- :: Artigo para o Blog do Noblat, 24/1/2010. Texto de Mary Zaidan
Desde que o jornalista José Casado, de O Globo, trouxe à tona, no início deste ano, detalhes do quase inacreditável terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos, assinado “sem ler” pelo presidente Lula no apagar das luzes de 2009, o PNDH-3 tornou-se um dos principais temas em debate no país. Quase não se fala de outra coisa. Ler Mais »
- :: Uma conversa entre mãe e filho. Texto de Vivina de Assis Viana
Introdução:
Quando meu filho mais novo tinha dez anos – outubro de 1990 – tivemos uma conversa que transformei em crônica. Hoje, tanto tempo passado, penso que a conversa continua valendo. A crônica, quem sabe? Ler Mais »
- :: O dia em que um garoto de 18 anos entrou pela primeira vez numa redação. Texto de Valdir Sanches
Dobrei a esquina para a Rua Araújo, com o coração aos pulos. Logo aprenderia que essa expressão – coração aos pulos – morreu com os antigos folhetins literários. Mas, naquela época, eu não sabia disso. Ler Mais »
- :: Com uma pequena ajuda - modéstia às favas - deste 50 Anos de Textos. Por Eduardo Ribeiro
Sem saber ao certo o que a estava esperando, Laïs de Castro acompanhou na quarta-feira (dia 20 de janeiro de 2010) a equipe deste Jornalistas & Cia para um encontro-surpresa. Reservamos para ela, com o apoio da Abril, uma espécie de reencontro com o seu passado, com seus primeiros dias de jornalista, com seu tempo de repórter da revista InTerValo, um grande sucesso editorial da editora nos anos 60. Ler Mais »
- :: Crônica publicada no Estado de Minas. Por Fernando Brant
Na sala escura, imagens e sons da mais pura música popular brasileira. Fico pensando em como nossa memória cultural mais esquece do que lembra. Na tela assisto à biografia de um importante compositor e letrista que, ao lado de Luiz Gonzaga, fez dançar e cantar a nossa gente. Ler Mais »
- :: Trecho da obra de ficção O dia sem nome, de 1976. Por Jorge Teles
Confusão e sono. Sono e dor. Dor e ruídos. Ruídos e dormência.
João tentou levantar a perna insensível mas não conseguiu, sentiu que não conseguia. Pensou, no meio do nevoeiro, pensou com dificuldade que, se respirasse muito fundo, conseguiria levantar a perna morta. Respirou mas ouviu zumbidos, estalos que rebentavam e luziam ante seus olhos inchados e meio cegos. Ler Mais »
- :: Artigo para o Blog do Noblat, 17/1/2010. Texto de Mary Zaidan
Ao advertir que neste ano não encarnará o “Lulinha paz e amor” e que está pronto para revidar o “jogo rasteiro” da oposição e os chutes “do peito para cima”, o presidente Lula propositadamente elevou o tom, antecipando a escala e os instrumentos que pretende usar para tentar eleger a sua sucessora. Ler Mais »
- :: Pedaços de vida com os famosos da década de 1960, quando tudo era bem mais simples. Texto de Laïs de Castro
Em 1966, a cantora Maria Odette defendeu a música “Boa Palavra”, de Caetano Veloso, no II Festival do Música Popular Brasileira da TV Excelsior, e ficou com o quinto lugar. Caetano era ainda um jovem baiano que não se arriscava a subir no palco para cantar. Hoje canta e fala… até demais! Ler Mais »
- :: O cinema, em que ela brilhou, é, de alguma forma, parceiro do eterno. Texto de Antonio Contente
Este é que é o grande e fascinante paradoxo: agora que a atriz e dançarina Cyd Charisse morreu, a triste notícia não mexe um milímetro com a certeza que sempre tive sobre a sua eternidade. Nem fez muitos filmes, porém todos que rodou foram absolutamente maravilhosos. Ler Mais »
- :: Abdo era o anfitrião perfeito, que só sabia abrir a porta da casa com olhos profundamente sorridentes. Texto de Vivina de Assis Viana
Não nascemos do mesmo pai nem da mesma mãe, mas tenho, cada dia mais, certeza de que nos sentíamos irmãos.
Não nascemos nem no mesmo país, mas tenho, cada dia mais, certeza de que falávamos a mesma língua. Ler Mais »
- :: Artigo para o Blog do Noblat, 10/1/2010. Texto de Mary Zaidan
Pelo simples fato de ser uma imposição, tudo aquilo que é obrigatório tende a ser rejeitado ou feito com alguma má vontade. Ler Mais »
- :: O juiz larápio, dizia Nelson Rodrigues, dá ao futebol uma dimensão shakespeariana. Por Anélio Barreto
O gatunos do título devo a Nelson Rodrigues, que teceu as mais saborosas crônicas sobre o juiz ladrão. Como diria ele, vamos aos fatos, pelo menos a um deles: Ler Mais »
- :: Crônica publicada no Estado de Minas. Por Fernando Brant
E pinga aqui dentro, como se costuma dizer em Minas. Mas chover lá fora me lembra a canção de Tito Madi e a interpretação de meu amigo Agostinho dos Santos. Ele que estava em um avião errado em dia errado. Ele que foi minha primeira perda de amizade e música. A água que cai no pátio, na casa e na rua, refresca o fim de tarde e nos prepara para uma noite amena. Ler Mais »
- :: A história da irmã que quase entrou para o Trio de Ouro. Texto de Jorge Teles
Dalva de Oliveira e Herivelto Martins? Claro que me lembro! Eu me lembro??
Existe um tipo de mentira que não transforma o mentiroso em pecador: é aquela, resultado de uma traição da memória. Ler Mais »
- :: Três textos sobre texto. Por Valdir Sanches
Não, meus amigos. Isto não é uma declaração belicista. É um problema de acento. Como ocorreu na segunda-feira, 21/12. Washington já estava coberta de neve, e o portal do Globo dava o título: “Neve para a capital dos Estados Unidos”. Mais neve, não chegava tanto? Ler Mais »