O morto de domingo

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Hitchcock matou muita gente. Não me venham dizer que isso não faz dele um criminoso da pior espécie. Ler Mais »

Nada a comemorar

Com 11 milhões de desempregados, 22% a mais do que em dezembro e quase 40% (39,85%) acima dos 7,9 milhões que procuravam ocupação no primeiro trimestre de 2015, o Brasil nada tem a comemorar neste 1º de Maio. Ler Mais »

Cristo, olhai para isto!

Quem já foi a Pompéia não esquece as cenas da vida cotidiana que o Vesúvio petrificou para sempre. Os habitantes e frequentadores daquela cidade de veraneio próxima a Nápoles, uma das mais lindas e ricas da península, foram apanhados de surpresa e não puderam se postar da maneira como gostariam de ser eternizados. Ler Mais »

O PT sempre foi contra o país

Seu líder supremo, o Messias, Sua Santidade Lula I e Único, pode até se dizer uma metamorfose ambulante, e negar hoje boa parte do que afirmou ontem, mas o PT não pode ser acusado de incoerente, inconstante. Muito ao contrário. Entre o bem do PT e o bem do Brasil, o partido jamais ficou no muro, jamais tucanou, jamais negaceou, jamais tergiversou: primeiro o PT – e o Brasil que se dane. Ler Mais »

Sem ambiguidades

Mais uma vez o PSDB vive o drama shakespeariano. O dilema é participar ou não do governo Michel Temer. Diante do histórico dos tucanos, a nova dúvida existencial seria cômica não fosse a extrema gravidade do momento. Nele, não há o menor espaço para ambiguidades. Não cabe a postura de semi-governo ou semi-oposição. Ler Mais »

Saudade verde musgo, úmida e pegajosa

Tem dia que parece que não vou aguentar esse turbilhão de sentimentos confusos e doloridos, aí escrevo. Colocando pra fora alivia algumas respirações. Ler Mais »

Como é que choro?

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Voltamos sempre às mesmas discussões. Há sempre a remota hipótese de o PCP estar enganado e a Coreia do Norte não ser uma democracia. E mesmo que uma inesperada maioria da Assembleia da República fuja com o rabo à seringa, uma injecção de “Estado de Direito” no regime de Luanda era coisa que os nossos irmãos angolanos agradeceriam. Outra velha e amena discussão é a da qualidade artística de Hollywood. Ler Mais »

Tempos de dedos lépidos sobre telas sensíveis

Como um deputado, estive no interior e fui acompanhado em todos os passos pela assessoria. Não fui inaugurar obra, nem receber comenda na Câmara Municipal, mas a cobertura foi grande. O problema é que eu nem suspeitava da minha situação de noticiável. Ler Mais »

A democracia exige respeito

Alívio. Nas Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff poupou o Brasil do vexame da denúncia de um golpe que não é golpe que ela insiste em dizer que é golpe. Foi prudente, comedida e elogiada. Não pelo que falou, mas pelo que não disse. Poucas horas depois, pôs tudo abaixo. Ler Mais »

“Mas a senhora veio pedir asilo? Não pode voltar ao Brasil? É isso?”

Escrevo este artigo na quinta-feira, 21 de abril, dia em que dona Dilma embarcou para Nova York determinada a fazer um pronunciamento bomba no plenário da ONU e, também, se puder, repeti-lo em entrevistas a jornalistas que estão cobrindo a Conferência. Ler Mais »

Do ABC aos grotões

O mapa da votação na Câmara Federal aponta uma dessas ironias da História. No seu nascedouro, no ABC paulista, o lulo-petismo pintou como produto da modernidade do desenvolvimento capitalista – a exemplo de outros partidos operários que se erigiram em poder em países capitalistas e, de fato, criaram um ordenamento social mais justo. Ler Mais »

As 70 mil pragas do lulo-petismo

São muitas, muitas, muitas as pragas que o lulo-petismo disseminou pelo país ao longo destes 13 anos, 3 meses e tanto, e com as quais o Brasil terá que conviver ainda por um longo tempo, antes de conseguir exterminá-las. Ler Mais »

Louvor do tráfico

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Ao escrever no Expresso, não faço mais do que dar aos jornais o que os jornais me deram a mim. Quando era adolescente, com aspirações a James Dean, vi em Luanda filmes que não devia ver. Não por serem proibidos. Sucede que os lugares em que me sentava eram os de alguém que não tinha ido. Ler Mais »

Na Avenida Paulista, sem alegria

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Desta vez, não me deu alegria andar pela Avenida Paulista no meio de manifestação de Fora, Dilma, Fora, PT. Justamente o dia da votação do pedido de impeachment no plenário da Câmara – e não saí da Paulista me sentindo bem, alegre, animado. Ler Mais »

É o fim

Entre 130 e 135 votos declarados em um colégio de 513 deputados. Isso é o máximo que a presidente Dilma Rousseff, o ex Lula, o PT e companhia conseguiram arregimentar em meses de despudoradas barganhas para evitar o impeachment. Um fiasco que, independentemente do resultado da votação deste domingo, sepulta o governo. Ler Mais »