Obama e Trump, passado e futuro

A troca de guarda  nos Estados Unidos põe o mundo diante duas utopias neste início do século XXI. Ambas se apresentam como respostas às mazelas da Terceira Revolução Industrial e aos desafios da era pós globalização. Ler Mais »

Já está melhorando

Ao longo de 2016, o risco-país do Brasil caiu 47%. Foi a segunda maior queda entre 42 países emergentes. Isso significa que os investidores estrangeiros melhoraram – imensamente – sua avaliação sobre a segurança de fazer negócios, de colocar dinheiro no país. Ler Mais »

O deleite de Hitchcock

Somos todos Cary Grant. Já vamos a meio do filme e ainda não sabemos em que história estamos enfiados. Nem sequer que personagem andamos a representar. Ler Mais »

O país da gambiarra

Desde a carnificina no presídio de Manaus, seguida pela matança em Boa Vista, especialistas na questão penitenciária são unânimes em criticar a ausência de planejamento para o setor. Nada de novo. O Brasil não tem plano nem para o sistema prisional nem para coisa alguma. É e sempre foi o país das gambiarras, dos remendos. Ler Mais »

Imprescindível Padura

Que figura absolutamente fantástica, fascinante, esse Mario Conde. Da geração que aprendeu a ler já na Cuba livre da ditadura nojenta de Fulgencio Batista (dá para imaginar que ele seja de 1955), teve veleidades literárias no final da adolescência, umbral da idade adulta: na época do pré-universitário, escreveu contos, e chegou a publicar um deles em uma revista literária fundada por um grupo de amigos. Ler Mais »

Diante da adversidade, uma lady

Acho que posso dizer sem medo de errar que sou uma das pessoas que mais conhecem Marina. Sendo assim, sei muito bem que é uma criaturinha doce demais. Mas ela conseguiu me surpreender bastante nesta quarta-feira de janeiro, de férias, de verãozão. Ler Mais »

Passageiros da utopia

Em um de seus últimos artigos, o poeta Ferreira Gullar pregou a necessidade de se recuperar a utopia de uma sociedade mais fraterna e menos desigual, sonho de gerações e gerações do século XX. Ler Mais »

Eu vejo pessoas mortas

zzzzmanuel

Como o pequeno Haley Joel Osment, em Sixth Sense, também eu vejo pessoas mortas. Os primeiros mortos entraram-me autocarro dentro, em 1974. Três mortos das noites anteriores de tiros, medo e ódio nas fronteiras raciais dos musseques de Luanda. Ler Mais »

Civilização. Civilidade

O jeito de ser no nosso País pouco mudou desde que o bispo Sardinha foi comido pelos índios caetés, nos primórdios da nossa história. Os maus costumes à mesa certamente ficaram para trás, como tem mostrado JA Dias Lopes, o notável crítico e historiador de gastronomia. Mas em outros campos – da mentalidade burocrática, às maneiras, ao jeitinho, ao descumprimento de normas – continuamos mal. Ler Mais »

Meryl defende a luz

74th Annual Golden Globe Awards - Season 74

A cerimônia de entrega dos Globos de Ouro de 2017 teve diversos momentos fascinantes, emocionantes, memoráveis. Mas foi Meryl Streep que – como faz sempre nos filmes – roubou a cena. Ler Mais »

Quanta barbaridade

Símbolos da falência do Estado, os massacres nos presídios de Manaus e Boa Vista, com quase nove dezenas de mortos, expõem outra barbaridade: apoios explícitos à matança. Ler Mais »

A culpa é toda do Temer

É sempre bom lembrar: mortes em incêndios, enchentes, deslizamentos de terra, e rebeliões em presídios – para não falar de tsunamis, terremotos, vulcões – não são de responsabilidade do presidente da República, do governador do Estado ou do prefeito. Ler Mais »

Meia dúzia de coisas que incomodam, para dizer o mínimo

O ano de 2017 entrou violento, como a querer dizer que fomos precipitados em comemorar a saída de 2016.  O Brasil está numa fase que, Deus nos perdoe, torna quase impossível ter esperança por dias melhores. Ler Mais »

Como será 2017? Responda quem puder

Na virada do ano milhões de brasileiros jogaram flores a Iemanjá, consultaram os búzios ou cartas de tarô, pediram para a cigana ler as suas mãos. Tudo para saber o que o destino reserva para 2017, se as suas vidas passarão pelo mesmo sufoco de 2016 ou se há sinais de que vai melhorar. Ler Mais »

Do nariz de cera ao lead sumário

O jornalismo moderno reprimiu a veia literária de redatores e repórteres de meados do século passado. Acabou com o nariz de cera, então em uso. O nariz era um preâmbulo cheio de estilo, para criar o clima – e finalmente entrar na notícia. Ler Mais »