- :: Sem energia elétrica, o mundo pára. Por Maria Helena RR de Sousa
Às vezes eu me surpreendo pensando em como Galileu, Isaac Newton, Edmond Halley, esses ‘mártires’ da inteligência acima da média, completaram suas obras sem luz elétrica… Ler Mais »
- :: Respeitavam-se, o político firme e o jornalista firme. Por Mary Zaidan
Ruy Mesquita morreu. Ao ler a notícia, travei. E achei estranho isso. Nunca tive qualquer relação com o dr. Ruy Mesquita, seja no jornal O Estado de S. Paulo, em que trabalhei por alguns anos, na sucursal de Brasília e em São Paulo ou fora dele. Mas claro, não era o Ruy Mesquita, mas Mario Covas, a quem assessorei por quase 10 anos, fora e dentro do Governo do Estado, que me causou a emoção que senti. Ler Mais »
- :: De todos os donos de jornais, ele foi o mais jornalista. Por Sérgio Vaz
A morte do dr. Ruy Mesquita deixa este país muito mais pobre.
E, diacho, este país anda mais pobre a cada dia. Ler Mais »
- :: Ele fala demais. É ego exacerbado, ou coisa pior? Por Sérgio Vaz
Convenhamos: a chefia dos três Poderes da República não está sendo ocupada por personalidades dignas dos seus cargos. Ler Mais »
- :: Demora para acertar. Quando acerta, é autoritária, imperial. Por Mary Zaidan
Há tempos Dilma Rousseff não tinha uma semana de tantas boas novas. Colheu o sucesso da 11ª rodada de licitação de petróleo e gás, a primeira realizada em cinco anos, e aprovou a MP dos portos, ainda que a penas duríssimas, impondo ao Congresso humilhação e vexame. Ler Mais »
- :: Manoel de Barros é um poeta deslumbrante. Por Fernando Brant
Fernando Pessoa disse que “o poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.” Manoel de Barros diz que o poeta é um vidente, vê coisas que não existem. Poeta é o sujeito que inventa. Ler Mais »
- :: Passaram-se tantas coisas em Cannes. Por Manuel S. Fonseca
Passaram-se tantas coisas em Cannes. Houve um tempo em que ia lá todos os anos. Entre o festival de cinema, os grandes mercados de televisão, duas, três vezes ao ano, ali ao lado das encostas que Picasso, Calder, Fitzgerald escolheram para pintar e escrever. Ler Mais »
- :: Um viajandão babão e bobão sobre ser avô. Por Sérgio Vaz
Faz dois meses que estou aprendendo na prática aquela verdade que tantos milhões de pessoas já haviam experimentando antes de mim, aquele axioma: avô é pai duas vezes. Ler Mais »
- :: Como dom Quixote, o PT inventa moinhos de vento. Por Sandro Vaia
O moinho de vento contra o qual arremetia dom Quixote de la Mancha era aquele que ameaçava a donzela Dulcinéia del Toboso. Ler Mais »
- :: Mesmo quando vai na direção certa o governo Dilma Rousseff erra. Por Sérgio Vaz
Mesmo nas raras ocasiões em que se encaminha para decisões corretas, o governo Dilma Rousseff erra – e, além de errar, demonstra como o lulo-petismo no poder é incoerente. Ler Mais »
- :: A presidente resiste a entender que política não é só eleição. Por Mary Zaidan
Dilma Rousseff, Lula e o PT só pensam naquilo: reeleição, eleição, reeleição. Não necessariamente nessa ordem, já que depende da maré – leia-se, da economia – quem será o protagonista em 2014. Ler Mais »
- :: Com serenidade, ele explica como funcionam as coisas. Por Fernando Brant
Na tevê, o jornalista quer saber de Carlos Ayres Britto, ex-ministro e presidente do STF, qual a sua opinião sobre o propagado conflito entre o Congresso e o Supremo. Com sua tranquila serenidade, que os brasileiros atentos já se acostumaram a admirar, ele joga toalha fria nos que apostam em confronto. Ler Mais »
- :: Pedro I e Hannibal partilham o mesmo amor pela humanidade. Por Manuel S. Fonseca

Mesmo alguém que não se chamasse Coelho estremeceria ao ouvir a voz melancólica de Pedro I, rei de Portugal, ordenar: “Preparem-me esse coelho que tenho fome.” Num conto de Os Passos em Volta, de Herberto Helder, um dos assassinos de Inês, Pêro Coelho, de joelhos entre os guardas, reconhece o direito de vingança do monarca e saboreia a ironia da frase real. Ler Mais »
- :: Vê-se um belo filmete do Google, e chega-se ao ocaso do jornalismo. Por Sérgio Vaz
“Testezinho aí, senhor?”, ele perguntava. Pegava uma foto, cena de um filme, tapava pedaços que poderiam revelar qual era o filme, qual era o ator ou atriz que aparecia na foto (muitas eram fotos de publicidade, enviadas aos jornais pelos distribuidores), e fazia a pergunta: “Testezinho aí, senhor?” Ler Mais »