Escatologia!

Depois de passar a semana ouvindo essa palavra por parte de críticos do presidente da República, fui pesquisar sua origem no Google só pra me certificar. Descobri dois significados diferentes para “escatologia” no dicionário Priberam. (Me lembrei agora do Aurélio. Que fim deu ele?) Continue lendo “Escatologia!”

A anistia faz 40 anos

Faria bem ao país se Jair Bolsonaro deixasse de mirar no retrovisor e zelasse pela pacificação conquistada graças à engenharia política que nos permitiu virar a página dos anos de chumbo e ingressar no maior período democrático de nossa história. Continue lendo “A anistia faz 40 anos”

Marina e seu tempo

Estávamos brincando de supermercado. Eu tinha sido o comprador e Marina, a caixa do supermercado. Era a vez dela de ser a compradora, e eu, o caixa. Ela observou duas medalhas que havia para vender, e disse que não sabia qual delas o Elmo, o filho, iria querer. Continue lendo “Marina e seu tempo”

Nunca casou comigo

As duas mulheres levantam-se e dirigem-se à porta. Não é uma porta qualquer. É uma porta que abre para uma rua nova-iorquina dos anos 30. Qual das duas mulheres, Dorothy Parker ou Clare Boothe Luce, sairá primeiro? Qual delas dará prioridade à outra depois de uma primeira conversa que mais parecia uma venenosa batalha de talentos? Continue lendo “Nunca casou comigo”

Alguns pensadores de nossos dias

Donald Trump: A figura que convenceu os eleitores a votar nele para juntos “Make America Great Again”. Conheci os EUA em 1954 e lá passei um bom tempo. Ao comparar aquele país com este de Trump sinto que ele conseguiu exatamente o contrário. Continue lendo “Alguns pensadores de nossos dias”

Conto de Fodas!

Era uma vez (só pra esclarecer, esse era uma vez aconteceu nestes últimos dias) um rei, digamos, um tanto ou quanto excêntrico, pra não dizer mandão, machista, ditador, e mais alguns outros apelidos pouco recomendados para o horário, lá da longínqua Tailândia, fez uma cerimônia para oficializar sua amante como consorte real. Continue lendo “Conto de Fodas!”

É futebol a dor que deveras sentes

Ele era a antítese de Marilyn Monroe. E repare-se, nem sequer estou a falar de beleza, mas só da insignificância a que chamamos confiança em si mesmo. A confiança de Carlos Kaiser em si mesmo esgotaria a lotação de qualquer estádio. Mesmo a do Maracanã. Continue lendo “É futebol a dor que deveras sentes”

Um primitivo

Um dos filmes mais estranhos que já vi é O Curioso Caso de Benjamin Button. Conta a história de um homem que nasce velho, um bebê todo enrugado, um mini velhinho, feio, assustador e que inspira repulsa até no pai que o abandona na entrada de um asilo. E nesse asilo ele cresce e vai vivendo ao contrário de todos nós; em vez de envelhecer, remoça, até que numa idade provecta ele está um jovem rapaz. Continue lendo “Um primitivo”