficção de Philippe Vasset. O autor é jornalista. E já no Prefácio, adverte: “…por trás dessas histórias, se agita uma realidade globalizada, sobre a qual nada se sabe, ou quase nada. Apesar de ser ficção, todos os episódios aconteceram, os nomes e as datas são verídicos.” Ler Mais »
- :: Difícil ler na cama um Faulkner de um quilo – e começa-se a pensar no virtual. Por Valdir Sanches
Em artigo para esta página, Anélio Barreto demonstra o gosto pelo livro impresso, e o desencanto com o virtual. Ora, imaginemos que uma pessoa, um amigo da gente, vá passar duas semanas em uma ilha sem recursos. Vem a pergunta clássica: “O que você levaria para uma ilha?”. Ler Mais »
- :: Duros tempos de intolerância a tudo que não segue a cartilha dos recitadores de slogans. Por Sandro Vaia
Jorge Castañeda, o intelectual mexicano que foi ministro do Exterior do seu país, numa célebre reflexão, dividiu a esquerda latino-americana, hoje hegemônica nos governos do subcontinente, em duas categorias: os carnívoros e os vegetarianos. Ler Mais »
- :: Esse comércio resistente revela muito de nossa cultura. Por Fernando Brant
Pergunto ao vendedor se seu estabelecimento tem farinha de trigo especial, sem fermento. Ele me conduz ao fundo da loja e me mostra alguns pacotes, de variadas marcas, e me diz: escolha. Aí eu me atrapalho. Qual é a melhor? Ler Mais »
- :: Depois das privatizações do governo Lula, Dilma insiste na tecla estéril de que privatização é pecado. Por Mary Zaidan
O não às privatizações, que tanto sucesso fez nas eleições de 2006, é hoje uma zona de risco perigosa para a pré-candidata Dilma Rousseff. Ao entoar essa mesma cantilena, a ex-ministra não só se apresenta com um discurso envelhecido, surrado e ultrapassado, como expõe de maneira cruel o seu patrocinador. Ler Mais »
- :: “Quem tem noventa anos vai precisar de quê?”, indaga ela. Por Vivina de Assis Viana
Sardas desenhando o rosto claro, cabelos brancos presos em um coque antigo, a primeira moradora do prédio recém construído chega ao décimo e último andar – três quartos, sala, cozinha, área de serviço -, ajeita frutas, verduras, jornais, ajeita-se. Ler Mais »
- :: Publicada na revista InTerValo de 14 de janeiro de 1968. Texto de Laïs de Castro
Depois de “Domingo no Parque”, segunda colocada no Festival da Record (1967), Gilberto Gil já compôs várias músicas e está preparando um novo LP. InTerValo antecipa para seus leitores algumas dessas músicas, com interpretação do autor. Ler Mais »
- :: Um Grande Irmão mais moderno se insinuou entre nós. Por Anélio Barreto
Existe um mundo em que, em uma floresta maravilhosa, por onde passeia um riacho que vai descansar em um lago onde cintilam estrelas, vivem os homens-livros. Lá estão Madame Bovary, Ulysses, Lolita, Dom Quixote, Peter Pan, Narizinho e todos – todos – os seus amigos. Eles passeiam, por toda a floresta, contando suas histórias. A floresta é uma enorme, interminável biblioteca que anda e fala. Ler Mais »
- :: O início do que espero seja uma série longa. Por Sérgio Vaz
Histórias de redação, de jornalistas, são sempre saborosas. Dezenas de vezes, na cachaça pós fechamento, defendi a tese de que deveríamos escrever as histórias, para não perdê-las. Ler Mais »